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Lendo: “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”: o que é real e o que é ficção 
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“Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”: o que é real e o que é ficção 

Última atualização: 19 de novembro de 2025 06:30
Published 19 de novembro de 2025
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Série retrata assassinato cometida contra socialite em 1976  Entretenimento, #CNNPop, Ângela Diniz, Marjorie Estiano, Séries, True Crime CNN Brasil

Contents
Quem foi Ângela Diniz, que inspirou nova série com Marjorie Estiano“Caso Eloá: Refém ao Vivo”: por que Nayara não foi entrevistada?“Ângela Diniz”: Marjorie Estiano se emociona ao relembrar cena da sérieRelembre o casoAssista ao trailer de Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”

A série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, que estreou na última semana, busca trazer a realidade dos fatos como ela é, mas utiliza de alguns recursos fictícios para contar a história da socialite (Marjorie Estiano) morta a tiros pelo companheiro Doca Street (Emilio Dantas), em 1976. A obra, disponível na HBO Max, dá foco a um dos grandes crimes do país.

Em conversa com a CNN, as produtoras Renata Brandão, da empresa cinematográfica Conspiração, e Renata Rezende, diretora de produção da Warner Bros. Discovery, disseram que os fatos relatados foram inspirados em conversa com mulheres do círculo de Ângela Diniz.

  • Quem foi Ângela Diniz, que inspirou nova série com Marjorie Estiano

    Quem foi Ângela Diniz, que inspirou nova série com Marjorie Estiano

  • "Caso Eloá: Refém ao Vivo": por que Nayara não foi entrevistada?

    “Caso Eloá: Refém ao Vivo”: por que Nayara não foi entrevistada?

  • "Ângela Diniz": Marjorie Estiano se emociona ao relembrar cena da série

    “Ângela Diniz”: Marjorie Estiano se emociona ao relembrar cena da série

As duas ressaltaram o julgamento, mostrado nos últimos episódios da série, como a parte mais fidedigna da obra, já que ele foi amplamente repercutido pela mídia na época.

Em sua primeira defesa, Doca Street alegou “legítima defesa da honra”, ou seja, que ele apenas havia reagido a uma suposta agressão à sua honra.

A tese da “legítima defesa da honra” foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023, pois viola os princípios da dignidade humana, da proteção à vida e da igualdade de gênero.

O réu foi condenado a apenas dois anos de prisão, pena que gerou revolta e inspirou movimentos feministas. A comoção nacional e a pressão popular levaram a um novo julgamento, em 1981, no qual Doca recebeu pena de 15 anos.

Ao longo dos seis episódios, a série traz diálogos e momentos de Ângela com companheiros amorosos, amigas e a filha. As personagens que apoiam a socialite durante a vida, como Lulu Prado (Camila Márdila) e Gilda Rabelo (Renata Gaspar), são inspiradas em pessoas reais, mas se tornam personagens fictícias na produção.

Na vida real, Ângela Diniz teve três filhos: Cristiana, Luiz Felipe e Milton Vilas Boas. Na série, ela é apenas mãe de Mariana (Maria Volpe).

Relembre o caso

Ângela, conhecida pela independência e estilo de vida ousado para a época em seus últimos anos de vida, foi morta com quatro tiros na casa de praia em Búzios (RJ), em 30 de dezembro de 1976.

Ela havia começado um relacionamento com Doca Street poucos meses antes de ser assassinada. Amigos de Ângela relatavam que o à época companheiro, tinha crise de ciúmes e a proibia de sair. O crime ocorreu após uma suposta discussão dos dois.

O crime ganhou grande repercussão e dividiu opiniões, principalmente após o julgamento de Doca Street.

Assista ao trailer de Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”

 

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