By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Portal Nação®Portal Nação®Portal Nação®
Notification Mostrar mais
Font ResizerAa
  • Início
Lendo: Legislação não pode deter o curso da história, diz Gilmar sobre pejotização 
Compartilhe
Font ResizerAa
Portal Nação®Portal Nação®
  • Notícias
  • Esporte
  • TV Nação
  • Entretenimento
  • Ciência
  • Tecnologia
  • Acesso
Search
  • Início
Siga nas redes
Portal Nação® > Noticias > outros > Legislação não pode deter o curso da história, diz Gilmar sobre pejotização 
outros

Legislação não pode deter o curso da história, diz Gilmar sobre pejotização 

Última atualização: 6 de outubro de 2025 10:02
Published 6 de outubro de 2025
Compartilhe
Compartilhe

Em audiência pública sobre o tema, decano do STF defendeu “transições justas” para fomentar a economia, enquanto os ministros da AGU e do Trabalho falaram do perigo de enfraquecer direitos trabalhistas  Política, -agencia-cnn-, Gilmar Mendes, Jorge Messias, Luiz Marinho, STF (Supremo Tribunal Federal), Trabalho CNN Brasil

Contents
Leia MaisPejotização: Decisão do STF pode impactar 212 mil açõesTarcísio sinaliza incômodo com pressão por candidatura em 2026Governo negocia trégua com União e PP e tenta manter ministrosFraude trabalhista

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta segunda-feira (6) que o país precisa lidar com as novas formas de trabalho sem tentar frear as transformações em curso. A declaração foi deita durante audiência pública que discute a pejotização, prática em que empresas contratam profissionais como pessoas jurídicas.

Relator do processo que discute o tema, Gilmar defendeu na audiência que a legislação deve acompanhar as mudanças sociais e tecnológicas, sem abrir mão da proteção aos trabalhadores.

“A complexidade do tema exige uma compreensão de como a inovação pode ser incorporada sem retrocessos, mas também sem a ilusão de que a legislação possa deter o curso da história ou preservar relações que, na prática, já se reconfiguraram”, disse o ministro.

Leia Mais

  • Pejotização: Decisão do STF pode impactar 212 mil ações

    Pejotização: Decisão do STF pode impactar 212 mil ações

  • Tarcísio sinaliza incômodo com pressão por candidatura em 2026

    Tarcísio sinaliza incômodo com pressão por candidatura em 2026

  • Governo negocia trégua com União e PP e tenta manter ministros

    Governo negocia trégua com União e PP e tenta manter ministros

Gilmar afirmou ainda que o papel do tribunal é garantir “transições justas e suaves”, de modo a fomentar a economia sem comprometer a dignidade da pessoa humana.

“O Supremo Tribunal Federal, como guardião da Constituição, tem o dever de zelar por um texto que, embora consistente em seus valores, está em constante movimento, acompanhando a transformação da sociedade brasileira e do mundo”, declarou.

O debate reúne representantes de trabalhadores, empresários e autoridades para discutir a licitude da contratação de trabalhador autônomo ou pessoa jurídica para a prestação de serviços. A decisão do Supremo terá repercussão geral, ou seja, definirá uma regra para o tema que servirá de referência para todos casos jurídicos semelhantes do país.

No final de agosto, em evento empresarial para discutir as relações de trabalho, Gilmar Mendes sinalizou um parecer favorável à pejotização e afirmou que o tema pode ser votado ainda neste ano no Supremo. Na ocasião, o ministro falou ser necessário encerrar uma “insistência” em modelos “ultrapassados” de trabalho.

“A insistência em manter modelos ultrapassados de regulação de trabalho gera insegurança jurídica, mina a livre iniciativa e contamina o ambiente econômico em prejuízo do próprio valor social do trabalho que, em tese, busca-se proteger”, disse no evento.

