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Análise: Trump retoma ataques a Obama em meio a polêmicas do caso Epstein 

Última atualização: 23 de julho de 2025 20:02
Published 23 de julho de 2025
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Acusações revelam ressentimento de longa data do presidente em relação ao antecessor democrata  Internacional, Barack Obama, Donald Trump, Michele Obama CNN Brasil

Contents
Leia MaisFontes: Procuradora-geral teria dito que Trump estaria nos arquivos EpsteinJustiça nega pedido para divulgação de documentos do caso EpsteinExclusivo CNN: Novas imagens mostram Epstein no casamento de Trump em 1993Racha na base de TrumpTrump acusa obama de traição

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu antecessor Barack Obama se encontraram para uma conversa significativa apenas uma vez: em 10 de novembro de 2016, dois dias após Trump vencer sua primeira eleição. Foi a primeira vez de Trump no Salão Oval da Casa Branca. Segundo a maioria dos relatos, foi um pouco constrangedor.

Quase nove anos depois, o encontro foi retomado nesta semana em um contexto muito diferente. No domingo (20), Trump publicou um vídeo gerado por inteligência artificial a partir de imagens da reunião para mostrar agentes do FBI invadindo o escritório, puxando Obama da cadeira e algemando-o enquanto ele cai de joelhos.

No vídeo, Trump assiste com um sorriso. Seu hino de campanha, “Y.M.C.A.”, toca ao fundo.

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Por anos — desde muito antes de lançar sua candidatura à presidência — Trump manteve fixação singular pelo 44º presidente, a quem quase sempre se refere como “Barack Hussein Obama”.

Nesta semana, a preocupação de Trump com Obama — e especificamente com seu papel na investigação da interferência da Rússia nas eleições de 2016 — ressurgiu de forma dramática. O gabinete de Obama raramente se pronuncia, mas repreendeu as acusações feitas por Trump.

A temperatura subiu ainda mais nesta quarta-feira (23), quando a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, foi à sala de imprensa da Casa Branca para acusar  Obama de “liderar a fabricação” de um relatório de inteligência que, segundo ela, foi elaborado para prejudicar Trump. Ela afirmou que encaminhamentos criminais foram feitos ao Departamento de Justiça.

“Há várias evidências e informações de inteligência que confirmam esse fato”, disse ela, acrescentando que as ações “só podem ser descritas como um golpe de anos e uma conspiração traiçoeira contra o povo americano, nossa república e uma tentativa de minar o governo do presidente Trump”.

Racha na base de Trump

Trump reacendeu as acusações contra Obama em meio a questionamentos sobre sua própria gestão. O governo Trump tem sido questionado, inclusive por seus tradicionais apoiadores do movimento Make America Great Again, sobre a forma como lidou com os arquivos do escândalo envolvendo o magnata Jeffrey Epstein.

Na terça-feira (22), o presidente foi questionado sobre o caso por um repórter, mas desviou da pergunta e respondeu acusando Barack Obama de traição aos EUA.

Críticos viram na resposta de Trump uma clara tentativa de desviar a atenção de uma controvérsia  com membros influentes de sua própria base. No entanto, seus ataques em relação a Obama antecedem qualquer tentativa de ofuscar o caso Epstein. Assessores dizem que, nos bastidores, Trump tem se mostrado tão animado com suas novas acusações quanto nesta semana diante das câmeras.

Os ataques têm alternado entre tentativas estratégicas de corroer o legado de Obama e o que assessores descreveram como um desdém visceral.  Segundo os assessores, Trump vê Obama como alguém injustificadamente popular e como a raiz de muitos dos problemas desde que o republicano entrou na política.

“Seja certo ou errado, é hora de ir atrás das pessoas”, disse Trump no Salão Oval na terça-feira. “Obama foi pego diretamente.” Tanto Gabbard quanto a secretária de imprensa, Karoline Leavitt, se esquivaram de perguntas na coletiva de imprensa desta quarta-feira sobre a imunidade de Obama como ex-presidente.

Durante seu primeiro mandato, Trump reclamou sobre a condução da política externa de Obama e fez até acusações absurdas de que ex-presidente teria espionado a Trump Tower.

Desde que reassumiu o cargo em janeiro, no entanto, Trump vinha direcionando sua ira principalmente para Joe Biden, a quem retrata como uma marionete da agenda radical dos assessores democratas.

Obama e Trump até pareceram ter tido uma conversa amigável nos bancos da Catedral Nacional de Washington em janeiro, quando ambos compareceram ao funeral do falecido presidente Jimmy Carter. Trump convidou Obama para uma partida de golfe em um de seus clubes, disse uma pessoa familiarizada com a conversa.

“Nossa, eles parecem duas pessoas que se gostam”, disse Trump alguns dias depois, quando questionado sobre as imagens. “E provavelmente gostamos.”

Agora, provavelmente não.

Trump acusa obama de traição

“Ele é culpado”, disse Trump na terça-feira sobre Obama. “Isso foi traição. Isso foi tudo o que se possa imaginar.”

