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Cresce pressão para soltar americanos presos na China com reunião Trump-Xi 

Última atualização: 29 de outubro de 2025 19:10
Published 29 de outubro de 2025
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Líderes se encontram pessoalmente na Coreia do Sul pela primeira vez desde 2019  Internacional, China, Donald Trump, Estados Unidos, Xi Jinping CNN Brasil

Contents
Famílias sem notíciasLeia MaisAnálise: Brasil tem pressa em negociar tarifaço com EUAEUA reduzem tropas no leste europeu, mas reafirmam compromisso com a OtanRaiva e medo na Venezuela: geração Z sonha com futuro em outros paísesCampanha pública

Quando o presidente Donald Trump se reunir com o líder chinês Xi Jinping nesta quinta-feira, no horário local, noite de quarta no horário de Brasília, o tema principal será o comércio.

Mas o encontro também representa outra oportunidade: a de garantir a libertação de cidadãos americanos detidos pela República Popular da China.

De acordo com a Foley Foundation — que atua em defesa de reféns americanos e de pessoas detidas injustamente no exterior —, acredita-se que haja mais americanos presos na China, cerca de 200 no total, do que em qualquer outro país. A maioria deles seria de americanos de origem chinesa, que foram alvo do rigoroso aparato de segurança de Pequim e detidos por supostamente representarem uma ameaça à “segurança nacional” da China.

Um número menor de pessoas está preso por violar leis locais, às vezes sem saber.

Uma campanha para libertar dois americanos presos há mais de uma década, depois de caírem em golpes, ganhou força após meses de mobilização, alcançando altos níveis dentro do governo Trump.

Em maio, o Departamento de Estado emitiu um pedido de libertação de Dawn Michelle Hunt e Nelson Wells Jr. por motivos humanitários.

No mês passado, foi apresentado na Câmara um projeto de lei bipartidário com o nome dos dois, visando ampliar os esforços diplomáticos em defesa de americanos detidos na China.

E, em uma carta enviada à Casa Branca na semana passada, parlamentares republicanos pediram que Trump levantasse esses casos — e os de outros americanos — como parte das negociações comerciais com Xi durante a cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico.

O esforço de lobby de última hora ocorre em meio ao que autoridades, ativistas e as famílias de Hunt e Wells consideram a melhor oportunidade para garantir sua libertação — antes que seja tarde demais. Ambos os detentos estão doentes. Embora tenham acesso a algum atendimento médico, suas famílias afirmam que eles não sobreviverão por muito mais tempo na prisão.

Tim Hunt viu a irmã, Dawn Michelle, no último verão, pela primeira vez em uma década, através do vidro de uma cabine de visitas em uma prisão chinesa, sob o olhar atento dos guardas que estavam a menos de dois metros de distância.

O cabelo dela estava tão ralo, tão grisalho, ele recorda. “Sou o mais velho de três irmãos”, disse ele, explicando que foi como se tivesse ajudado a criá-la. “Então conheço cada expressão do rosto dela” — a dor, a raiva, as mudanças marcadas em suas feições.

“Eu disse a ela antes de ir embora: ‘Esta não é a sua vida. Eu vou tirar você daqui’”, contou ele à CNN.


Dawn Michelle é uma cidadã americana detida na China
Dawn Michelle é uma cidadã americana detida na China

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trump frequentemente afirma que é capaz de fechar acordos que ninguém mais conseguiria e que a libertação de americanos presos no exterior é uma de suas maiores prioridades.

Nas últimas semanas, o governo destacou o retorno de um executivo sino-americano do Wells Fargo e pediu a libertação de um importante líder cristão cujos filhos são cidadãos americanos.

Defensores da causa afirmam que conseguir a libertação de Hunt e Wells não apenas enviaria uma mensagem de que Trump se importa com o problema das detenções no exterior, mas também poderia estabelecer um precedente mais amplo para garantir a liberdade de outros americanos considerados injustamente detidos na China.

“Não somos ricos, não somos superestrelas, não temos conexões políticas; somos apenas pessoas comuns”, disse Nelson Wells Sr., pai de Wells, à CNN. “Se o presidente Trump defendesse as pessoas comuns, isso mostraria aos Estados Unidos da América que ele se importa.”


Nelson Wells Jr é um cidadão americano detido na China
Nelson Wells Jr é um cidadão americano detido na China

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além de Hunt e Wells, outros oito casos — incluindo os de cidadãos sino-americanos e uigures-americanos detidos — foram mencionados na carta enviada a Trump.

“Isto é algo com o qual o presidente e o secretário de Estado deveriam começar sempre que falam com Xi Jinping”, afirmou o deputado republicano Chris Smith, um dos coautores da carta.

“Essa é mais uma razão pela qual precisamos disso… para que Xi Jinping e sua hierarquia percebam que o Congresso e o presidente estão muito sérios quanto à libertação dos americanos.”

