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Delegado preso flagrado com celular em cela tem aparelho apreendido

Última atualização: 19 de dezembro de 2025 09:14
Published 19 de dezembro de 2025
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O Ministério Público de Goiás (MPGO) apreendeu o celular com o delegado Dannilo Proto (foto em destaque), preso por suspeita de desvio de R$ 2,2 milhões da educação pública, na Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH) de Goiânia (GO).

Contents
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Segundo o MPGO, investigações apontaram que o delegado, mesmo preso em unidade da Polícia Civil (PCGO), estaria, em contatos externos, exercendo atividades irregulares mediante uso de aparelho celular dentro do cárcere, a exemplo de cobranças incisivas a ex-alunos do instituto de ensino de sua propriedade.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado localizou o aparelho de telefonia celular em posse do delegado preso durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na DIH, na quinta-feira (18/12).

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A ação é um desdobramento da Operação Regra Três, deflagrada em 21 de agosto de 2025. Proto se encontra preso preventivamente.

O MPGO aponta o delegado como líder da organização criminosa desarticulada na primeira fase da operação. Proto foi transferido para uma unidade prisional vinculada à Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP).

A nova medida cautelar foi deferida pela 1ª Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa e de Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores de Goiânia.

Ex-aluna

De acordo com o MPGO, ainda em agosto, logo após a prisão, foi encontrado aparelho celular no local de detenção, embora a ocorrência não tenha sido oficialmente comunicada às autoridades ligadas à ordem prisional e à investigação correlata.

O Gaeco colheu provas da utilização de aparelho celular por parte do delegado suspeito. Segundo o MPGO, o equipamento foi usado para o envio de mensagens de áudio e texto de dentro da cela, chegando a utilizar nome falso para contatar ex-aluna, em desconformidade com as medidas judiciais impostas.

PCGO

Por nota, a PCGO informou que não tinha conhecimento da permanência ou do uso de aparelho celular por custodiado na cela da DIH, conforme fatos divulgados pelo MPGO.

“Esclarece ainda que, em 25 de agosto do presente ano, o delegado titular da DIH apreendeu dois aparelhos celulares em posse de um outro preso custodiado e, de imediato, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou procedimento apuratório sobre esses fatos. Em 02 de outubro foi instaurado inquérito policial sobre esse fato e comunicado o Poder Judiciário e Ministério Público”, completou.

Segundo a Polícia Civil, em 27 de novembro foi feita outra correição nas celas da Delegacia de Homicídios após as denúncias vinculadas nas mídias e, ao término do procedimento correicional, não foi encontrado nenhum aparelho eletrônico. Contudo, em 14 de novembro o custodiado foi transferido e isolado na carceragem da Delegacia Estadual de Capturas.

“A Polícia Civil de Goiás reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e a observância rigorosa das normas que regem a guarda de presos, bem como com a apuração legal de quaisquer irregularidades, independentemente da condição funcional do investigado”, concluiu.

Regra Três

Preso desde o último dia 21 de agosto, o delegado Dannilo Ribeiro Proto foi denunciado MPGO pelo desvio de recursos destinados a escolas estaduais no município de Rio Verde (GO), no sudoeste goiano, bem como fraudes em contratações públicas.

Os documentos apresentaram denúncia contra o investigador, a mulher dele e outras sete pessoas, todos investigados alvos da Operação Regra de Três. Segundo o órgão, em razão da complexidade do esquema e do grande número de elementos apurados e de pessoas envolvidas, serão apresentadas duas denúncias distintas.

O delegado foi denunciado pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, ameaça, prevaricação, contratação direta ilegal, peculato, falsificação, uso de documento particular e lavagem de capitais.

Operação Regra Três

  • A operação foi deflagrada no último dia 21 de agosto, com o objetivo de desarticular uma suposta organização criminosa que seria liderada pelo delegado da Polícia Civil e sua esposa.
  • A promotoria investiga suspeitas de fraudes em contratações públicas e direcionamento ilegal de recursos públicos destinados principalmente a reformas e obras em escolas da rede estadual de ensino.
  • O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) estima que, desde 2020, o esquema teria desviado mais de R$ 2,2 milhões dos cofres públicos.
  • O bloqueio de contas e a apreensão de bens dos investigados foi determinado em decisão judicial para fins de ressarcimento aos cofres públicos.

Conforme o MPGO, na primeira denúncia, constam na peça acusatória o delegado e sua esposa, que ocupou o cargo de coordenadora regional de Educação de Rio Verde entre 2019 e 2024. Além do casal, também foram denunciados outros integrantes que teriam cometido crimes ligados ao caso.

“Também constam da peça acusatória os demais integrantes que cometeram crimes por meio do Programa Reformar e de outros programas de obras e serviços da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), além da impressão do material pedagógico do Revisa Goiás”, diz o texto.

De acordo com o órgão, a segunda denúncia aponta os mesmos integrantes do primeiro por crimes relacionados à supostas contratações fraudulentas realizadas através do Programa Reformar e outros programas de obras e serviços da Secretaria de Educação (Seduc).

Quanto aos crimes relacionados à contratação fraudulenta para a realização do concurso público da Câmara Municipal de Rio Verde, o Gaeco Sul esclarece que eles serão objeto de ação penal própria, a ser oferecida nos próximos dias.

Outro lado

O Metrópoles não conseguiu localizar a defesa do delegado. O espaço segue aberto.

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