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“Ter preferência política não é crime”, alega defesa de denunciada pela PGR 

Última atualização: 22 de abril de 2025 12:26
Published 22 de abril de 2025
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Primeira Turma do STF julga nesta terça-feira (22), se aceita, ou não, a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o segundo núcleo acusado de trama golpista
Este conteúdo foi originalmente publicado em “Ter preferência política não é crime”, alega defesa de denunciada pela PGR no site CNN Brasil.  Política, -agencia-cnn-, denúncia de golpe, PGR (Procuradoria-Geral da República), STF (Supremo Tribunal Federal) CNN Brasil

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O advogado Eugênio José de Aragão, que defende a ex-diretora do Ministério da Justiça Marília Alencar, integrante do chamado “núcleo 2” de denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposto plano de golpe de Estado, alegou nesta terça-feira (22), que “ter preferência política não é crime”.

“Ter preferência política não é crime. É crime o que se faz com sua preferência política”, disse durante a sessão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para analisar se aceita, ou não, a denúncia da PGR contra seis pessoas que pertencem ao segundo núcleo.

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Marília era diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, sob a chefia de Anderson Torres na gestão Bolsonaro, quando mais de 2 mil bloqueios foram feitos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Nordeste como tentativa, de acordo com a Polícia Federal (PF), de impedir que eleitores com tendência de votar no então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegassem aos locais de votação.

Segundo a investigação, ela teria sido responsável pela elaboração de um Boletim de Informação (BI) que, posteriormente, teria sido utilizado pelo ex-diretor da PRF Silvinei Vasques para efetuar os bloqueios.

Em sua fala, o advogado sustentou que as barreiras instaladas naquela época, visavam, na verdade, impedir confrontos entre eleitores bolsonaristas e lulistas.

“O próprio relatório policial diz que onde Silvinei colocou barreiras, no BI [Boletim de Informação], não há coincidência. O BI não visava impedir voto, eram áreas de possível confronto entre bolsonaristas e partidários do presidente Lula. Era a função dela”, disse.

Segundo a Polícia Federal, Marília teria solicitado dados dos locais onde Lula e Bolsonaro tiveram mais de 75% dos votos no primeiro turno da eleição presidencial de 2022.

“A doutora Marília está sendo acusada por trama conspiratória armada e executada contra as instituições democráticas. É um crime gravíssimo. Não há nessa denúncia nenhuma especificidade de qual foi sua conduta”, disse o advogado.

Este conteúdo foi originalmente publicado em “Ter preferência política não é crime”, alega defesa de denunciada pela PGR no site CNN Brasil.

 

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