País do Caribe está eliminado das Eliminatórias para Copa 2026 e já teve um brasileiro no banco de reservas Futebol Internacional, CNN Esportes, Cole Palmer, Futebol internacional, São Cristóvão e Névis CNN Brasil
O pequeno arquipélago de São Cristóvão e Névis esteve em evidência no mundo do futebol nesta semana após receber a visita do inglês Cole Palmer, astro do Chelsea e campeão do Mundial de Clubes.
Palmer, eleito o melhor atleta do torneio da Fifa, realizado nos Estados Unidos, tem raízes estreitas com o país caribenho. Seu avô paterno, Sterry Palmer, deixou São Cristóvão e Névis em 1960, aos seis anos, para viver na Inglaterra.
Mesmo à distância, o craque do Chelsea demonstra carinho com São Cristóvão e Névis, e carrega a bandeira do país caribenho estampada em suas chuteiras.

Se a Inglaterra de Cole Palmer possui histórico no futebol, tendo conquistado uma Copa e sendo considerado o país que originou o esporte, o mesmo não se pode dizer da pequena nação onde o avô de Palmer nasceu.
São Cristóvão e Névis longe da Copa
A seleção de São Cristóvão e Névis está longe de ser uma equipe que faz frente aos grandes times mundiais. Atual número 151 do ranking da Fifa, a melhor posição da seleção são-cristovense foi o 73º lugar, em 2016 e 2017.
Entre amistosos e Eliminatórias para a Copa, a seleção de São Cristóvão e Névis fez seis partidas em 2025, tendo vencido apenas uma, 4 a 2 sobre Anguilla, e perdido os outros cinco jogos.
Ainda sobre as Eliminatórias, São Cristóvão e Névis não têm mais chance de conquistar uma vaga inédita para a Copa de 2026. Na primeira fase, a equipe ficou na quarta posição do grupo B, mas apenas os dois primeiros avançaram para a segunda fase. O saldo foi de uma vitória e três derrotas.
Nas Eliminatórias da Copa de 2022, São Cristóvão e Névis conseguiram liderar o grupo F da primeira fase. Porém, a seleção caiu na fase seguinte após um agregado de 6 a 0 contra El Salvador.

Os Sugar Boyz, como a seleção caribenha é conhecida, passaram a disputar as Eliminatórias a partir do qualificatório para a Copa da França em 1998.
A maior façanha da equipe foi a classificação para a Copa Ouro de 2023. Porém, a campanha se tornou a pior da fase de grupos, já que a equipe são-cristovense sofreu 14 gols e não conseguiu balançar as redes em uma complicada chave que tinha Estados Unidos, Jamaica e Trinidad e Tobago.
Técnico brasileiro em São Cristóvão e Névis
Em sua curta história no futebol mundial, a seleção do Caribe já foi comandada por um treinador brasileiro.
Léo Neiva comandou São Cristóvão e Névis nas Eliminatórias para a Copa do Catar. Mesmo não tendo classificado para a principal competição, o treinador brasileiro conseguiu colocar os são-cristovenses na 21ª posição no ranking da Concacaf.
Além do trabalho relevante com São Cristóvão e Névis, Léo Neiva passou por equipes menores no Brasil, como os cariocas América e Bonsucesso, além do Atlético Itapemirim, do Espírito Santo.

