By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Portal Nação®Portal Nação®Portal Nação®
Notification Mostrar mais
Font ResizerAa
  • Início
Lendo: MP investiga mudanças e taxas após privatização do Parque Ibirapuera 
Compartilhe
Font ResizerAa
Portal Nação®Portal Nação®
  • Notícias
  • Esporte
  • TV Nação
  • Entretenimento
  • Ciência
  • Tecnologia
  • Acesso
Search
  • Início
Siga nas redes
Portal Nação® > Noticias > outros > MP investiga mudanças e taxas após privatização do Parque Ibirapuera 
outros

MP investiga mudanças e taxas após privatização do Parque Ibirapuera 

Última atualização: 13 de maio de 2025 16:00
Published 13 de maio de 2025
Compartilhe
Compartilhe

Cobrança de taxas ilegais, “loteamento” de espaços públicos que restrigem acesso à população e festivais de música são apurados
Este conteúdo foi originalmente publicado em MP investiga mudanças e taxas após privatização do Parque Ibirapuera no site CNN Brasil.  Brasil CNN Brasil

Contents
Leia MaisCarnaval de SP tem ação de drones, policiais fantasiados e prisõesPM prende 35 pessoas em fim de semana de Carnaval em SPCarnaval: locais dos blocos registram sensação térmica acima dos 50ºC em SPOutro lado

O Ministério Público investiga a Prefeitura de São Paulo e a concessionária Urbia por supostas irregularidades no Parque Ibirapuera, na zona Sul da capital paulista.

O inquérito civil, instaurado em 28 de novembro de 2024, é conduzido pelo promotor Silvio Marques e foi aberto a partir de representações apresentadas pela Associação de Treinadores de Corrida de São Paulo (ATC-SP) e Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro Cerqueira César (Samorcc).

A ATC alegou à Promotoria que a Urbia, concessionária do Ibirapuera, notificou a associação para cobrar uma “taxa” pelo uso do equipamento público do parque pelos alunos. A cobrança de taxa para a utilização de bens de uso comum é ilegal, conforme a Lei municipal 16.703/2017.

Na época, o promotor Marques já havia declarado que a empresa, com a ciência da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente (SVMA), estava transformando o parque em um “verdadeiro shopping center”, promovendo “loteamento” do espaço.

Os fatos apresentados poderiam, segundo o promotor, configurar atos ilegais e atos de improbidade administrativa, caso fosse constatado conluio ou omissão de autoridades públicas, “em razão do provável prejuízo ao patrimônio público municipal e violação a direitos sociais da população”.

O MP investiga três possíveis irregularidades no parque:

  • Taxas para corredores: o promotor solicitou ao secretário de Meio Ambiente na época, Rodrigo Ravena, que prestasse informações sobre a cobrança das “taxas”
  • Espaços pagos: segundo o MP, a Urbia promove um “loteamento” com a instalação de lojas, construção de grandes edifícios, instalação de diversos restaurantes, comércio de bens e serviços e o uso remunerado de diversos espaços, com redução do espaço livre para uso gratuito da população;
  • Festivais de música: o promotor afirma que a Urbia está promovendo grandes eventos que provocam poluição sonora e construindo diversos edifícios comerciais, alguns sem qualquer informação sobre o custo e uso.

Leia Mais

  • Carnaval de SP tem ação de drones, policiais fantasiados e prisões

    Carnaval de SP tem ação de drones, policiais fantasiados e prisões

  • PM prende 35 pessoas em fim de semana de Carnaval em SP

    PM prende 35 pessoas em fim de semana de Carnaval em SP

  • Carnaval: locais dos blocos registram sensação térmica acima dos 50ºC em SP

    Carnaval: locais dos blocos registram sensação térmica acima dos 50ºC em SP

Até o mês de abril, diversas pessoas envolvidas no caso prestaram oitivas ao Ministério Público. No dia 5 de maio, o promotor Marques fez um novo despacho com próximos passos para o inquérito, o qual a CNN teve acesso.

Ele afirma que, após as oitivas, ficou claro que “além da injusta e ilegal cobrança de “taxas” das associações e limitações do uso do espaço público, o Parque Ibirapuera se tornou em um local elitizado, com locação de espaços a determinadas empresas que restringem o pleno acesso à população, como a instalação do espaço Nubank, que permite apenas seu uso pelos clientes ultravioleta ou àqueles que paguem uma “taxa” extorsiva”.

