Verdão é o clube brasileiro que mais gastou na montagem do elenco Palmeiras, -itatiaia-esportes-, CNN Esportes, Futebol brasileiro CNN Brasil
O Palmeiras quebrou dois recordes no mercado de transferências em 2025: fez o maior número de contratações desde a chegada do diretor Anderson Barros, em 2020, e também se tornou o clube brasileiro que mais investiu em reforços em uma única temporada.
A última contratação oficializada pelo Verdão foi a de Andreas Pereira, anunciado na tarde da última sexta-feira (29).
O meio-campista é o 12º reforço alviverde para o ano.
Antes de Andreas, chegaram o goleiro Carlos Miguel, os zagueiros Bruno Fuchs e Micael, o lateral-direito Khellven, o lateral-esquerdo Jefté, os meio-campistas Emiliano Martínez e Lucas Evangelista e os atacantes Facundo Torres, Paulinho, Ramón Sosa e Vitor Roque.
Até então, a temporada com mais contratações sob comando de Anderson Barros havia sido em 2022, após o bicampeonato consecutivo da Libertadores.
Naquele ano, o Verdão contratou oito atletas: Rafael Navarro, Atuesta, Murilo, Marcelo Lomba, Jailson, Bruno Tabata, Flaco López e Miguel Merentiel.
Clube que mais investe
O Palmeiras se tornou o clube com maior investimento da história do futebol brasileiro, com aproximadamente R$ 690 milhões gastos pelos 12 reforços anunciados.
O Botafogo é quem mais se aproxima do Verdão em investimentos, com cerca de R$ 630 milhões gastos em 2025.
Também vale ressaltar que o clube paulista pode superar R$ 700 milhões com vendas de atletas ainda neste ano.
Contratações do Palmeiras em 2025
- Vitor Roque – 25,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 154 milhões na época)
- Paulinho – 18 milhões de euros (aproximadamente R$ 115 milhões na época)
- Ramón Sosa – 12,5 milhões de euros fixos (aproximadamente R$ 80 milhões)
- Facundo Torres – 12 milhões de dólares (custo de R$ 74 milhões pela operação total)
- Andreas Pereira – 10 milhões de euros (R$ 63,5 milhões)
- Emiliano Martínez – 7,5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 44 milhões na época)
- Jefté – 6 milhões de euros (R$ 38,2 milhões na época)
- Carlos Miguel – 5,5 milhões de euros (R$ 35 milhões na época)
- Khellven – 5 milhões de euros (aproximadamente R$ 32 milhões)
- Micael – 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 28 milhões na época)
- Lucas Evangelista – 4 milhões de euros (aproximadamente R$ 24 milhões na época)
- Bruno Fuchs – sem custos
Total investido: aproximadamente R$ 688 milhões

