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Portal Nação® > Noticias > outros > Abin Paralela tentou impedir nomeação de ministra no TSE, diz PF 
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Abin Paralela tentou impedir nomeação de ministra no TSE, diz PF 

Última atualização: 18 de junho de 2025 17:18
Published 18 de junho de 2025
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Relatório da PF aponta que estrutura foi usada para vasculhar informações de que jurista era “petista roxa” para “explodir indicação”; juíza também foi espionada  Política CNN Brasil

O relatório da Polícia Federal de mais de 1.000 páginas sobre a investigação de uso ilegal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro também detalha que a jurista Maria Cláudia Buchianeri, que seria nomeada como ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), teve sua vida pessoal vasculhada por agentes cedidos.

A PF aponta que Marcelo Bormevet recebeu um áudio de um colega dizendo que estudou com Maria Cláudia Buchianeri e que ela era “petista roxa”.

Com base nessa informação, Bormevet pede a Giancarlo Gomes Rodrigues, do chamado “núcleo de inteligência paralela”, que ele consulte e encontre algo para “tentar explodir” a indicação dela, segundo o relatório final da PF, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Bormevet é policial federal e estava cedido à Abin. Giancarlo, militar do Exército e também estava na agência. Ambos eram subordinados ao então diretor Alexandre Ramagem.

As consultas da vida de Maria Cláudia foram em junho de 2021 e, pela investigação, nada foi encontrado e a indicação do nome da jurista foi aceita. A ministra substituta foi nomeada em agosto do mesmo ano pelo então presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, não faz mais parte da corte eleitoral.

Além da ministrável, a PF aponta que a juíza Márcia Capanema de Souza foi espionada em agosto de 2020. Márcia é juíza eleitoral e foi responsável pela inelegibilidade do político Marcelo Crivella, mas não seria esse o motivo.

A magistrada era responsável por 14 ações com 14 réus bolsonaristas, incluindo quatro deputados e um senador, e as ações pediam remoção de conteúdos da internet e indenizações por danos morais. Titular do juizado, a magistrada Márcia Capanema de Souza já havia concedido seis liminares em favor do ex-deputado Jean Wyllys e homologado duas sentenças no mesmo sentido, mas acabou se declarando impedida de continuar a julgá-los por ser cunhada do advogado de Jean em um dos casos.

Os nomes das duas juristas constam no mais recente relatório da PF. Até então, não havia menção a demais nomes do Judiciário brasileiro.

A CNN não conseguiu contato com as defesas dos investigados. Eles foram indiciados nesta semana.

 

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