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G20 na África do Sul começa com ausências e discussões alinhadas à COP30 

Última atualização: 22 de novembro de 2025 03:30
Published 22 de novembro de 2025
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Estados Unidos boicotaram evento por discordância com agenda, que envolve debates sobre transição energética e riscos de desastres potencializados pelas mudanças climáticas  Internacional, África do Sul, COP30, Estados Unidos, G20, Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), William Waack CNN Brasil

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A Cúpula de Líderes do G20 deste ano, que acontece neste fim de semana (22 e 23 de novembro) na África do Sul, terá como marco inédito a ausência do presidente dos Estados Unidos.

Além de Donald Trump, os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, também não participarão do encontro (estes, porém, ainda enviarão representantes a Joanesburgo).

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A Casa Branca diz que os EUA não irão à reunião porque discordam da agenda de discussões proposta pelo país anfitrião. Sob a presidência sul-africana, o G20 pretende debater transição energética, formas de responder a desastres agravados pelas mudanças climáticas, exploração de minerais críticos e a dívida externa de países em desenvolvimento.

O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, enfrenta no G20 um cenário semelhante ao que o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve que lidar na COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas): defender o multilateralismo em meio ao afastamento dos Estados Unidos de fóruns globais de discussão, já que o evento em Belém também ocorre sem representação do governo americano.

Os países que compõem o G20 — incluindo os Estados Unidos — representam 85% do PIB (Produto Interno Bruto) global, 75% do comércio internacional e cerca de dois terços da população mundial.

Diante do temor de que a cúpula acabe sem uma declaração final devido à ausência americana, o Brasil sinalizou apoio para que a África do Sul publique o documento, mesmo que sem a assinatura dos Estados Unidos.

Alinhado à agenda sul-africana, Lula tem defendido que haja troca de dívidas externas de países em desenvolvimento por investimento em transição energética, de modo a fortalecer o financiamento climático definido pelo Acordo de Paris, de 2015.

“Sem equacionar a injustiça de dívidas externas impagáveis e sem abandonar condicionalidades que discriminam os países em desenvolvimento, andaremos em círculos”, defendeu Lula em discurso na cúpula de líderes que antecedeu a COP30, também em Belém, no início do mês.

“Há espaço para explorar mecanismos inovadores de troca de dívida por financiamento da iniciativa de mitigação climática e transição energética. [E] direcionar parte dos lucros com a exploração de petróleo para a transição energética permanece um caminho válido para os países em desenvolvimento”, acrescentou, na ocasião.

A COP29, em Baku (Azerbaijão), terminou com uma meta para os países desenvolvidos alcançarem US$ 300 bilhões por ano em financiamento climático aos países em desenvolvimento (excluindo a China, tida como uma financiadora de investimentos para o Sul Global, sobretudo por meio da “Nova Rota da Seda”) até 2035.

Cálculos do IHLEG (Grupo Independente de Alto Nível de Especialistas em Financiamento Climático), que fornece apoio técnico para as discussões de financiamento nas COPs, indicam, porém, que é preciso mobilizar cerca de US$ 1,3 trilhão por ano para este grupo de países para o mundo atingir metas de redução de emissão de poluentes e limitar o aumento da temperatura média global.

Dados mais atualizados do IHLEG, de 2022, apontam que os países em desenvolvimento (novamente, com exceção da China) receberam naquele ano cerca de US$ 190 bilhões em financiamento externo nesta agenda. Cerca de 40% deste valor veio canalizado por bancos multilaterais de desenvolvimento, como o Banco Mundial.

 

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