Trump baseou suas acusações em um relatório divulgado na semana passada, que tenta invalidar uma avaliação feita em 2017 de que a Rússia buscou influenciar a eleição de 2016 para favorecer Trump.

Essa avaliação de 2017 foi corroborada por um relatório bipartidário do Comitê de Inteligência do Senado, endossado por todos os republicanos do painel, incluindo o então senador Marco Rubio, que agora é secretário de Estado e conselheiro interino de segurança nacional de Trump.

Mas Gabbard e Trump chegaram a uma conclusão diferente e acusaram Obama e altos funcionários de seu governo de manipular informações de inteligência para apoiar a teoria de que a Rússia influenciou os resultados da eleição.

Suas descobertas parecem confundir as tentativas da Rússia de semear discórdia por meio de vazamentos e campanhas nas redes sociais com esforços para hackear a infraestrutura eleitoral e alterar o total de votos, o que autoridades de inteligência disseram não ter acontecido na disputa de 2016.

Mesmo assim, Trump classificou o novo relatório de terça-feira como o “maior escândalo da história do nosso país”.

“Obama estava tentando liderar um golpe”, disse Trump. “E foi com Hillary Clinton.”

Poucas horas depois, um porta-voz de Obama rejeitou as acusações, lembrando que, normalmente, o ex-presidente ignora as “constantes bobagens e desinformação” de Trump, mas não pôde, neste caso, permanecer em silêncio.

“Essas alegações bizarras são ridículas e uma tentativa fraca de distração“, disse o porta-voz, Patrick Rodenbush.

Trump há muito tempo vê a investigação sobre a Rússia como uma nuvem sobre seu primeiro mandato, criada por seus rivais políticos para subverter sua legitimidade e prejudicar sua capacidade de vencer uma eleição.

Embora Obama já estivesse fora do poder quando um procurador especial foi nomeado e o Congresso começou a investigar a interferência russa, Trump apontou o ex-presidente como o “líder” da operação.

“Isso é, tipo, uma prova — uma prova irrefutável — de que Obama foi sedicioso”, disse Trump, acrescentando alguns segundos depois que atribuir a culpa a autoridades de menor escalão foi um erro: “Eu me divirto quando ouço todo mundo falando de pessoas de quem eu nunca ouvi falar”, disse ele. “Não, não, foi Obama. Ele liderou. E está escrito nos documentos.”

Trump começou a divagar quando foi questionado sobre os planos do Departamento de Justiça de interrogar Ghislaine Maxwell, a associada de Jeffrey Epstein que cumpre pena de 20 anos em uma prisão federal por conspirar com o abuso sexual de menores.

O presidente mudou de assunto quase imediatamente — e sem muitas explicações: passou de responder à pergunta sobre Epstein para um discurso sobre Obama. Isso alimentou a impressão de que estava usando os ataques ao ex-presidente para desviar a atenção de um escândalo.

Trump já deixou claro que acredita que o caso Epstein está recebendo atenção demais.

“Tivemos os melhores seis meses de qualquer presidente na história do nosso país, e tudo o que as notícias falsas querem falar é sobre a farsa de Jeffrey Epstein!”, escreveu ele nas redes sociais na terça-feira.

Mas sua raiva em relação a Obama, expressa repetidamente ao longo de sua reunião, revelava algo mais profundo do que uma tática de distração. Foi um vislumbre de um rancor persistente que parece improvável que algum dia desapareça completamente.

Os ressentimentos remontam a mais de uma década, quando Trump alimentou as teorias da conspiração de que Obama não era cidadão americano. Sua indignação pareceu se aprofundar quando Obama zombou dele durante um discurso no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca em 2011 e câmeras de televisão flagraram Trump carrancudo na plateia.

Quando Obama estava transferindo o poder para Trump, as sementes da desavença já estavam plantadas, mesmo que os dois tenham demonstrado cortesia no Salão Oval.

Os assessores de Trump agora olham para aquele período como um momento de decepção.

“Assisti a um clipe (de Obama) neste fim de semana dizendo: ‘Sabe, vou fazer tudo o que puder para ajudar Donald Trump. É assim que nosso país terá sucesso’. Ele disse isso na cara do presidente Trump no Salão Oval durante aquele período de transição”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, esta semana no “Ruthless Podcast”.

“Enquanto isso, ele estava realizando reuniões secretas na Casa Branca com altos funcionários da polícia e da inteligência para divulgar essa informação falsa e enganar o público americano”, ela continuou.

Agora, tudo está muito distante das relações cordiais — pelo menos em público — entre presidentes, que foram a norma por décadas. Esse norma praticamente desapareceu durante o primeiro mandato de Trump.

Desde seu único encontro em 2016, Trump e Obama mal se falaram, exceto por gentilezas em ocasiões de Estado.

A ex-primeira-dama Michelle Obama passou a faltar a qualquer evento em que Trump também pudesse comparecer.

 

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