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Abrir canais com governo Trump é chave para condução da relação com EUA

Última atualização: 20 de janeiro de 2025 10:32
Published 20 de janeiro de 2025
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A posse de Donald Trump inaugura novo capítulo da agenda geoeconômica mundial. Lidar com o imprevisível será exercício diário que vai exigir cautela por parte do Brasil, como reconhece o entorno do presidente Lula. A futura interlocução deste governo com a Casa Branca será chave para como a relação de 200 anos com a maior economia do mundo será conduzida daqui por diante. Relação esta que, na visão de assessores de Lula com o afastamento ideológico necessário, “começa correta”.

“Sem muito afeto, mas também sem contencioso”, disse ao JOTA uma fonte próxima do presidente.

É este equilíbrio — e há várias fontes possíveis de curto-circuito com capacidade de abalá-lo — que o governo tentará buscar. Dele dependerá a paz de espírito do governo Lula em ano importante que antecede ano eleitoral. É agora que a toada da campanha de 2026, que, na avaliação do próprio Palácio do Planalto, começou mal já de cara com o caso Pix, se constrói.

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“O lado positivo é que o Pix foi um alerta importante”, afirma este integrante do governo.

Ao contrário do que ocorreu quando Lula foi eleito em 2002, ainda não houve decisão proativa para se criarem canais de interlocução com os Republicanos que permitam ao presidente fazer o chamado controle de danos. E todos sabem que a diferença entre uma ameaça e a realidade pode estar a uma chamada telefônica de distância.

À época foram despachados para Washington os então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e o presidente do PT José Dirceu para fazer esse trabalho. Em julho de 2002 este último foi aos EUA com uma cópia da “Carta ao Povo Brasileiro” traduzida para o inglês. Visitou a Casa Branca, o Tesouro, o Congresso americano e o mercado financeiro. Mas o Brasil, o mundo e os republicanos sob o então presidente George W. Bush eram outros. Pouco antes da eleição, Lula confessou publicamente em entrevista a uma TV francesa torcer pela democrata Kamala Harris.

O mesmo esforço não se repetiu, na avaliação do professor da Escola de Relações Internacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV) Matias Spektor. “Vimos o contrário: a atitude da primeira-dama de fazer sua própria diplomacia, jogando lenha na fogueira”, destaca. Em sua avaliação, a rota de colisão entre o STF e a política de desregulamentação de redes sociais, de inteligência artificial e de segurança cibernética de Trump, já estaria contratada. “Está representada hoje pela entrada do Elon Musk no poder”, diz.

Tudo isso preocupa o setor produtivo, que tem evitado novos contratos até saber o que está por vir de fato. Oscilações do dólar e risco de aumento de tarifas criam perturbações no mercado. A interlocução é fluida no mundo dos negócios, que tem sua dinâmica própria. Os EUA são o segundo maior mercado para exportações brasileiras e o maior para produtos manufaturados. Mas há um limite até onde pode ir para evitar medidas unilaterais de governo.

Na oposição, percebe-se certo entusiasmo entre os bolsonaristas que, embora, queiram mostrar proximidade com Trump e seu entorno, não teriam os laços que alardeiam, segundo especialistas. Mas o fato é que têm, sim, ponto de contato, ainda que Trump seja tão imprevisível que não costume dar abertura nem para os próximos. Seu estilo, como destaca Spektor, tem por hábito dar margem a incertezas e estimular disputas internas.

“O deputado federal Eduardo Bolsonaro, que esteve na casa de Trump em Mar-a-Lago, estaria se movendo ativamente para tentar ajudar na definição de quem será o embaixador americano no Brasil. Se tiver êxito, estaremos contratando uma situação para 2025-2026 na qual a embaixada dos EUA no Brasil pode se tornar um ator na campanha eleitoral. Não seria a primeira vez”, completa o professor.

As pontes devem começar a ser construídas agora, após as sabatinas de peças-chave do novo governo, como o novo Secretário de Estado americano, Marco Rubio, filho de pais latinos, que já disse que a China é a maior ameaça aos EUA, maior até do que antiga União Soviética, e que quer diminuir a influência do Império do Meio no seu quintal. Ele já acusou o governo Lula de passar a mão na cabeça de Nicolás Maduro, entre outros líderes de esquerda da América Latina. Outro importante ponto de contato com o Brasil será o deputado republicano eleito pela Flórida Mike Waltz, conselheiro de segurança nacional. Sua indicação não precisou de sabatina. Ele deve ser o contraparte do assessor Especial da Presidência da República, Celso Amorim. Mas o governo também deve buscar congressistas e estados americanos com pautas comuns com o Brasil, sobretudo na área de clima e sustentabilidade.

Até aqui, a interface do governo Lula com os EUA seguiu por meio dos canais da Embaixada do Brasil em Washington. “A mudança começa com a posse de Trump, que é uma personalidade totalmente diferente de Bush. A situação agora é muito distinta”, disse uma fonte ao JOTA.

Há quem diga que este movimento já deveria ter começado.

 

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