“Polícias de São Paulo têm compromisso inegociável com a ética e legalidade”, afirmou o governador
Este conteúdo foi originalmente publicado em Após operação, Tarcísio promete punição rigorosa a policiais ligados ao PCC no site CNN Brasil. São Paulo, -agencia-cnn-, Polícia, São Paulo (geral), Tarcísio de Freitas CNN Brasil
Após a realização de uma operação da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo contra 15 agentes suspeitos de ter ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) prometeu rigor em casos de “desvios de conduta”.
“As polícias de São Paulo têm compromisso inegociável com a ética e legalidade. Desvios de conduta serão severamente punidos e submetidos ao rigor da lei”, escreveu o governador em uma rede social na manhã desta quinta-feira (16).
Começamos o dia com passo importante para solucionar de vez a execução de Vinícius Gritzbach. Operação Prodotes, deflagradas pela corregedoria da PM, com 15 mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, já prendeu 14 criminosos. Entre eles, um dos atiradores… pic.twitter.com/DdhO3ndx6K
— Tarcísio Gomes de Freitas (@tarcisiogdf) January 16, 2025
Segundo Tarcísio, a operação, que, até as 11h já havia prendido 14 pessoas, representa um “passo importante para solucionar de vez a execução de Vinícius Gritzbach”. O empresário, que era delator do PCC, foi morto em novembro do ano passado quando saía do terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos.
Entre os alvos da operação desta quinta-feira está o policial militar que, segundo as investigações, foi o responsável por efetuar os disparos que mataram o empresário.
A ação ocorre na capital paulista e na Grande São Paulo. Além dos 15 mandados de prisão, são realizados sete mandados de busca e apreensão.
Os policiais militares passaram a ser investigados em março do ano passado, quando a Corregedoria recebeu uma denúncia sobre vazamentos de informações sigilosas que favoreciam criminosos ligados à facção.
A investigação evoluiu para um inquérito policial militar, que apurou que os envolvidos, entre militares da ativa, da reserva e até ex-integrantes da instituição, favoreciam membros da facção, evitando prisões ou prejuízos financeiros.
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