Famílias sem notícias

Hunt está presa na China há 11 anos, depois de se tornar vítima de um golpe relacionado ao tráfico de drogas em 2014. Ela acreditava ter ganhado uma viagem para a Austrália ao participar de um concurso online naquele ano e, como parte de seu “prêmio”, seu voo teve escalas em Hong Kong e na China, onde ela ficou hospedada em um hotel e recebeu bolsas de luxo.

As bolsas acabaram contendo metanfetamina, descoberta quando Hunt tentou passar pela alfândega para a próxima etapa de seu voo. Assim como Hunt, Wells Jr. disse que também foi enganado em 2014, transportando presentes que, na verdade, serviam como disfarce para drogas.

Quando americanos são detidos no exterior, seus casos são geralmente tratados inicialmente pelo Escritório de Assuntos Consulares do Departamento de Estado e pela embaixada. Se a prisão for considerada injusta, eles podem ser declarados “detidos injustamente”.

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Essa designação, definida por uma lei dos EUA chamada Levinson Act e concedida pelo secretário de Estado, permite que um órgão governamental, o Enviado Presidencial Especial para Assuntos de Reféns, assuma o caso. A partir daí, opções como trocas de prisioneiros e lobby ministerial tornam-se mais prováveis de serem utilizadas.

Mas algumas famílias e defensores de detentos estrangeiros afirmam que os critérios para aplicar a lei são pouco claros, e aqueles detidos sob restrições de saída ou condenações, como Hunt e Wells Jr., não são classificados como detidos injustamente. Embora recebam visitas de representantes do Departamento de Estado, as famílias muitas vezes ficam sem saber como podem buscar algum recurso ou solução.

“Os primeiros seis anos foram horríveis”, disse Wells Sr., descrevendo pedido após pedido aos gabinetes de legisladores em busca de ajuda para seu filho. “Muito dinheiro gasto com advogados, encargos financeiros, tudo mais — não valeu de nada”, afirmou.

“No começo, todo mundo nos dizia: ‘Fiquem quietos, não digam nada, isso vai prejudicar o Nelson mais do que ajudá-lo’”, acrescentou.

Campanha pública

No ano passado, as famílias Wells e Hunt decidiram iniciar uma campanha pública, comparecendo à Comissão Congresso-Executivo sobre a China para testemunhar sobre os casos de seus parentes.

Dependendo do nível de interesse e do perfil dos detentos, decisões sobre sua libertação podem chegar aos mais altos níveis do governo, segundo pessoas familiarizadas com o processo.

“Se Trump, ao tratar de uma lista de assuntos com os chineses, indicasse que a libertação desses dois americanos seria vista favoravelmente em Washington, certamente essa seria a maneira de avançar nas coisas”, disse Michael Kovrig, ex-diplomata canadense e analista de assuntos asiáticos.

Kovrig já foi detido como parte do que foi amplamente visto como uma retaliação diplomática envolvendo atritos entre Washington, Ottawa e Pequim. Em 2018, ele e outro canadense foram presos e acusados de espionagem logo após o Canadá, a pedido do Departamento de Justiça dos EUA, deter a empresária chinesa Meng Wanzhou, executiva da Huawei, ao deixar Vancouver. Os EUA acusaram Meng de violar regras de sanções e, posteriormente, a processaram por fraude.

No caso de Kovrig, sua libertação foi garantida após o então presidente dos EUA, Joe Biden, tratar do assunto com Xi em uma ligação telefônica.

Ao comentar sobre a libertação do executivo do Wells Fargo no mês passado, Adam Boehler, funcionário de Trump que lidera o escritório do enviado para reféns, disse: “O presidente deu o tom e deixou muito claro.” Ele acrescentou que ministros e diplomatas também estão “explicando que a política dos EUA mudou e que é extremamente negativo manter americanos detidos, e isso é melhor transmitido diretamente.”

O Departamento de Estado afirmou: “Levamos nosso compromisso de ajudar cidadãos dos EUA no exterior muito a sério e estamos monitorando de perto a situação deles, oferecendo assistência consular.”

Um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional disse: “O presidente Trump deixou claro que quer que todo americano detido no exterior retorne para casa.”

Altos funcionários do governo estão cientes dos casos de Hunt e Wells, embora, até a semana passada, não houvesse planos de que a questão fosse levantada na quinta-feira (30).

Mas James Zimmerman, advogado baseado em Pequim que tem assessorados as famílias, destacou que a China também teria motivos para olhar favoravelmente para a libertação deles.

“Os chineses não querem que cidadãos americanos morram em suas prisões”, disse Zimmerman. “Não fica bem para eles.”

Kylie Atwood, Alayna Treene e Jennifer Hansler, da CNN, contribuíram para esta reportagem.

 

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