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Saiba como a guerra de Israel em Gaza afeta o mundo dos esportes 

Última atualização: 16 de setembro de 2025 17:44
Published 16 de setembro de 2025
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Momento de tensão no Oriente Médio faz com que o cenário esportivo também precise se movimentar  Outros Esportes, CNN Esportes, esportes, Futebol internacional, Gaza, Israel CNN Brasil

Contents
Naná Silva, de 15 anos, conquista prêmio de saque mais rápido do SP OpenSeguranças do Real Madrid “vetam” bandeira da Palestina na Champions; vejaMemphis desabafa por “mentiras e campanhas” contra seu nome; vejaFutebol também se vê pressionadoMLS e os dilemas da neutralidade nos EUAO impasse diplomático no horizonte esportivo

A guerra entre Israel e o Hamas, que já dura meses e contabiliza milhares de mortos, transbordou do campo militar para um dos terrenos mais simbólicos da convivência internacional: o esporte.

Competições de alto nível como a Volta da Espanha e a Supercopa da Uefa tornaram-se palco de protestos, divisões políticas e decisões controversas envolvendo atletas, clubes e federações. A crise também revelou os limites da neutralidade esportiva diante de uma guerra cada vez mais condenada pela opinião pública global.

A Volta da Espanha, uma das principais provas do ciclismo mundial, teve seu desfecho marcado por protestos massivos. Na etapa final, realizada em um clima de tensão, cerca de 100 mil manifestantes pró-Palestina invadiram o percurso, forçando a suspensão da corrida.

Jonas Vingegaard, líder da classificação geral, foi declarado campeão, mas não houve cerimônia de premiação. A imagem dos ciclistas cruzando a linha de chegada sem aplausos, troféus ou celebração ficou como símbolo de um esporte sacudido pela guerra.

As manifestações não foram pontuais. Ao longo das 21 etapas, quase todas sofreram interrupções por protestos. Na 11ª etapa, por exemplo, torcedores agitaram bandeiras palestinas e tentaram impedir o avanço dos ciclistas da equipe israelense Israel Premier Tech.

O Estadão foi o primeiro a informar um pouco mais sobre o assunto.

  • Naná Silva, de 15 anos, conquista prêmio de saque mais rápido do SP Open

    Naná Silva, de 15 anos, conquista prêmio de saque mais rápido do SP Open

  • Seguranças do Real Madrid "vetam" bandeira da Palestina na Champions; veja

    Seguranças do Real Madrid “vetam” bandeira da Palestina na Champions; veja

  • Memphis desabafa por "mentiras e campanhas" contra seu nome; veja

    Memphis desabafa por “mentiras e campanhas” contra seu nome; veja

A tensão escalou a ponto de o diretor técnico da prova, Kiko García, sugerir publicamente que a equipe deixasse a competição por razões de segurança. A proposta teve apoio de autoridades espanholas, país que reconheceu o Estado Palestino em 2024 e suspendeu um contrato de 700 milhões de euros com Israel para aquisição de armamentos.

Diante da pressão, a Israel Premier Tech optou por alterar seus uniformes, removendo o nome da equipe e o país de origem, mas recusou-se a abandonar a prova. “Isso abriria um precedente perigoso”, afirmou em nota. A União Ciclista Internacional (UCI), que pode decidir sobre a participação da equipe em competições futuras, condenou os protestos, enfatizando a necessidade de neutralidade política no esporte olímpico.

Entretanto, a neutralidade tem sido cada vez mais desafiada. O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, elogiou a mobilização pacífica dos manifestantes e reforçou o apoio à causa palestina. Já o presidente da UCI, Sylvan Adams, criticou: “Se abrirmos essa porta, amanhã protestarão contra times do Bahrein, Emirados Árabes e Casaquistão.”

Nos Estados Unidos, a Major League Soccer (MLS) tenta manter uma postura de neutralidade, mas enfrenta críticas por sua política de símbolos nas arquibancadas. A torcida do Columbus Crew, que contratou recentemente o atacante palestino Wessa Abou Ali, teve que pedir autorização para exibir bandeiras da Palestina. Enquanto isso, torcedores do Philadelphia Union já levam bandeiras de Israel em apoio ao jogador Tai Baribo.

A liga afirma proibir “mensagens políticas”, mas a aplicação das regras tem sido inconsistente. Após protestos com bandeiras da Ucrânia, por exemplo, não houve impedimento. A ambiguidade da regra motivou críticas de torcedores, que cobram transparência e igualdade de tratamento.

