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Braga Netto no STF: entenda as acusações contra o ex-ministro 

Última atualização: 28 de agosto de 2025 14:03
Published 28 de agosto de 2025
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General da reserva é acusado de integrar grupo que teria organizado tentativa de golpe de Estado em 2022; Primeira Turma inicia julgamento do “núcleo crucial” na próxima terça-feira (2)  Política, Julgamento Bolsonaro, STF (Supremo Tribunal Federal), Walter Souza Braga Netto CNN Brasil

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A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar na próxima terça-feira (2) se condena ou absolve o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), e outras sete pessoas acusadas de tentativa de golpe de Estado.

A acusação coloca Braga Netto no chamado “núcleo crucial” da organização investigada por planejar um golpe para impedir que Bolsonaro deixasse o Planalto após eleições de 2022. Segundo a denúncia, esse grupo é composto por supostos líderes que teriam atuado na articulação da trama.

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O ex-ministro é acusado dos seguintes crimes:

  • Organização criminosa armada;
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • Golpe de Estado;
  • Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
  • Deterioração de patrimônio tombado.

Nas alegações finais, apresentadas em 13 de agosto, os advogados de Braga Netto contestaram a validade das informações delatadas pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, além de apontar supostas nulidades processuais, como a incompetência do tribunal para julgar o caso, e a ausência de provas.

A defesa pede a absolvição do general e, em caso de condenação, “que seja aplicada a causa de diminuição de pena por participação de menor importância”.

As alegações finais funcionam como um dossiê em que os advogados fazem um balanço de tudo o que foi discutido ao longo da investigação, na tentativa de convencer os ministros do STF de sua versão dos fatos.

Além de Braga Netto, o STF analisará se condena ou absolve, pelos mesmos crimes, outros sete réus:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente de República;
  • Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;
  • Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro;
  • Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.

A única exceção é o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). No início de maio, a Câmara dos Deputados aprovou um pedido de suspensão parcial da ação penal contra o parlamentar. Com isso, ele passou a responder por somente três do cinco crimes que havia sido acusado: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Acusação e prisão de Braga Netto

Na denúncia apresentada pela PGR, Braga Netto é acusado de integrar a liderança de uma suposta organização criminosa que articulava um plano de golpe de Estado para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.

Braga Netto foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) em dezembro de 2024, sob suspeita de envolvimento direto na tentativa de golpe. Segundo a PF, o general tentou interferir nas investigações e acessar conteúdos sigilosos da delação premiada de Mauro Cid.

No último dia 6, o ministro Alexandre de Moraes negou, pela sexta vez, um pedido de soltura de Braga Netto.

Punhal Verde Amarelo

Entre as acusações mais graves apresentadas pela PGR está a participação de Braga Netto no planejamento do chamado plano “Punhal Verde Amarelo”. A iniciativa previa ações clandestinas, incluindo o assassinato de autoridades, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Segundo a denúncia do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o general teria se reunido com integrantes das Forças Especiais do Exército, os chamados “kids pretos”, em sua residência funcional no dia 12 de outubro de 2022 para discutir o plano.

“Na residência funcional do General Walter Souza Braga Netto, com a presença de Rafael Martins De Oliveira, Hélio Ferreira Lima e Mauro César Barbosa Cid, onde os denominados ‘kids pretos’ debateram as ações clandestinas enfeixadas sob o nome “Copa 2022”, destinadas a neutralizar o Ministro Alexandre de Moraes, nos moldes previstos pelo plano “Punhal Verde Amarelo”, escreveu Gonet na Denúncia.

Financiamento do plano

Mauro Cid, em sua delação premiada, afirmou que Braga Netto foi responsável por levantar recursos para financiar a operação. O trecho foi utilizado pela PGR para embasar a denúncia.

“Em sua colaboração premiada, Mauro Cid esclareceu o meio encontrado pela organização criminosa para obter o montante necessário à realização da operação, ressaltando o relevante papel de Braga Netto no financiamento da ação”, afirma a denúncia.

Segundo a delação de Mauro Cid, Braga Netto teria obtido os recursos e entregado o dinheiro a um militar “kid preto”, em uma sacola de vinho, durante um encontro.

“O Coronel de Oliveira esteve em reunião com o colaborador (Cid) e o General Braga Netto no Palácio do Planalto ou da Alvorada, onde o General Braga Netto entregou o dinheiro que havia sido solicitado para a realização da operação. O dinheiro foi entregue numa sacola de vinho”, afirma o documento da delação de Cid.

Braga Netto e Cid participaram de uma acareação no STF em 24 de junho e mantiveram versões conflitantes sobre o tópico.

Mauro Cid reforçou que recebeu do general, no Palácio da Alvorada, uma quantia de dinheiro em uma sacola de vinho para repassar a militares.

Já o ex-ministro negou ter entregue qualquer quantia e afirmou que direcionou Cid para conversar com o então tesoureiro do PL, Coronel Azevedo, que informou da impossibilidade do partido fornecer a quantia.

Pressão aos comandantes

A PGR também acusa Braga Netto de pressionar os comandantes das Forças Armadas a aderirem ao plano golpista.

Segundo relatório da Polícia Federal, a tentativa de golpe não avançou, entre outros fatores, devido à recusa de dois dos três comandantes das Forças na época em participar do suposto esquema.

Os então comandantes do Exército, general Freire Gomes, e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos Almeida Baptista Junior, decidiram não aderir ao plano. Já o comandante da Marinha à época, almirante Almir Garnier, teria se colocado à disposição para colaborar com a tentativa de ruptura institucional.

Segundo a denúncia, Braga Netto enviou mensagens a militares incentivando ataques a Baptista Junior e elogiando Garnier. Em conversas interceptadas pela PF, ele teria orientado aliados a intensificar críticas ao comandante da Aeronáutica.

Em uma mensagem enviada ao ex-major do Exército Ailton Gonçalves Moraes Barros, um dos militares também indiciados, Braga Netto diz:

“Senta o pau no Batista Junior. Povo Sofrendo, arbitrariedades sendo feita e ele fechado nas mordomias. Negociando favores. Traidor da patria. Dai pra frente. Inferniza a vida dele e da família (…) Elogia o Garnier e f*** o BJ”, aponta o documento da PF.

De acordo com a PGR, “os diálogos não deixam dúvida sobre o papel relevante de Braga Netto na coordenação das ações de pressão aos comandantes”.

Em interrogatório no STF, o ex-ministro da Defesa negou ter coordenado qualquer tipo de ataques aos chefes dos comandos militares.

Contato com manifestantes

A denúncia ainda aponta que Braga Netto manteve contato com manifestantes que acampavam em frente aos quarteis após as eleições.

De acordo com a delação de Cid, o general era responsável por repassar informações dos acampamentos ao então presidente Jair Bolsonaro e incentivava os manifestantes a permanecerem mobilizados.

“Mauro Cid também ressaltou a relevante participação de Braga Netto na incitação dos movimentos populares, afirmando ser ele ‘quem mantinha contato entre os manifestantes acampados na frente’”, diz a denúncia.

 

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