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Portal Nação® > Noticias > outros > Ex-capitão do Bope: Conflito no RJ é quase uma guerra civil 
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Ex-capitão do Bope: Conflito no RJ é quase uma guerra civil 

Última atualização: 28 de outubro de 2025 22:58
Published 28 de outubro de 2025
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Em entrevista ao WW, Rodrigo Pimentel analisa megaoperação no Complexo do Alemão que resultou em 64 mortes e destaca que confrontos na região são ações de guerra, não operações policiais comuns  Rio de Janeiro, -transcricao-de-videos-, Guerra, Polícia, Waack, William Waack, ww CNN Brasil

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Leia Mais:“Zona de guerra”: entenda como fica o Rio de Janeiro após megaoperaçãoWaack: O crime entendeu o Brasil melhor que o governoApós operação no Rio, PEC da Segurança pode ser acelerada na Câmara

O Rio de Janeiro vive um cenário de guerra civil, com confrontos armados de média intensidade entre forças de segurança e grupos irregulares que dominam territórios. A avaliação é do ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, durante o WW, que analisou a recente megaoperação nos complexo do Alemão e da Penha, que resultou em 64 mortes.

“O Brasil precisa entender que não se trata mais de uma ação policial em busca de bandidos. É, de fato, um conflito armado não internacional, é quase uma guerra civil”, afirmou o ex-capitão.

Pimentel ressalta que, diferentemente de operações policiais convencionais realizadas em outras partes do mundo, as ações no Rio de Janeiro se enquadram na classificação da Otan e do Exército Americano como um conflito armado não internacional, com regras próprias de engajamento.

Leia Mais:

  • "Zona de guerra": entenda como fica o Rio de Janeiro após megaoperação

    “Zona de guerra”: entenda como fica o Rio de Janeiro após megaoperação

  • Waack: O crime entendeu o Brasil melhor que o governo

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  • Após operação no Rio, PEC da Segurança pode ser acelerada na Câmara

    Após operação no Rio, PEC da Segurança pode ser acelerada na Câmara

Segundo Pimentel, a ação envolveu cerca de 2.500 policiais militares e civis, que enfrentaram aproximadamente mil pessoas armadas com fuzis. O Complexo do Alemão, que abrange doze comunidades e abriga entre 150 mil e 200 mil moradores, foi palco de intensos confrontos que deixaram quatro policiais mortos e ao menos oito feridos.

O especialista destaca ainda que, em algumas áreas como o Complexo do Alemão e a Rocinha, é praticamente impossível realizar prisões de lideranças sem intensos confrontos. A polícia dispunha de informações de inteligência sobre alvos, rotas de fuga e localizações estratégicas, mas a própria natureza do território e do conflito torna inevitável o alto grau de violência.

Segundo Pimentel, a operação foi prejudicada pela ausência de blindados específicos, como o M103 e o Clanf, que seriam capazes de transpor barricadas. Sem esses equipamentos, que não foram cedidos pelo governo federal, as tropas precisaram avançar a pé pelos becos e vielas, aumentando sua vulnerabilidade.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

 

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