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China fecha 2025 com superávit comercial de US$ 1,2 trilhões 

Última atualização: 14 de janeiro de 2026 06:48
Published 14 de janeiro de 2026
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Valor representa aumento de 20% em relação a 2024  Macroeconomia, China, Economia chinesa, Superávit CNN Brasil

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A China registrou o maior superávit comercial da história em 2025, em um ano em que o maior fabricante do mundo desafiou a pressão comercial dos EUA, aumentando as exportações para outros mercados globais.

O superávit comercial (medida de quanto um país exporta a mais do que importa) atingiu o recorde de US$ 1,2 trilhão, representando um aumento de 20% em relação a 2024, com as empresas chinesas aprofundando sua estratégia de diversificação, deixando de depender dos consumidores americanos e voltando-se para os mercados emergentes do Sudeste Asiático, África e América Latina.

As exportações da China para os EUA, historicamente o maior mercado individual do país, caíram 19,5% em 2025 em comparação com o ano anterior.

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Mas, embora a resiliência de Pequim diante da guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, seja saudada como uma vitória dentro da China, globalmente, o superávit corre o risco de inflamar ainda mais as tensões comerciais entre as nações que temem ser dominadas pelas importações chinesas de baixo custo.

Autoridades chinesas têm destacado o forte comércio, particularmente em setores-chave como o de veículos elétricos, como um sinal da resiliência do país, mesmo com a queda acentuada das exportações para os EUA, em meio à disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo ao longo do ano passado.

A China “seguiu em frente” apesar de enfrentar um “ambiente externo complexo e desafiador”, disse Wang Jun, vice-administrador da alfândega, em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14).

As exportações de bens de alta tecnologia, categoria que inclui máquinas-ferramenta de ponta e robôs industriais, aumentaram 13% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações de veículos elétricos, baterias de lítio e produtos fotovoltaicos, como painéis solares, cresceram 27%.

Em vez de ver as exportações despencarem com o aumento das tarifas dos EUA, a China expandiu a presença de seus produtos para outros mercados ao redor do mundo, consolidando sua presença econômica global e as estratégias desenvolvidas por empresas chinesas durante a primeira guerra comercial de Trump.

As exportações para regiões fora dos EUA registraram aumentos significativos, com o valor das mercadorias enviadas para a África subindo 26,5%, para a Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático) 14%, para a União Europeia 9% e para a América Latina 8% em comparação com o ano anterior.

Isso causou atritos com os principais parceiros comerciais em todo o mundo, que expressaram preocupação com o que consideram práticas comerciais desleais e uma entrada maciça de produtos chineses que prejudicam suas principais indústrias nacionais, impactam empregos e ameaçam a segurança econômica.

Durante uma visita recente a Pequim, o presidente francês, Emmanuel Macron, descreveu o crescente desequilíbrio comercial de seu país com a China como insustentável, ecoando as opiniões de autoridades europeias que instaram Pequim a aumentar o consumo interno e conter as exportações.

Apesar disso, as fortes exportações ao longo do ano passado deram a Pequim a confiança necessária para se manter em pé de igualdade com os EUA durante meses de negociações comerciais – que culminaram em outubro, quando Trump e o líder chinês, Xi Jinping, se encontraram e concordaram com uma trégua que reduz as novas tarifas sobre produtos chineses para 20%.

As tarifas chegaram a subir brevemente para 145% no início daquele ano.

Essa trégua permaneceu em vigor, embora Trump tenha anunciado na segunda-feira (12) que os países que fazem negócios com o Irã enfrentarão uma nova tarifa de 25% – um anúncio que pode sujeitar a China, um importante pilar econômico para o regime de Teerã, a tarifas mais elevadas.

Os exportadores estão preparados para mais atritos no relacionamento, já que Trump fez da redução da dependência da China e da recuperação da indústria manufatureira americana um dos pilares de seu governo.

Analistas questionam se a China conseguirá manter seu nível de exportações para o resto do mundo no próximo ano – especialmente porque os países estão cada vez mais buscando maneiras de proteger seus mercados domésticos do que é comumente chamado de “excesso de capacidade industrial” chinesa.

A dependência da China das exportações como motor de crescimento também está ligada a desafios internos, onde a economia é afetada por uma crise contínua no setor imobiliário.

As autoridades têm lutado para impulsionar o consumo interno e alcançar o modelo desejado, no qual o vasto setor manufatureiro do país seja impulsionado por uma forte demanda tanto interna quanto externa.

 

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