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PF faz acordo com BNDES e Febraban contra crime organizado na Faria Lima 

Última atualização: 22 de dezembro de 2025 21:24
Published 22 de dezembro de 2025
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Pacto tem duração de 60 meses, período em que instituições irão agir em parceria para tentar sufocar ofensiva de braços do crime e evitar reedição do esquema do PCC instalado na Faria Lima  Negócios, -agencia-estado-, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), CNN Brasil Money, Crime organizado, Faria Lima, Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Mercado Financeiro, PF (Polícia Federal) CNN Brasil

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Leia MaisArcabouço não funciona mais e governo superestima receita, diz especialistaMeta do governo federal para 2026 é teórica, diz economista-chefe do InterPetróleo fecha em alta com apreensões de petroleiros na Venezuela pelos EUACarbono OcultoNomenclatura“Não regularizou? Fecha’”

O avanço do crime organizado contra o sistema financeiro, via fintechs controladas por facções em ousados esquemas de lavagem de dinheiro, levou a Polícia Federal a fechar um acordo de cooperação nesta segunda-feira (22) com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

O pacto tem um prazo de duração de sessenta meses, período em que as instituições irão agir estrategicamente em parceria para tentar sufocar a ofensiva de braços poderosos do crime e evitar a reedição do esquema do PCC (Primeiro Comando da Capital) instalado na Faria Lima – desmontado pela Operação Carbono Oculto em agosto passado.

“Antigamente, para assaltar um banco, eles chegavam com dinamite, com metralhadora, com carro. Hoje não. Com laptop, às vezes intimidando um servidor que tem responsabilidade na instituição ou comprando, o que é pior, você tem operações de grande vulto, são centenas de milhares de reais que foram transferidos para o crime organizado”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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A assinatura do acordo reuniu na sede da Polícia Federal em São Paulo, além de Mercadante, o diretor-geral da PF, delegado Andrei Rodrigues, e o presidente da Febraban, Isaac Sidney – quadros técnicos do BNDES participaram da cerimônia de assinatura do ajuste, Alexandre Abreu (áreas Financeira e de Mercado de Capitais), e Luiz Navarro (Risco e Compliance), além do presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), delegado da PF Ricardo Saadi.

“Se o crime mudou, não podemos ficar parados no tempo e pensar em combater essas novas modalidades de delinquência com práticas que viemos adotando há 10, 15, 20 anos”, disse Andrei.

“Agora que temos um brasileiro à frente da Interpol [delegado da PF Valdecyr Urquiza], esperamos já nos primeiros meses de 2026 fechar um acordo para trazer essa organização internacional para a nossa parceria.”

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, reforçou que a colaboração entre a PF e o BNDES é “mandatória”. Ele enfatizou. “Aqueles que não querem se somar para combater o crime no sistema financeiro precisam ser banidos.”

“Ou pedem para sair, ou precisam ser retirados pelo devido processo legal”, asseverou Sidney.

O presidente da Febraban fez ainda um alerta. “O crime organizado infelizmente já se infiltrou nos tecidos da economia.”

Carbono Oculto

Deflagrada em agosto passado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de São Paulo, a Operação Carbono Oculto – que revelou a sofisticação do PCC na lavagem de dinheiro – foi mencionada pelo presidente da Febraban durante a assinatura do acordo.

“Nós fizemos uma autorregulação logo depois que a Polícia Federal e o Poder Público deflagraram a operação Carbono Oculto. Também partiu da Febraban uma iniciativa de autorregulação para que as instituições financeiras pudessem adotar uma série de controles em termos de integridade”, disse Isaac.

O inquérito da Carbono Oculto aponta que a facção assumiu o controle de refinarias, distribuidoras, mais de 1,2 mil postos e até de um terminal portuário e adulterou combustíveis comercializados em vários Estados.

O Ministério Público de São Paulo acredita ainda que a facção tenha se inserido no mercado financeiro para escoar bilhões. Uma fintech atuava praticamente como o ‘banco paralelo do crime organizado’, segundo os investigadores.

Para Sidney, “é impossível eliminar o crime”, embora o setor bancário tenha que “zelar por solidez” e “ser resiliente às investidas de delinquência”.

Nomenclatura

Indagado se os ataques ao sistema financeiro estão atrelados, em sua maioria, ao PCC, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que “não cita, jamais, nenhuma facção criminosa”. Para Andrei, nomear as organizações é “glamourizar o crime”.

“Independente da nomenclatura da facção, é enfrentar com rigor, com firmeza, com integração, com cooperação, com investimento, com capacitação, com tecnologia”, explicou Andrei.

“Não regularizou? Fecha’”

Aloizio Mercadante afirmou que o acordo de cooperação técnica almeja criar um “observatório do impacto do crime financeiro”.

Para Mercadante, “os crimes financeiros são um grande tema econômico, de respeito ao desenvolvimento do Brasil, ao investimento, à geração de emprego. É imprescindível que a gente tenha um observatório que quantifique, que monitore, que faça diagnóstico”.

A “proliferação das fintechs” – nas palavras de Mercadante – “preocupa o BNDES”.

“O Banco Central tem operações que estão abaixo do radar da instituição fiscalizadora, o sujeito abre uma tal de conta balcão. São dois CPFs, cria um CNPJ, aí começa a receber dinheiro do crime, mas o que aparece publicamente é só o CNPJ de dois CPFs, que não tem problema, mas embaixo está tudo podre, é lavagem pura”, argumentou Mercadante.

“O Banco Central já tomou medidas em relação às contas balcão, mas eu quero fazer uma sugestão aqui. Dá um prazo de seis meses para que todas as fintechs se regularizem. Não regularizou? Fecha.”

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