O promotor afirma que as informações apresentadas pelo banco não são verdadeiras. Ele cita notícias que informaram que a instituição financeira cobra R$ 150,00 por pessoa para a utilização do espaço por duas horas.

Em defesa, a SVMA e a Urbia ressaltaram que não havia nenhuma ilegalidade em suas atuações. Além disso, afirmaram que as assessorias de esportes exploravam o espaço público e utilizam o parque como uma “extensão de seus negócios”.

O novo secretário de Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, que assumiu o cargo há cerca de dois meses, informou ao MP que a Urbia já foi notificada para suspender as atividades do espaço Nubank.

Em conclusão, o promotor Marques ressaltou que o Ibirapuera foi “descaracterizado pela Urbia, que o transformou em uma espécie de shopping center”.

Novas oitivas do secretário Ashiuchi e da arquiteta e chefe de gabinete da SVMA, Tamires de Oliveira, estão marcadas para a tarde desta quarta-feira (14) para dar continuidade à investigação.

No despacho, a Promotoria solicitou que o Centro de Apoio à Execução (CAEx) elabore, com urgência, um parecer técnico no contrato de concessão do Parque Ibirapuera para verificar a existência de lojas, pontos de venda, restaurantes, tendas de promoções e estabelecimentos comerciais, assim como da Casa Nubank.

Outro lado

Em nota à CNN, a Prefeitura de São Paulo afirma que a concessão “tem contribuído para a melhoria de equipamentos públicos e serviços à população”. A gestão aponta que, segundo uma pesquisa da concessionária Urbia, 87% dos paulistanos aprovam os serviços prestados nos parques sob gestão da iniciativa privada, incluindo o Ibirapuera. Leia a nota na íntegra abaixo:

“A Prefeitura de São Paulo reitera que o modelo de concessões tem contribuído para a melhoria de equipamentos públicos e serviços à população. O Parque Ibirapuera, conforme último levantamento feito pela administração municipal, é o destino mais procurado pelos passageiros do Programa “Domingão Tarifa Zero”, refletindo os altos índices de satisfação dos frequentadores. Além disso, pesquisa da concessionária informa que 87% dos paulistanos aprovam os serviços prestados nos parques sob gestão da iniciativa privada, incluindo o Ibirapuera.  Somente em 2024, foram investidos pela concessão mais de R$ 100 milhões no parque. O número de funcionários triplicou, passando de cerca de 100 para mais de 300 desde a concessão. A SVMA reforça seu compromisso com a legalidade, proteção ambiental e fiscalização das ações da Urbia. Em relação ao caso mencionado, em 2023, a concessionária recebeu uma sanção administrativa por intervenção no Córrego do Sapateiro, com multa e compensação ambiental estabelecidas por TAC”. 

O Nubank, a respeito da “Casa Nubank”, informou à CNN que “não recebeu a referida notificação e reforça seu compromisso em respeitar as regulamentações vigentes. A empresa permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos aos órgãos responsáveis”, diz em nota.

Já a Urbia rebate a investigação do Ministério Público, afirmando que “todos os apontamentos do inquérito são infundados”. A concessionária do Parque Ibirapuera destaca que “a comparação do parque com um shopping center também é inverídica”. Confira a nota na íntegra:

“A Urbia afirma categoricamente que todos os apontamentos do inquérito são infundados e a concessionária já se manifestou formalmente com os argumentos contratuais e legais. A empresa vê indícios de que o inquérito pretende questionar o contrato celebrado e, especialmente, o modelo de concessão. Salientamos que a atuação da companhia tem aprovação de quase 90% dos frequentadores, além de ser uma política pública que se mostrou vitoriosa e tem inspirado iniciativas similares por todo o país.

Todas as atividades objeto de apuração pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) estão integralmente respaldadas pela legislação vigente e pelo Contrato de Concessão firmado com a Prefeitura de São Paulo. Esse contrato, aprovado por lei na Câmara Municipal após amplo debate público, decorre de processo licitatório devidamente validado pelo próprio MPSP, pelas instâncias executiva, legislativa e pelo Poder Judiciário. Seu objetivo é desonerar a administração pública e assegurar à população um parque gratuito, restaurado, sustentável e com serviços de alta qualidade — resultado refletido nos índices de aprovação da gestão.

