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Anúncios falsos estão entre golpes mais comuns nas redes; saiba como evitar 

Última atualização: 24 de setembro de 2025 15:50
Published 24 de setembro de 2025
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Especialistas explicam fatores que facilitam fraudes digitais no Brasil e elencam dicas para se proteger  Tecnologia, crimes digitais, Golpes, Redes sociais CNN Brasil

Contents
Leia MaisDonos de iPhone são menos cuidadosos com segurança digital, diz estudoWhatsApp exclui quase 7 milhões de contas de golpe no aplicativoGolpes digitais estão mais sofisticados e personalizados; como evitar cair?Vulnerabilidade a fraudes digitais não se restringe à idadeFalta de regulamentação deixa o terreno fértil para golpesComo se proteger?

O Brasil é o segundo país com mais ataques cibernéticos do mundo, de acordo com o Panorama de Ameaças para a América Latina 2024. Um dos principais fatores para esse cenário é a adoção massiva das redes sociais, o que cria um ambiente fértil para os golpistas, de acordo com especialistas.

“Nós temos uma inclusão digital acelerada, mas sem a devida alfabetização digital. Milhões de brasileiros entraram no mundo online e financeiro digital sem o preparo para identificar os riscos”, analisa o advogado Lucas Ruiz Balconi, doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), à CNN.

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Além disso, a criminalidade cibernética se profissionalizou, com quadrilhas especializadas em phishing, anúncios falsos e até uso de deepfake, conforme analisa André Dantas, advogado com expertise em processo legislativo e direito público. “Somado a essa questão, temos uma regulação fragmentada e dificuldade de investigação, o que faz com que a sensação de impunidade estimule ainda mais esse mercado ilegal”, completa à CNN.

De acordo com os especialistas, um dos golpes mais comuns nas redes sociais são os anúncios falsos de produtos que levam a sites de e-commerce clonados ou que promovem benefícios governamentais ou vantagens financeiras.

“O golpe pode começar com um anúncio falso no Instagram, continuar com uma conversa no WhatsApp e ser consumado via PIX, muitas vezes com o dinheiro sendo lavado por meio de empresas de pagamento de fachada. É um problema sistêmico”, exemplifica Balconi.

“As plataformas são o vetor de maior alcance, mas a fraude percorre diferentes serviços e atores que, hoje, não conversam entre si para preveni-la de forma eficaz”, completa.

Campanhas de doação fraudulentas também são comuns nas redes, principalmente aquelas que copiam a identidade visual de campanhas legítimas para desviar recursos. Clonagem de perfis no WhatsApp, em que o criminoso se passa por algum amigo ou familiar da vítima, também é uma das fraudes mais frequentes.

“Há, ainda, o phishing, em que o usuário é levado a clicar em links enganosos para fornecer dados”, afirma Dantas.

Vulnerabilidade a fraudes digitais não se restringe à idade

Qualquer pessoa que está presente nas redes sociais está vulnerável a sofrer golpes digitais, mas há uma parcela da população que está em maior risco. De acordo com Dantas e Balconi, pessoas acima de 50 anos e idosos são os mais afetados.

“Elas confiam mais nas mensagens que recebem e, muitas vezes, têm menor domínio das ferramentas digitais. Mas não são as únicas vítimas: jovens adultos, principalmente aqueles muito ativos no e-commerce e em operações via Pix, também têm sido alvos constantes”, explica Dantas.

Segundo Balconi, os jovens estão mais vulneráveis a fraudes relacionadas a jogos online, promessas de dinheiro fácil e esquemas de pirâmide financeira, muitas vezes recrutados em grupos de Discord e Telegram. “A vulnerabilidade hoje é menos sobre idade e mais sobre o contexto: o desemprego, o desejo de ganho rápido e a falta de educação digital crítica atingem todas as faixas etárias”, afirma.

Falta de regulamentação deixa o terreno fértil para golpes

De acordo com os especialistas, a falta de regulamentação mais rigorosa para as redes sociais deixa o terreno mais fértil para fraudes digitais no Brasil. Na visão de Balconi, existem três pilares que poderiam reduzir a incidência de golpes em redes sociais.

“Primeiro, uma regulação mais rigorosa dos intermediários de pagamento (gateways, sistemas de cashout, entre outros), responsabilizando-os por transações com empresas de fachada criadas para fraudes”, afirma. “Segundo, a implementação de mecanismos mais ágeis de bloqueio e devolução de valores no ecossistema do PIX em casos de fraude comprovada. Por fim, a consolidação de um marco legal claro sobre o dever de cuidado das plataformas, que as obrigue a agir proativamente, o que felizmente começou a mudar, mas ainda é muito incipiente.”

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, por maioria, a tese que responsabiliza as big techs por conteúdos criminosos postados por terceiros e estabelece que o Artigo 19 do Marco Civil da Internet é parcialmente inconstitucional.

“Esse foi o ponto de mudança mais importante dos últimos anos”, afirma Balconi. “A decisão cria o fundamento jurídico para que as plataformas sejam responsabilizadas por não agirem de forma diligente para remover conteúdos fraudulentos, especialmente após notificação. A lacuna está diminuindo, mas ainda temos um longo caminho.”

Como se proteger?

Existem algumas medidas que podem ser tomadas para evitar cair em fraudes digitais. De acordo com os especialistas, é recomendado:

  • Ativar a autentificação em dois fatores em todas as contas;
  • Desconfiar de ofertas “boas demais” ou de mensagens com senso de urgência;
  • Verificar links antes de clicar;
  • Verificar a fonte de campanhas para doação ou de pagamentos online;
  • Nunca compartilhar códigos de segurança recebidos por SMS ou WhatsApp;
  • Usar senhas fortes e diferentes para cada serviço utilizado;
  • Configurar limites e alertas de transações, especialmente no PIX.

Veja 5 maneiras de identificar e-mails falsos e evitar golpes

 

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