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Jornalista ucraniano é solto após três anos preso na Rússia 

Última atualização: 24 de agosto de 2025 16:50
Published 24 de agosto de 2025
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Kiev e Moscou trocaram 146 prisioneiros de guerra de cada lado neste domingo (24), segundo Ministério da Defesa russo  Internacional, Jornalista, Prisioneiros de Guerra, Rússia, Rússia x Ucrânia, Ucrânia, Volodymyr Zelensky CNN Brasil

Contents
Leia MaisRússia e Ucrânia trocam 146 prisioneiros de guerra de cada ladoAtaque ucraniano provoca incêndio em usina nuclear russa, dizem autoridadesZelensky diz que Sul Global deve pressionar Rússia pela paz na UcrâniaRaro momento de esperançaUcranianos presos ou capturados pela Rússia

Um jornalista ucraniano que foi mantido de forma incomunicável pela Rússia por mais de três anos foi libertado neste domingo (24) como parte da mais recente troca de prisioneiros entre Moscou e Kiev.

Por mais de três anos, Dmytro Khilyuk, de 50 anos, foi um dos milhares de civis ucranianos detidos na Rússia, algo ilegal segundo o direito internacional.

Os pais idosos de Khilyuk não tinham informações sobre o seu paradeiro, mas continuaram a fazer campanha pela libertação, participando de reuniões com políticos na Ucrânia e no exterior, participando de protestos e escrevendo incansavelmente às autoridades russas.

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Um vídeo da troca de mensagens no domingo, divulgado pelas autoridades ucranianas, mostrou Khilyuk ligando para a mãe momentos após cruzar a fronteira para a Ucrânia.

“Eu sabia que você se importava comigo e se preocupava comigo. Mãe, não chore. Voltarei para casa em breve”, ele pode ser ouvido dizendo.

Khilyuk e o pai, Vasyl, foram detidos por tropas russas enquanto tentavam obter suprimentos básicos durante a ocupação de sua aldeia, Kozarovychi, ao norte de Kiev.

Embora Vasyl Khyliuk tenha sido libertado alguns dias depois, Dmytro desapareceu sem deixar rastros.


Halyna e Vasyl Khyliuk olham para uma foto de seu filho Dmytro em sua casa em Kozarovychi, Ucrânia • Ivana Kottasova/CNN via CNN Newsource

Moscou negou repetidamente sobre estar mantendo ele, mesmo com inúmeros relatos de outros presos que o colocaram em centros de detenção na Rússia.

O Comitê Investigativo Russo e o Serviço Prisional Russo em Bryansk informaram oficialmente o advogado dos Khyliuks em dezembro de 2022 e janeiro de 2023 que ele não estava na Rússia e que não tinham informações sobre ele.

A CNN visitou os pais de Khilyuk em 2024, logo após Moscou finalmente admitir que Dima — como seus pais o chamam — estava sob custódia russa.

Tudo o que seus pais receberam diretamente de Dima foi um breve bilhete manuscrito datado de abril de 2022, no qual ele lhes dizia que estava “vivo e bem”, e que os Khilyuks só receberam em agosto daquele ano.


Esta nota é a única carta que Halyna e Vasyl Khyliuk receberam do filho Dmytro desde sua detenção, há mais de dois anos • Ivana Kottasova/CNN via CNN Newsource

Segundo o advogado de Khilyuk, ele nunca foi acusado ou condenado por qualquer crime.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que Dmytro Khilyuk estava entre os oito civis libertados neste domingo (24), compartilhando fotos do grupo em seu canal oficial no aplicativo Telegram.

O Quartel-General de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de Guerra da Ucrânia informou que os oito civis foram libertados juntamente com soldados e outros membros das forças de segurança. Também foi dito que todos eram soldados e sargentos, e a maioria passou mais de três anos em cativeiro.

A Ucrânia não informou quantas pessoas foram incluídas na troca. O Ministério da Defesa russo divulgou neste domingo (24) que 146 militares russos foram devolvidos da Ucrânia em troca de 146 prisioneiros de guerra ucranianos, acrescentando que oito civis russos da região de Kursk também foram devolvidos.

Kiev não comentou a alegação de que civis russos foram incluídos na troca de prisioneiros.

Anteriormente, quando civis russos foram libertados da Ucrânia, Kiev afirmou que eles eram sabotadores e colaboradores russos.

Raro momento de esperança

Andriy Yermak, chefe de Gabinete de Zelensky, afirmou que o ex-prefeito de Kherson, Volodymyr Mykolayenko, também foi libertado no domingo.

O chefe do gabinete disse que Mykolayenko passou mais de três anos em cativeiro russo, tendo se recusado a ser trocado em 2022, insistindo que um companheiro de prisão gravemente doente fosse libertado primeiro.

O ex-prefeito disse que “não viu nada além de grades e concreto nos últimos anos”.


Ex-prefeito de Kherson, Volodymyr Mykolaienko, entre os prisioneiros de guerra ucranianos libertados pela Rússia • REUTERS

Mykolayenko descreveu o domingo como seu “segundo aniversário” e disse: “É uma coincidência maravilhosa que o aniversário da minha mãe seja amanhã. Mãe, eu te amo muito. Ela tem 91 anos… Eu não sabia se a encontraria viva e bem”.

O governo ucraniano afirmou que outro jornalista, Mark Kaliush, também foi libertado neste domingo (24), assim como Serhiy Kovalyov, um médico que tratou soldados e civis feridos durante o cerco à usina Azovstal em Mariupol.

A libertação deles marca um raro momento de esperança para as famílias dos ucranianos detidos na Rússia.

Ucranianos presos ou capturados pela Rússia

Segundo Kiev, sabe-se que pelo menos 16 mil civis ucranianos estão detidos na Rússia, embora o número real provavelmente seja muito maior.

Cerca de 37 mil ucranianos, incluindo civis, crianças e militares, são oficialmente considerados desaparecidos.

Muitos foram detidos em territórios ocupados, mantidos presos por meses ou até anos sem qualquer acusação ou julgamento, e deportados para a Rússia.

Entre eles, estão ativistas, padres, políticos e líderes comunitários, bem como pessoas que parecem ter sido sequestradas aleatoriamente por tropas russas em postos de controle e outros locais na Ucrânia ocupada.

Cerca de 30 jornalistas ucranianos estão atualmente detidos na Rússia, a maioria sem nunca ter sido acusada ou condenada por qualquer crime, segundo o Instituto de Informação de Massa da Ucrânia.

A detenção de civis por uma potência ocupante é ilegal segundo as leis internacionais de conflitos, exceto em algumas situações estritamente definidas e com prazos rigorosos.

Não existe um quadro jurídico estabelecido para o tratamento e a troca de detidos civis da mesma forma que existe para prisioneiros de guerra.

 

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