Em outubro, Nick Mangold contou que foi diagnosticado em 2006 com uma falha genética, que evoluiu para doença crônica que exigia transplante Futebol Americano, CNN Esportes, Futebol americano, outros esportes CNN Brasil
O ex-center do New York Jets, Nick Mangold, morreu na noite de sábado (26), por complicações causadas por uma doença renal. Ele tinha 41 anos.
Há menos de duas semanas, a lenda da NFL tinha contado nas redes sociais que precisava de um transplante, pedindo ajuda aos fãs para achar alguém compatível, depois de testes negativos entre seus familiares.
“Essa não é uma mensagem fácil de compartilhar, mas quero ser transparente sobre o que vem acontecendo comigo e com a minha saúde”, escreveu, no Instagram, em 14 de outubro.
“Em 2006, fui diagnosticado com uma falha genética que levou a uma doença renal crônica. Depois de um verão difícil, comecei a fazer diálise enquanto procuramos um transplante. Sempre soube que esse dia chegaria, mas achei que teria mais tempo.”
Mangold é um dos 52 candidatos da era moderna considerados para uma vaga no Hall da Fama do Futebol Americano Profissional.
Selecionado pelos Jets na 29ª escolha do Draft de 2006, ele foi All-American em 2005 pela Ohio State e incluído no Hall da Fama Atlética da universidade em 2023.
Durante sua carreira, jogou somente pelos Jets, iniciando 164 partidas de temporada regular entre 2006 e 2016, além de sete jogos de playoffs.
Ele foi eleito All-Pro da primeira equipe em 2009 e 2010 e integrou o time de novatos da NFL em 2006.
Os Jets o dispensaram em fevereiro de 2017, mas o recontrataram em abril de 2018 para que ele pudesse se aposentar oficialmente pela franquia. Em 2022, Mangold foi incluído no Ring of Honor do time.
“Por mais de uma década, ele ancorou nossa linha ofensiva com habilidade e determinação incomparáveis, conquistando respeito de companheiros, adversários e torcedores”, disse o vice-presidente dos Jets, Christopher Johnson.
“Suas contribuições em campo foram extraordinárias — mas foi seu caráter, humildade e bom humor fora dele que o tornaram inesquecível”, concluiu.

