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Jardins do DF viram espaço de acolhimento para mães solo e atípicas

Última atualização: 11 de maio de 2025 02:24
Published 11 de maio de 2025
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Na intimidade de sua casa, em uma boutique improvisada, Juliana Merces, de 34 anos, encontrou uma maneira única de transformar o balcão de vendas em um ponto de escuta e acolhimento para suas clientes. Moradora de Novo Gama (GO), no Entorno do DF, e mãe solo de dois filhos, Juliana usou sua própria dor — a perda de um terceiro bebê e o abandono do pai de seu filho — como motivação para criar o “Jardim da Cura”, um grupo de apoio onde mulheres podem compartilhar as dificuldades da maternidade e se apoiar mutuamente.

No Distrito Federal, as mulheres são maioria, representando 52,3% da população, e também lideram 31,5% dos lares, muitos deles em situação de vulnerabilidade, de acordo com a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (PDAD-A), divulgada em março deste ano. Dados dos Cartórios de Registro Civil revelam ainda que, em 2024, 2.175 bebês foram registrados apenas com o nome da mãe em sua certidão de nascimento.

Os pais dos dois filhos de Juliana a abandonaram, deixando-a sozinha para cuidar deles. Somado à perda de seu terceiro bebê, que faleceu aos sete meses, ela mergulhou em uma profunda depressão. No entanto, foi nesse momento de dor que Juliana encontrou a motivação para se reinventar como empreendedora e criar uma loja de roupas onde começou seu grupo de apoio para mulheres em situações semelhantes a partir de suas clientes.

“Aprendi que, para curar o coração de uma mãe, é preciso curar sua alma. A dor e a perda não precisam definir quem somos. A cura espiritual nos devolve a força e a esperança que a vida tentou tirar de nós”, reflete. O grupo aumentou e agora está aberto ao público, o primeiro será no dia 17 deste mês. As interessadas podem entrar em contato com Juliana pelo seu instagram.

Entre as participantes do grupo está Joanita Neves, 39 anos, moradora do Novo Gama. Ela se tornou mãe aos 21, enquanto tentava equilibrar sua vida profissional com a maternidade. “Quando minha filha Lousy nasceu, eu já tinha o meu próprio salão de beleza. Comecei a empreender aos 19 anos, mas não tinha uma rede de apoio. Levava minha filha para o salão, fazendo o possível com o que tinha”, conta.

Após o nascimento de sua segunda filha, hoje com 13 anos, Joanita decidiu fechar o salão temporariamente para se dedicar às meninas. “Mas eu não conseguia ficar longe do que eu amava fazer. Reabri o salão, mas é difícil conciliar”, completa.

 

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Outra história de superação é a de Renata Maia, 41 anos, mãe solo de dois filhos, sendo um deles autista. Ela enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica, equilibrando as necessidades da filha Manuela, de 11 anos, diagnosticada com autismo e TDAH, e do caçula Renato, de 9 anos, com desenvolvimento típico. "A maternidade típica já é desafiadora, mas a atípica é um teste constante. Não por causa da criança, mas pela falta de acolhimento da sociedade e das instituições. Muitas vezes, somos vistas como mães especiais, como se a gente tivesse que aceitar qualquer coisa sem reclamar. Mas não é isso. A gente precisa de suporte, de inclusão real", desabafa.

