Secretário de Estado Marco Rubio afirmou que governo sempre esperou que Kremlin fornecesse “apoio retórico” ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro Internacional, Donald Trump, Estados Unidos, Marco Rubio, Venezuela CNN Brasil
Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, disse nesta sexta-feira (19) que os Estados Unidos não estão preocupados com uma escalada de tensão com a Rússia em relação à Venezuela.
Ele pontuou ainda que os EUA sempre esperavam que o Kremlin fornecesse “apoio retórico” ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro.
Rubio ressaltou que o governo de Donald Trump não considera Maduro um líder legítimo.
Estados Unidos aumentam pressão contra Venezuela
Os Estados Unidos enviaram aeronaves, veículos, milhares de soldados e um grupo de ataque de porta-aviões das Forças Armadas para o Caribe, sob a premissa de combate ao narcotráfico.
As operações incluem diversos ataques contra barcos tanto no Caribe quanto no Pacífico que supostamente estariam transportando drogas. Porém, foram levantados questionamentos sobre a legalidade dessas ações.
Além dos ataques contra embarcações, os EUA também pressionam o regime de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, que é acusado pela Casa Branca de ter relação com o narcotráfico e o Cartel de Los Soles.
Segundo fontes consultadas pela CNN, o governo de Donald Trump está elaborando planos para “o dia seguinte” à deposição de Maduro, mas ainda não foi tomada uma decisão sobre um ataque direto ao país.
Trump conversou por telefone com Maduro no final de novembro, poucos dias antes de os EUA o classificarem como integrante de uma organização terrorista estrangeira. O venezuelano teria recebido um ultimato para deixar o poder e o país, mas o descumpriu.
Em outra ação que aumentou a tensão entre os dois países, os Estados Unidos apreenderam um petroleiro próximo à Venezuela, medida classificada de “roubo descarado” e “um ato de pirataria internacional” pelo regime de Maduro.
Posteriormente, Trump anunciou um “bloqueio total” contra os petroleiros sancionados da Venezuela e disse que não deixará “ninguém passar sem o devido direito”.
*com informações da Reuters

