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Portal Nação® > Noticias > outros > Chanceler da China pede que Japão reflita e se retrate mais rápido possível 
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Chanceler da China pede que Japão reflita e se retrate mais rápido possível 

Última atualização: 23 de novembro de 2025 10:51
Published 23 de novembro de 2025
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“China se opõe a qualquer interferência nos assuntos internos dos países da Ásia Central e jamais permitirá que alguém ou qualquer força crie divisão ou tumulto”, enfatizou Wang Yi  Internacional, China, Japão CNN Brasil

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O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, instou o Japão a refletir sobre seus erros e corrigi-los o mais rápido possível, em vez de “persistir teimosamente no caminho errado”.

Wang, que também é membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, fez essas declarações em uma entrevista à imprensa após concluir sua visita ao Quirguistão, Uzbequistão e Tadjiquistão, onde manteve diálogos estratégicos com os respectivos ministros das Relações Exteriores, de 19 a 22 de novembro.

Observando que o firme apoio mútuo em interesses fundamentais é parte inerente da comunidade China-Ásia Central com um futuro compartilhado, Wang afirmou que a China está disposta a ser uma apoiadora inabalável e uma forte defensora da paz, da estabilidade e do desenvolvimento na Ásia Central.

“A China se opõe a qualquer interferência nos assuntos internos dos países da Ásia Central e jamais permitirá que alguém ou qualquer força crie divisão ou tumulto”, enfatizou.

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Wang afirmou ter informado os ministros das Relações Exteriores dos três países sobre a posição de princípio da China em relação à questão de Taiwan e expôs as palavras e ações errôneas do atual líder do Japão, que infringiram abertamente os interesses fundamentais da China e desafiaram a ordem internacional pós-Segunda Guerra Mundial.

Ele afirmou que o Quirguistão, o Uzbequistão e o Tadjiquistão enfatizaram abertamente que existe apenas uma China no mundo e que Taiwan é parte inalienável do território chinês.

Eles se opõem a qualquer forma de “secessão de Taiwan” e apoiam firmemente todos os esforços do governo chinês para alcançar a reunificação nacional.

“A voz coletiva deles é oportuna, pois não apenas apoia a posição legítima da China sobre a questão de Taiwan, mas também defende as normas fundamentais das relações internacionais, demonstrando mais uma vez que o princípio de ‘Uma Só China’ é um consenso inabalável da comunidade internacional”, disse Wang.

Observando que este ano marca o 80º aniversário da vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Segunda Guerra Mundial, Wang disse que a restituição de Taiwan – ilha ocupada pelo Japão na época – à China foi explicitamente estipulada em uma série de documentos internacionais, como a Declaração do Cairo, a Proclamação de Potsdam e o Instrumento de Rendição Japonês.

“Este é um feito inegável da vitória na Segunda Guerra Mundial e uma obrigação internacional que o Japão, como país derrotado, deve continuar a cumprir”, acrescentou Wang.

“Neste ano crucial, o que o Japão mais deveria fazer é refletir profundamente sobre sua história de invasão e colonização de Taiwan, refletir profundamente sobre os crimes de guerra cometidos pelo militarismo, cumprir as regras e agir com moderação e prudência em relação a Taiwan e às questões históricas”, observou.

Wang afirmou que é chocante que um líder japonês em exercício envie abertamente um sinal errado de tentativa de intervenção militar na questão de Taiwan — dizendo o que não deveria ser dito e cruzando uma linha vermelha que não deve ser ultrapassada.

“A China deve reagir com firmeza, não apenas para salvaguardar sua soberania e integridade territorial, mas também para defender as conquistas do pós-guerra, arduamente conquistadas com sangue e sacrifício, e para defender a justiça internacional e a consciência humana”, afirmou.

“O povo chinês ama a paz e é amigável com seus vizinhos. No entanto, em questões importantes relativas à soberania nacional e à integridade territorial, jamais fará qualquer compromisso ou concessão”, complementou o ministro das Relações Exteriores da China.

Wang ressaltou ainda que  governo japonês assumiu compromissos solenes sobre a questão de Taiwan nos quatro documentos políticos entre a China e o Japão, que têm força de lei internacional e não deixam margem para ambiguidade ou interpretação errônea, enfatizando que, independentemente de qual partido ou pessoa esteja no poder no Japão, esses compromissos devem ser cumpridos.

“Uma pessoa não pode se estabelecer na sociedade sem integridade, e uma nação não pode se destacar entre as nações sem credibilidade”, disse.

“Se o Japão persistir em seu próprio caminho e continuar cometendo os mesmos erros, todos os países e pessoas que defendem a justiça têm o direito de reexaminar os crimes históricos do Japão e a responsabilidade de impedir resolutamente o ressurgimento do militarismo japonês”, observou Wang.

 

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