A discussão sobre o tema engloba três controvérsias que serão analisadas pelos ministros do Supremo. São elas:

  • a licitude da contratação civil/comercial de trabalhador autônomo ou de pessoa jurídica para a prestação de serviços (a chamada pejotização);
  • a competência da Justiça do Trabalho para julgar as causas em que se discute fraude nesse tipo de contrato e;
  • a obrigação de apresentar as evidências relacionadas à alegação de fraude, a fim de averiguar se essa responsabilidade é do autor da reclamação trabalhista ou da empresa contratante.

Fraude trabalhista

Presentes na audiência pública, os ministros da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias; e do Trabalho, Luiz Marinho, defenderam os direitos dos trabalhadores vítimas das chamadas “fraudes trabalhistas”.

A fraude trabalhista no contexto da pejotização ocorre quando a empresa contrata uma pessoa como se fosse pessoa jurídica (abrindo um CNPJ), mas na prática mantém com ela uma relação típica de emprego, com subordinação, horário fixo, metas, uso de recursos da empresa e exclusividade.

Nesse caso, o contrato de prestação de serviços serviria apenas para disfarçar o vínculo trabalhista e evitar o pagamento de direitos previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS e demais benefícios.

Para Messias, o que parece, à primeira vista, um arranjo moderno de contratação é, na prática, um processo que fragiliza o sistema de proteção social e empurra o trabalhador vulnerável para a informalidade.

“Por trás da aparência de liberdade contratual, muitas vezes, o que se esconde é a negação de direitos fundamentais, a substituição do vínculo de emprego por arranjos precários que transformam o trabalhador em pessoa jurídica de si mesmo: desprotegido, isolado e sem voz”, afirmou

Luiz Marinho, por sua vez, chamou a pejotização de “papo furado”.

“O contrato de pessoa jurídica existe no mundo, isso não está em discussão. O que está em discussão é a fraude trabalhista transvestida de pejotização. O que nós temos que compreender é que, independentemente da formação ou do salário da pessoa, se tem subordinação, tem que que proteger o trabalhador”, afirmou o ministro.

 

You Might Also Like

Maya Massafera surge com aparência assustadora após novos procedimentos estéticos e assusta seguidores; veja vídeo

Musk pede até US$ 134 bi da OpenAI e da Microsoft por “ganhos indevidos” 

Marinho e Kayzer curtem festa juntos em Salvador e reforçam rumores de retomada da parceria em campo pelo Vitória

RESISTÊNCIA! Baiano Leandro entra no BBB 26 após enfrentar Casa de Vidro e mais de 100 horas no Quarto Branco

Lula ironiza plano de Flávio Bolsonaro para 2026: “Não desista”

Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga o Portal Nação

Nas redes Sociais
FacebookLike
TwitterSiga nas redes
YoutubeSubscribe
TelegramSiga nas redes

Newsletter semanal

Assine nossa newsletter para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

Notícias populares

VÍDEO: Assessor de prefeitura baiana é flagrado atirando em festa

2 de maio de 2025
Juiz manda soltar suspeito de planejar ataque a bomba em show da Lady Gaga 
Brasil tem 8 milhões de empresas negativadas, diz Serasa 
Vasco aplica goleada humilhante no Santos e empurra o Vitória para o Z-4 do Brasileirão; assista
Jovem desaparece após mergulhar na Lagoa da Timbalada; veja o que se sabe
- Publicidade -
Ad imageAd image
  • Avisos legais
  • Política de privacidade
  • Gerenciamento de Cookies
  • Termos e condições
  • Parceiros

Todas as últimas notícias do Portal Nação direto na sua caixa de entrada

Aqui no Portal Nação, acreditamos em criar os melhores produtos para a indústria que cruzam o melhor design de software, experiência do usuário e funcionalidade.

Nosso site armazena cookies no seu computador. Eles nos permitem lembrar de você e ajudam a personalizar sua experiência em nosso site.
Leia nossa política de privacidade para maiores infromações.

Copyright © 2023-2024 Portal Nação | Todos os Direitos Reservados

Orgulhosamente ❤️ por HubCloud © 2024. Todos os Direitos Reservados
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?