Outros casos chamaram atenção. Na Alemanha, o Fortuna Düsseldorf desistiu da contratação do atacante israelense Shon Weissman após manifestações contrárias da torcida, motivadas por postagens do jogador incitando ataques a Gaza. No Reino Unido, um torcedor do Brighton relatou ter sido banido do estádio por usar uma camisa da Palestina.

Futebol também se vê pressionado

O futebol, esporte mais popular do planeta, também não escapa da tempestade política. Em março de 2025, o atacante palestino Suleiman al-Obeid, conhecido como o “Pelé palestino”, foi morto por forças israelenses enquanto aguardava ajuda humanitária. A Uefa prestou homenagem ao jogador, mas a resposta do astro Mohamed Salah, do Liverpool, expôs o silêncio da entidade sobre as circunstâncias da morte: “Você pode nos dizer como ele morreu, onde e por quê?”

MLS e os dilemas da neutralidade nos EUA

Nos Estados Unidos, a Major League Soccer (MLS) tenta manter uma postura de neutralidade, mas enfrenta críticas por sua política de símbolos nas arquibancadas. A torcida do Columbus Crew, que contratou recentemente o atacante palestino Wessa Abou Ali, teve que pedir autorização para exibir bandeiras da Palestina. Enquanto isso, torcedores do Philadelphia Union já levam bandeiras de Israel em apoio ao jogador Tai Baribo.

A liga afirma proibir “mensagens políticas”, mas a aplicação das regras tem sido inconsistente. Após protestos com bandeiras da Ucrânia, por exemplo, não houve impedimento. A ambiguidade da regra motivou críticas de torcedores, que cobram transparência e igualdade de tratamento.

Outros casos chamaram atenção. Na Alemanha, o Fortuna Düsseldorf desistiu da contratação do atacante israelense Shon Weissman após manifestações contrárias da torcida, motivadas por postagens do jogador incitando ataques a Gaza. No Reino Unido, um torcedor do Brighton relatou ter sido banido do estádio por usar uma camisa da Palestina.

Segundo a Federação Palestina de Futebol (PFA), desde o início da guerra, 668 atletas e seus familiares foram mortos, sendo 339 ligados ao futebol. Instalações esportivas também foram alvo de ataques, com 288 unidades danificadas ou destruídas, incluindo estádios e centros de treinamento. A sede da federação também foi atingida.

Mesmo diante desse cenário, a Uefa evita sanções a Israel. Aleksander Ceferin, presidente da entidade, justificou sua posição com base na experiência da guerra Rússia-Ucrânia. “Não sou a favor da exclusão de atletas. A guerra parou com a expulsão da Rússia? Não parou”, afirmou. Ceferin também culpou “políticos imprudentes” pela guerra e ressaltou que não cabe ao futebol resolver conflitos geopolíticos.

A postura da Uefa, porém, não impediu protestos. Na Supercopa entre Tottenham e PSG, uma faixa com a mensagem “Parem de matar crianças, parem de matar civis” causou polêmica por supostamente ser direcionada a Israel. Já na Itália, a mobilização foi mais explícita: durante jogo das Eliminatórias entre Itália e Israel, torcedores viraram de costas e exibiram cartazes pedindo o fim da guerra. A Associação Italiana de Treinadores chegou a solicitar formalmente a suspensão da seleção israelense de competições internacionais.

O impasse diplomático no horizonte esportivo

Para Natali Hoff, cientista política e professora de Relações Internacionais do Unicuritiba, o cenário não deve mudar em curto prazo. “O cessar-fogo parece improvável no momento. Israel se sente fortalecido com o apoio dos Estados Unidos e não demonstra disposição para negociar”, afirma.

Ela também lembra que ataques recentes atingiram Doha, no Catar, durante negociações de paz, e aponta que o governo de Benjamin Netanyahu enfrenta acusações internas de corrupção, o que pode estimular a manutenção do conflito como forma de sobrevivência política.

Hoff destaca que a pressão internacional sobre Israel cresce, inclusive entre aliados históricos. “França, Espanha e até a Alemanha, apesar do peso do Holocausto, questionam os ataques em Gaza. A discussão não é sobre o direito de existir de Israel, mas sobre a condução da guerra”, avalia.

A comunidade esportiva, por sua vez, está cada vez mais dividida entre manter o espírito olímpico e responder à crescente indignação popular diante do conflito. O ciclismo já teme novos protestos na Volta da França em 2026. “Esperamos que até lá o conflito tenha sido resolvido”, disse Javier Guillén, diretor da Volta da Espanha. Mas mesmo ele reconhece que essa esperança está cada vez mais distante da realidade.

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