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Grupo usava deepfake de Gisele Bündchen para aplicar golpes milionários 

Última atualização: 1 de outubro de 2025 07:18
Published 1 de outubro de 2025
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Angélica Huck, Juliette, Maísa e Sabrina Sato estão entre os famosos que tiveram suas imagens utilizadas por criminosos em falsos anúncios; polícia do RS faz operação contra organização criminosa  Rio Grande do Sul, -agencia-cnn-, Famosos, fraude digital, Gisele Bundchen, Golpe CNN Brasil

Contents
Como as deepfakes eram usadasLeia MaisDono do bar interditado nega vender bebida com metanol: “Eu não sabia”Polícia fecha clínica que aplicava golpes em idosos em SPGrupo é preso suspeito de golpe que deu prejuízo milionário a idosos no RNEsquema de divulgação e “universidade do crime”Posicionamentos

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou uma megaoperação, nesta quarta-feira (1), contra um sofisticado esquema de fraudes envolvendo a criação por inteligência artificial de deepfakes que usavam a atriz e modelo Gisele Bündchen como garota propaganda de produtos falsos.

A Operação “Modo Selva” foi deflagrada para desmantelar a organização criminosa envolvida nas fraudes eletrônicas que movimentaram mais de R$ 20 milhões.

O golpe principal utilizava a tecnologia deepfake para produzir vídeos falsos da modelo Gisele Bündchen e de outros famosos, promovendo produtos fictícios e induzindo as vítimas a pagarem taxas de frete.

A operação cumpre emissão de 26 mandados judiciais — entre eles sete de prisão e nove de busca e apreensão — nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco, São Paulo e Bahia.

Além disso, a Justiça também autorizou o congelamento de ativos que podem totalizar até R$ 210 milhões. De acordo com a última atualização, quatro pessoas já foram presas.

Como as deepfakes eram usadas

De acordo com a polícia, as deepfakes foram usadas para criação de falsos vídeos e consequentes fraudes publicitárias.

Além de Gisele Bündchen, o esquema também produziu vídeos falsos de celebridades promovendo “produtos que não existiam”, segundo relatório da polícia. Angélica Huck, Juliette, Maísa e Sabrina Sato estão entre os famosos que tiveram suas imagens utilizadas por criminosos.

O golpe que deu início à investigação envolvia uma deepfake — definida como imagens e sons humanos feitos utilizando inteligência artificial — da modelo internacional. O vídeo fazia parecer que a modelo estava recomendando um “kit antirrugas grátis”. O produto, na realidade, não existia.


Golpe usava imagem da modleo Gisele Bündchen para vender produto falso • Reprodução

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Esquema de divulgação e “universidade do crime”

O conteúdo gerado com a deepfake era amplamente divulgado através de perfis falsos nas redes sociais, principalmente Facebook e Instagram, enganando as vítimas interessadas em promoções “imperdíveis” e direcionando-as para sites fraudulentos para efetuar pagamentos.

A investigação revelou uma estrutura hierárquica bem definida, chefiada por Levi Andrade da Silva Luz, que não apenas planejava os crimes, mas também gerenciava uma “universidade do crime digital” para instruir outras pessoas em golpes, segundo a polícia.

A “universidade do crime digital” foi criada através de um perfil no Instagram onde Levi ensinava outras pessoas a se tornarem “predadores digitais”.

“O perfil dele no Instagram tinha o slogan ‘te ensino a pensar como predador digital’, e oferecia mentoria para ensinar técnicas de golpes. Era literalmente uma escola do crime operando às vistas de todos”, detalhou a delegada Isadora Galian, responsável pela investigação.

Até uma blogueira, que possui mais de 110 mil seguidores nas redes sociais, fazia parte do esquema. Segundo a polícia, Lais Rodrigues Moreira, conhecida como “Japa”, utilizava as redes para impulsionar os golpes e promover jogos de azar ilegais.

Ela funcionava como uma “multiplicadora” do alcance criminoso — quando os golpistas criavam conteúdo fraudulento, simplesmente a marcavam nas publicações para que aparecessem em seu perfil, atingindo dezenas de milhares de pessoas.

Além das acusações de estelionato e lavagem de dinheiro, o grupo foi acusado de utilizar os fundos ilícitos para ostentar bens luxuosos e explorava a vulnerabilidade de pessoas que acreditavam em resultados milagrosos.

Tanto Levi quanto Lais foram presos durante o cumprimento dos mandados em São Paulo.

Posicionamentos

A CNN tenta contato com os artistas que foram vítimas dos crimimosos no esquema para um posicionamento. A reportagem também tenta contato com a defesa de Levi de Andrade e de Lais Rodrigues Moreira. O espaço segue aberto.

 

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