Os pais dos dois filhos de Juliana a abandonaram, deixando-a sozinha para cuidar deles. Somado à perda de seu terceiro bebê, que faleceu aos sete meses, ela mergulhou em uma profunda depressão. No entanto, foi nesse momento de dor que Juliana encontrou a motivação para se reinventar como empreendedora e criar uma loja de roupas onde começou seu grupo de apoio para mulheres em situações semelhantes a partir de suas clientes.
Entre as participantes do grupo está Joanita Neves, 39 anos. Ela se tornou mãe aos 21, enquanto tentava equilibrar sua vida profissional com a maternidade. "Quando minha filha Lousy nasceu, eu já tinha o meu próprio salão de beleza. Comecei a empreender aos 19 anos, mas não tinha uma rede de apoio. Levava minha filha para o salão, fazendo o possível com o que tinha", conta.
Outra história de superação é a de Renata Maia, 41 anos, mãe solo de dois filhos, sendo um deles autista. Ela enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica, equilibrando as necessidades da filha Manuela, de 11 anos, diagnosticada com autismo e TDAH, e do caçula Renato, de 9 anos, com desenvolvimento típico. "A maternidade típica já é desafiadora, mas a atípica é um teste constante. Não por causa da criança, mas pela falta de acolhimento da sociedade e das instituições. Muitas vezes, somos vistas como mães especiais, como se a gente tivesse que aceitar qualquer coisa sem reclamar. Mas não é isso. A gente precisa de suporte, de inclusão real", desabafa.
Os pais dos dois filhos de Juliana a abandonaram, deixando-a sozinha para cuidar deles. Somado à perda de seu terceiro bebê, que faleceu aos sete meses, ela mergulhou em uma profunda depressão. No entanto, foi nesse momento de dor que Juliana encontrou a motivação para se reinventar como empreendedora e criar uma loja de roupas onde começou seu grupo de apoio para mulheres em situações semelhantes a partir de suas clientes.
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Entre as participantes do grupo está Joanita Neves, 39 anos. Ela se tornou mãe aos 21, enquanto tentava equilibrar sua vida profissional com a maternidade. “Quando minha filha Lousy nasceu, eu já tinha o meu próprio salão de beleza. Comecei a empreender aos 19 anos, mas não tinha uma rede de apoio. Levava minha filha para o salão, fazendo o possível com o que tinha”, conta.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Outra história de superação é a de Renata Maia, 41 anos, mãe solo de dois filhos, sendo um deles autista. Ela enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica, equilibrando as necessidades da filha Manuela, de 11 anos, diagnosticada com autismo e TDAH, e do caçula Renato, de 9 anos, com desenvolvimento típico. “A maternidade típica já é desafiadora, mas a atípica é um teste constante. Não por causa da criança, mas pela falta de acolhimento da sociedade e das instituições. Muitas vezes, somos vistas como mães especiais, como se a gente tivesse que aceitar qualquer coisa sem reclamar. Mas não é isso. A gente precisa de suporte, de inclusão real”, desabafa.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Os pais dos dois filhos de Juliana a abandonaram, deixando-a sozinha para cuidar deles. Somado à perda de seu terceiro bebê, que faleceu aos sete meses, ela mergulhou em uma profunda depressão. No entanto, foi nesse momento de dor que Juliana encontrou a motivação para se reinventar como empreendedora e criar uma loja de roupas onde começou seu grupo de apoio para mulheres em situações semelhantes a partir de suas clientes.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Entre as participantes do grupo está Joanita Neves, 39 anos. Ela se tornou mãe aos 21, enquanto tentava equilibrar sua vida profissional com a maternidade. “Quando minha filha Lousy nasceu, eu já tinha o meu próprio salão de beleza. Comecei a empreender aos 19 anos, mas não tinha uma rede de apoio. Levava minha filha para o salão, fazendo o possível com o que tinha”, conta.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Outra história de superação é a de Renata Maia, 41 anos, mãe solo de dois filhos, sendo um deles autista. Ela enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica, equilibrando as necessidades da filha Manuela, de 11 anos, diagnosticada com autismo e TDAH, e do caçula Renato, de 9 anos, com desenvolvimento típico. “A maternidade típica já é desafiadora, mas a atípica é um teste constante. Não por causa da criança, mas pela falta de acolhimento da sociedade e das instituições. Muitas vezes, somos vistas como mães especiais, como se a gente tivesse que aceitar qualquer coisa sem reclamar. Mas não é isso. A gente precisa de suporte, de inclusão real”, desabafa.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Os pais dos dois filhos de Juliana a abandonaram, deixando-a sozinha para cuidar deles. Somado à perda de seu terceiro bebê, que faleceu aos sete meses, ela mergulhou em uma profunda depressão. No entanto, foi nesse momento de dor que Juliana encontrou a motivação para se reinventar como empreendedora e criar uma loja de roupas onde começou seu grupo de apoio para mulheres em situações semelhantes a partir de suas clientes.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Além disso o PDAD revela que 70,4% das mulheres ainda recebem até dois salários mínimos, o que tem impulsionado o empreendedorismo. Entre as mulheres autônomas, 82,8% possuem CNPJ, e 28,9% são MEI, o que demonstra a busca pela independência financeira como uma estratégia de fortalecimento.

Paulo Almeida, professor de Empreendedorismo na FAC/UnB  afirma que o empreendedorismo tem se tornado uma alternativa crucial para mulheres chefes de família no DF, especialmente mães solo em situação de vulnerabilidade. “Projetos como Pelo Olhar Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, promovem autonomia ao capacitar mulheres em áreas como artesanato e biojoias. Contudo ainda falta acesso a crédito e capacitação continuada, o que limita o crescimento sustentável desses negócios e a superação de vulnerabilidades”, explica.

Maternidade atípica

Outra história de superação é a de Renata Maia, 41 anos, moradora da Asa norte, é mãe solo de dois filhos, sendo um deles autista. Ela enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica, equilibrando as necessidades da filha Manuela, de 11 anos, diagnosticada com autismo e TDAH, e do caçula Renato, de 9 anos, com desenvolvimento típico. “A maternidade típica já é desafiadora, mas a atípica é um teste constante. Não por causa da criança, mas pela falta de acolhimento da sociedade e das instituições. Muitas vezes, somos vistas como mães especiais, como se a gente tivesse que aceitar qualquer coisa sem reclamar. Mas não é isso. A gente precisa de suporte, de inclusão real”, desabafa.

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