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Portal Nação® > Noticias > outros > EUA rejeitam plano de reconstrução da Faixa de Gaza proposto pelo Egito 
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EUA rejeitam plano de reconstrução da Faixa de Gaza proposto pelo Egito 

Última atualização: 5 de março de 2025 09:36
Published 5 de março de 2025
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Projeto foi aprovado por cúpula de líderes árabes e prevê US$ 53 bilhões para restauração até 2030
Este conteúdo foi originalmente publicado em EUA rejeitam plano de reconstrução da Faixa de Gaza proposto pelo Egito no site CNN Brasil.  Internacional, Donald Trump, Estados Unidos, Faixa de Gaza, Guerra de Israel, Israel CNN Brasil

Contents
Leia Mais:Trump diz que recebeu carta de Zelensky sobre acordo e negociações de pazTrump critica a participação da Europa na guerra da UcrâniaAutoridades dos EUA tiveram conversas reservadas com Zelensky, dizem fontesPlano prevê reconstrução de Gaza até 2030Hamas nega que vai se desarmarTensão após fim da primeira fase do cessar-fogo

O governo dos Estados Unidos rejeitou um plano para a reconstrução da Faixa de Gaza aprovado por líderes árabes, justificando que o presidente Donald Trump defende sua própria ideia, que inclui expulsar os palestinos do território e transformá-lo em uma “Riviera” de propriedade dos EUA.

“A proposta atual não aborda a realidade de que Gaza é atualmente inabitável e os moradores não podem viver humanamente em um território coberto de escombros e munições não detonadas”, afirmou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Brian Hughes.

“O presidente Trump defende sua visão de reconstruir Gaza livre do Hamas. Estamos ansiosos por novas negociações para trazer paz e prosperidade à região”, adicionou.

Leia Mais:

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  • Autoridades dos EUA tiveram conversas reservadas com Zelensky, dizem fontes

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O plano pós-guerra para a Faixa de Gaza aprovado por líderes árabes foi proposto pelo Egito. Ele pede que o Hamas ceda o poder a uma administração interina até que uma Autoridade Palestina (AP) reformada possa assumir o controle.

A proposta permitiria que os cerca de 2 milhões de habitantes palestinos permanecessem, em contraste com a proposta de Trump.

Falando no Cairo, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, prometeu que as eleições gerais serão realizadas na Cisjordânia, Jerusalém Oriental ocupada e Gaza pela primeira vez em quase duas décadas “se as circunstâncias forem adequadas”.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ainda se recusa a dizer o que ele prevê para o futuro pós-guerra de Gaza, exceto que ele apoia o plano de Trump para “uma Gaza diferente”.

Além disso, pontua que nem a AP, nem o Hamas devem governar o território.

Plano prevê reconstrução de Gaza até 2030

A proposta do Egito prevê o uso de US$ 53 bilhões das nações árabes para a reconstrução da Faixa de Gaza até 2030.

A primeira fase pede o início da remoção de munições não detonadas e a limpeza de mais de 50 milhões de toneladas de escombros deixados pelos bombardeios e ofensivas militares de Israel.

Autoridades da Jordânia afirmaram à CNN anteriormente que a proposta será apresentado ao presidente Donald Trump nas próximas semanas.

Embora os Estados árabes tenham aprovado o plano do Egito, a extensão do seu apoio regional permanece incerta.

Notavelmente, os líderes da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos — nações ricas do Golfo cujo apoio financeiro seria vital para qualquer estratégia do pós-guerra — estavam ausentes da cúpula.

Enquanto isso, o presidente da Argélia, Abdelmadjid Tebboune, boicotou a reunião, citando “desequilíbrios e deficiências” e dizendo que o encontro era “monopolizado por um grupo limitado e estreito de países árabes”.

A CNN obteve uma cópia do documento, que apresenta um plano ambicioso para desenvolver shoppings, um centro de convenções internacional e até mesmo um aeroporto em cinco anos. Ele também visa atrair turistas construindo resorts e melhorando a costa mediterrânea do território palestino.

Ainda assim, também reconhece as dificuldades que podem ser enfrentadas para desarmar combatentes na Faixa de Gaza.

“É algo que pode ser tratado, e até mesmo encerrado para sempre, apenas se suas causas forem removidas por meio de um horizonte claro e um processo político confiável”, pontua.

Hamas nega que vai se desarmar

Sami Abu Zuhri, autoridade do Hamas, disse à Reuters na terça-feira que as armas do grupo não são negociáveis.

“As armas da resistência [Hama] são uma linha vermelha, e não são negociáveis. Não aceitaremos [nenhum acordo] para trocá-las por reconstrução ou entrada de ajuda”, destacou.

O Hamas enviou sinais conflitantes sobre seu futuro em Gaza nas últimas semanas. Analistas avaliaram que, embora o grupo tenha demonstrado que está disposto a discutir a desmilitarização como objetivo final de um processo de paz, ele quer que isso não se torne um pré-requisito do processo.

Osama Hamdan, outra autoridade do Hamas, afirmou no mês passado que o grupo não se desarmará e pode até crescer após a guerra em Gaza.

Na semana passada, Husam Badran, outro integrante do grupo palestino, observou que o grupo está disposto a se afastar do governo de Gaza.

“Nossa única condição é que isso seja um assunto interno palestino – não permitiremos que nenhuma parte regional ou internacional se envolva”, argumentou à Al Arabiya.

“Enquanto houver consenso nacional, o Hamas não se envolverá na governança”, acrescentou.

Tensão após fim da primeira fase do cessar-fogo

O cessar-fogo na Faixa de Gaza continua incerto, após sua primeira fase ter expirado no sábado (1°).

Israel aprovou o que diz ser uma proposta alternativa dos EUA para estender a suspensão dos confrontos e a libertação dos reféns feitos no ataque do Hamas ao sul de do país em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra.

O governo de Benjamin Netanyahu bloqueou a entrada de alimentos, combustível, remédios e outros suprimentos em Gaza para pressionar o Hamas a aceitar o acordo e alertou sobre outras consequências, aumentando os temores de um retorno aos combates.

A suspensão da ajuda atraiu críticas generalizadas, com grupos de direitos humanos dizendo que ela viola as obrigações de Israel como potência ocupante sob a Lei Internacional.

Durante a cúpula que anunciou o plano para o futuro de Gaza, o presidente egípcio, Abdel Fattah el-Sissi, disse que não haverá “verdadeira paz” sem o estabelecimento do Estado palestino.

Israel prometeu manter controle de segurança ilimitado sobre Gaza e a Cisjordânia, que capturou na guerra do Oriente Médio de 1967 e que os palestinos querem para seu futuro Estado.

O governo de Israel e a maioria da classe política se opõem à criação de um Estado palestino.

Este conteúdo foi originalmente publicado em EUA rejeitam plano de reconstrução da Faixa de Gaza proposto pelo Egito no site CNN Brasil.

 

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