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Big techs e setor financeiro saem em defesa do Pix ante ataques de Trump 

Última atualização: 8 de agosto de 2025 04:32
Published 8 de agosto de 2025
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AWS e Dell falam em “tecnologia disruptiva” e apontam setor financeiro brasileiro “como um dos mais desenvolvidos” do mundo  Macroeconomia, Big Techs, CNN Brasil Money, Donald Trump, Estados Unidos, estilo-cnn-money, PIX, setor financeiro CNN Brasil

Contents
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A tensão comercial entre o Brasil e os Estados Unidos colocou no centro do debate uma série de fatores da economia brasileira que o presidente Donald Trump “anti-americanos”.

A proteção ao etanol brasileiro, acusações sobre desmatamento, corrupção e pirataria são alguns dos elementos que levaram o USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) a abrir uma investigação sobre o que chamam de “práticas desleais” do Brasil.

Para além destas, a autoridade norte-americana avalia que “o Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação aos serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a, tirar vantagem dos serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”. A referência é direta ao Pix.

Ao longo das reuniões chefiadas pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), o governo chegou a receber algumas das empresas que estariam, segundo Trump, sendo ameaçadas pela ferramenta de pagamentos instantâneos.

Após a reunião, porém, big techs como Apple, Meta, Google e Expedia e a gigante dos cartões Visa saíram em defesa de um “Pix para todos” após o encontro, afirmou Alckmin.

“Nada impede que a forma de pagamento, outras empresas também participem. Falaram que defendem o chamado ‘Pix para todos’. O que é importante? É que tem que ser de graça”, relatou o vice-presidente, ressaltando a importância das gigantes de tecnologia como investidoras no Brasil.

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Em entrevista à CNN, executivos de outras grandes marcas de tecnologia também exaltaram o Pix, sobretudo pela organização e regulamentação do setor público para garantir a eficiência da ferramenta.

“É uma tecnologia disruptiva que trouxe para o mercado e para o usuário final um potencial enorme […], mas com toda a regulamentação necessária para colocar um serviço de inovação como esse no mercado”, afirmou Cleber Morais, diretor-geral da AWS (Amazon Web Services) no Brasil.

O braço de tecnologia em nuvem e inteligência artificial da Amazon também esteve em diálogo com o governo nesses tempos de tensão comercial.

“Os brasileiros, empresas brasileiras e o governo do Brasil podem contar com a Amazon Brasil no que diz respeito ao apoio para continuarmos tendo boas relações ao longo da história com todos os governos”, pontuou Morais.

Acessibilidade e exemplo no setor financeiro

A proposta do governo sempre foi essa: de manter uma ferramenta prática e acessível. Não obstante, após a “crise do monitoramento do Pix” do começo deste ano, o Executivo publicou uma medida provisória reforçando a gratuidade do meio de pagamento.

“Existem alguns itens que estão sendo discutidos e alguns que estamos tentando compreender […]. A questão do Pix: há um incomodo por ser um instrumento do Estado brasileiro, como se houve a presunção de que o Pix deveria ser privado, render lucro para alguém”, afirmou Haddad em entrevista exclusiva à CNN no final de julho.

“A conversa esbarra numa percepção de que o Pix concorre, e ele não concorre. Ele concorre com o papel moeda, pois ele é eletrônico. É um expediente que não pretendemos abrir mão. Queremos proteger as conquistas dos trabalhadores brasileiros, e vamos continuar fazendo isso independente da medida que vai ser tomada”, pontuou, enfatizando que o governo não trabalha com a hipótese de privatizar a ferramenta.

O desenvolvimento de sistemas de pagamentos instantâneos tem sido um fenômeno crescente, especialmente em países emergentes. A questão é que grandes empresas norte-americanas encaram essas ferramentas como um concorrente a meios de pagamento tradicionais, como os cartões de crédito, ou os aplicativos de transferência de dinheiro, como Apple Pay, Google Pay ou o WhatsApp Pay.

Essas empresas se beneficiam de cada transação realizada entre consumidores e empresas ao intermediarem as operações. Com o Pix, a necessidade de um intermediário cai por terra.

“O Pix é uma coisa sensacional, é fenomenal. […] O Banco Central conseguiu estabelecer uma coisa que é um fenômeno e um êxito hoje visto até no mundo, porque deu acessibilidade e a capacidade de fluxo do capital entre todos os níveis da sociedade de maneira muito mais ágil”, avaliou à CNN Luis Gonçalves, head da Dell para América Latina.

“O sistema [financeiro] brasileiro hoje é enxergado, não só na América Latina, mas no mundo inteiro, como um dos mais desenvolvidos”, ressaltou.

Em entrevista ao Capital Insights, André Daré, presidente da empresa de infraestrutura para transações digitais e de inteligência de dados Núclea, defendeu que o Pix fez do Brasil “inspiração em transferência digital”.

O pessoal do setor avalia que “o Brasil vive uma revolução silenciosa em tecnologia bancária e o mundo começa a perceber”, como aponta a fintech NAVA à CNN.

Vale destacar que o Pix tornou-se o meio de pagamento mais utilizado pelo brasileiro em quatro anos de operação.

“Temos tecnologia de ponta, uma população digitalmente engajada e um ambiente regulatório inovador. Com investimentos certos em branding internacional, diplomacia tecnológica e modelos de negócio escaláveis, o país pode exportar não só soluções, mas também liderança em inclusão e transformação digital”, pondera Emanuela Ramos, Chief of Growth Office na NAVA.

BC em defesa do Pix

Em evento na quarta-feira (6), Gabriel Galípolo, presidente do BC, autarquia responsável pelo desenvolvimento e operação do Pix, buscou rebater o que chamou de “falsas narrativas” críticas dos Estados Unidos à ferramenta.

A autoridade monetária enfatizou que a ferramenta de pagamento instantâneo contribuiu para ampliar o acesso da população à infraestrutura bancária do país e questionou a tese de que o Pix teria causado prejuízo aos bancos.

“Os cartões de débito, pré-pago e, em especial, os de crédito, apresentam uma taxa de crescimento maior do que antes do advento do Pix. O que elimina qualquer ideia de rivalidade ou de que um estaria canibalizando o outro, a partir de alguma lógica que possa tentar ser apresentada”, disse o presidente do BC.

“Infelizmente, a gente está num momento onde, muitas vezes, as coisas são complexas de se compreender e elas são capturadas por algum tipo de debate onde as versões podem ser muitas vezes mais interessantes do que os fatos”, concluiu.

Com informações de Cleber Rodrigues, Fernando Nakagawa e Taísa Medeiros, da CNN

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