A comparação do parque com um shopping center também é inverídica, uma vez que não há lojas, mas apenas pontos de alimentos, bebidas e souvenirs. Os espaços comerciais presentes no parque hoje foram reduzidos em relação ao período pré-concessão. Os pontos atuais constituem obrigação contratual com a inclusão de 169 vendedores autônomos ao projeto, pessoas que trabalham no parque há décadas. Hoje, não superam 140 unidades.

Desde 2020, o Parque Ibirapuera é mantido exclusivamente com recursos privados, sem aporte de verbas públicas, o que viabiliza elevados padrões de conservação, segurança patrimonial, infraestrutura e atendimento à população.

Em relação às assessorias esportivas, o contrato estabelece de forma expressa a prerrogativa da concessionária sobre a gestão das atividades comerciais nos espaços concedidos, incluindo a oferta de produtos e serviços. A legitimidade da cobrança de taxas já foi reconhecida pela Prefeitura de São Paulo. Trata-se de uma lógica clara: quem obtém receita no parque deve contribuir para sua manutenção e aprimoramento, em benefício de todos os frequentadores.

O Ibirapuera mantém, ainda, sua vocação histórica como polo cultural da cidade, consolidada ao longo de mais de sete décadas. Vale ressaltar que o Plano Diretor do parque define áreas específicas para eventos e grandes shows, todos organizados em conformidade com as normas legais e os mais altos padrões de segurança. Os dados de contagem de visitantes indicam crescimento contínuo desde o início da concessão.

Importante esclarecer que não há qualquer restrição de acesso às pessoas nas áreas do Parque Ibirapuera. O uso de tapumes está condicionado às áreas de intervenções visando a segurança das pessoas e a segurança do trabalho. No caso dos eventos externos, os tapumes ou gradis cumprem exigências contratuais e do Plano Diretor do Parque Ibirapuera além de alvarás e licenças do Corpo de Bombeiros e visam o equilíbrio ambiental sem superlotação que degradam o meio ambiente como aconteciam frequentemente antes da concessão. A contagem de pessoas em áreas restritas é primordial para o conforto e segurança dos visitantes em dias de eventos culturais.
A Urbia atua com responsabilidade, transparência e profundo respeito pela cidade de São Paulo”. 

Este conteúdo foi originalmente publicado em MP investiga mudanças e taxas após privatização do Parque Ibirapuera no site CNN Brasil.

 

You Might Also Like

PARA OUVIR! Confira o barulhos dos motores de 10 das 11 equipes da Fórmula 1 de 2026 que já foram às pistas

Vera Fischer e Carolina Dieckmmann se reencontram 26 anos após novela 

Lembra dela? Ex-BBB surpreende ao perder quase 40 kg e passar por mudança radical; confira

Chefe do Exército do Irã disse que vai defender país até o fim 

Vitória prepara estreia de novo reforço para duelo contra o Flamengo; saiba qual

Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga o Portal Nação

Nas redes Sociais
FacebookLike
TwitterSiga nas redes
YoutubeSubscribe
TelegramSiga nas redes

Newsletter semanal

Assine nossa newsletter para receber nossos artigos mais recentes instantaneamente!

Notícias populares

Baiano Samurai bate vice-campeão olímpico e garante vaga na final do Mundial de Boxe

12 de setembro de 2025
Carros elétricos ficam mais ‘limpos’ com motores sem imãs e baterias recicladas
Bolsonaro diz que Trump pode “afastar inelegibilidades” como a dele 
Justiça condena MC Ryan SP após ‘invasão’ em escola; saiba detalhes
Mills mantém otimismo, apesar de juros altos, diz CFO 
- Publicidade -
Ad imageAd image
  • Avisos legais
  • Política de privacidade
  • Gerenciamento de Cookies
  • Termos e condições
  • Parceiros

Todas as últimas notícias do Portal Nação direto na sua caixa de entrada

Aqui no Portal Nação, acreditamos em criar os melhores produtos para a indústria que cruzam o melhor design de software, experiência do usuário e funcionalidade.

Nosso site armazena cookies no seu computador. Eles nos permitem lembrar de você e ajudam a personalizar sua experiência em nosso site.
Leia nossa política de privacidade para maiores infromações.

Copyright © 2023-2024 Portal Nação | Todos os Direitos Reservados

Orgulhosamente ❤️ por HubCloud © 2024. Todos os Direitos Reservados
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?