Secom alega que conteúdo foi produzido por influenciador contratado por agência licitada, contradizendo posição oficial do Brasil sobre o conflito Internacional, -transcricao-de-videos-, Rússia, Rússia x Ucrânia, Ucrânia, William Waack CNN Brasil
O governo federal removeu de seus perfis oficiais nas redes sociais um vídeo controverso que anexava à Rússia territórios ucranianos invadidos. A publicação, que havia sido feita no dia anterior, gerou repercussão negativa por contradizer a posição oficial do Brasil em relação ao conflito.
Em resposta a um questionamento da CNN, a Secom (Secretaria de Comunicação) do governo emitiu uma nota esclarecendo a origem do conteúdo.
Segundo o comunicado, o vídeo foi produzido por um influenciador digital contratado por uma agência de publicidade que venceu uma licitação para criar conteúdos de divulgação para o governo federal.
Contradição com a posição oficial
O material, exibido nas redes sociais do governo, contradiz a posição declarada do Brasil frente à guerra na Ucrânia. A publicação do vídeo levanta questionamentos sobre o processo de aprovação e verificação de conteúdo nas redes governamentais.
É importante notar que o influenciador responsável pela produção do vídeo é conhecido por sua simpatia com a Rússia, o que adiciona uma camada de complexidade à situação.
A escolha de um criador de conteúdo com essa inclinação para produzir material relacionado a um tema tão sensível quanto o conflito na Ucrânia levanta preocupações sobre o processo de seleção e supervisão dos contratados pelo governo.
O incidente destaca a necessidade de maior rigor na revisão de conteúdos divulgados em canais oficiais, especialmente quando se trata de assuntos de política externa e conflitos internacionais.
A rápida remoção do vídeo após a repercussão negativa demonstra uma tentativa de corrigir o erro, mas também evidencia falhas no processo de aprovação inicial.

