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Megaoperação: Entenda como PCC controlava fundos de investimentos 

Última atualização: 28 de agosto de 2025 23:58
Published 28 de agosto de 2025
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A magnitude do esquema é evidenciada pelos números: uma única fintech movimentou R$ 46 bilhões em quatro anos, incluindo cerca de 11 mil depósitos em espécie; a análise é de Fernando Nakagawa no CNN 360º  Economia, -transcricao-de-videos-, Faria Lima, fintechs, Fundos de investimentos, Investimentos, Megaoperação, PCC – Primeiro Comando da Capital, Receita Federal CNN Brasil

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Leia Mais:Waack: Crime organizado atinge poder sem precedentes no BrasilCom operação, Fazenda vê chance de avançar devedor contumaz no CongressoParlamentares repercutem megaoperação contra o PCCEntenda o caminho do dinheiro

A megaoperação conduzida pela Receita Federal descobriu que o PCC (Primeiro Comando da Capital) administrava uma estrutura financeira sofisticada, que incluía 40 fundos de investimentos com patrimônio estimado em R$ 30 bilhões. O esquema envolvia uma complexa rede de empresas e operações financeiras para movimentar recursos de origem ilícita. A análise é de Fernando Nakagawa no CNN 360°.

A organização operava em três módulos principais. O primeiro focava na produção, envolvendo formuladores de combustíveis e quatro usinas que não seguiam as normas regulatórias. O segundo módulo concentrava-se na distribuição, através de postos de combustível, lojas de conveniência e até padarias. O terceiro dedicava-se aos investimentos, utilizando fintechs, fundos de investimento, empresas, imóveis e veículos.

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Entenda o caminho do dinheiro

Segundo o analista, o fluxo do dinheiro iniciava-se nos estabelecimentos comerciais, onde os recursos eram inicialmente “lavados” para aparentar legitimidade perante a Receita Federal. Em seguida, as quantias eram transferidas principalmente através de fintechs, chegando finalmente a investimentos aparentemente legais em fundos e outros ativos.

A magnitude do esquema é evidenciada pelos números: uma única fintech movimentou R$ 46 bilhões em quatro anos, incluindo cerca de 11 mil depósitos em espécie. A organização controlava mais de mil postos com irregularidades, investindo R$ 52 bilhões em quatro anos. Além disso, o PCC tinha um terminal portuário, quatro usinas de etanol, 1.600 caminhões e mais de 100 imóveis.

Como resposta a esta descoberta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), anunciou uma nova norma da Receita Federal que passará a exigir que as fintechs declarem operações suspeitas às autoridades competentes, incluindo Banco Central, CVM (Comissão de Valores Mobiliários), COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e Receita Federal, obrigação que até então era restrita aos bancos tradicionais.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

 

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