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O que se sabe sobre o incêndio que matou 5 internos em clínica no DF

Última atualização: 1 de setembro de 2025 09:34
Published 1 de setembro de 2025
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O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá, pegou fogo na madrugada de domingo (31/8), por volta das 3h. Cinco pessoas morreram e ao menos 11 foram internadas, com ferimentos e intoxicação por fumaça.

Contents
TrancadosClínica clandestinaManifestação da Administração

A clínica que não tinha alvará de funcionamento, mas acolhia mais de 46 internos. Desses, 20 estavam dentro da casa, trancados com cadeado. Os outros 26, em outra edificação, na parte externa.

Até o momento, as causas do início do fogo são desconhecidas e uma das hipóteses levantadas é que um carregador de celular possa ter causado falha elétrica. A informação é investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que investiga o caso, por meio da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Os agentes estiveram no local ainda nesse domingo e fizeram perícia.

Veja as imagens do local:

6 imagensLocal pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreramCasa estava trancada no momento do incêndioDaniel Fernandes, 24 anosRapaz é interno do Instituto Liberte-se e ajudou a salvar os colegasFechar modal.1 de 6

Clínica fica no Paranoá

Francisco Dutra/Metrópoles2 de 6

Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF3 de 6

Divulgação/CBMDF4 de 6

Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF5 de 6

Daniel Fernandes, 24 anos

Francisco Dutra/Metrópoles6 de 6

Rapaz é interno do Instituto Liberte-se e ajudou a salvar os colegas

Francisco Dutra/Metrópoles

O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou os sobreviventes aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL). As vítimas foram identificadas como Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos.

Os feridos têm entre 21 e 55 anos. Somente as iniciais e a idade foram divulgadas. Veja:

D.S., 24 anos;
L.G., 21 anos;
L.S., 21 anos;
M.D., 28 anos;
J.G.S.J., 30 anos;
R.S., 44 anos;
M.S., 24 anos;
E.G.S., 33 anos;
R.F.M., 33 anos;
G.S.D.S.Q., 34 anos; e
R.Q., 55 anos.

Trancados

Além da unidade estar trancada no momento do incêndio, as janelas da clínica têm grades de ferro, o que impediu a fuga das vítimas. Esses dois fatores dificultaram, ainda, o salvamento das vítimas, segundo testemunhas.

Um dos internos que conseguiu se salvar narra momentos de terror vividos durante a tragédia. Daniel Fernandes, 24 anos, contou ao Metrópoles que estava dormindo quando internos de outro quarto pediram ajuda.

“Levantamos desesperados e fomos. Quando eu vi a sala, percebi que o fogo havia se alastrado enquanto todo mundo gritava por socorro, pedindo para não deixar que eles morressem”, lembrou Daniel.

Nesse momento, Daniel, outros internos e um coordenador do instituto saíram em busca de objetos para quebrar as grades das janelas.

“Vi um rapaz sendo queimado e um se arrastando enquanto o corpo dele pegava fogo. Outro interno estava quase desmaiando por causa da fumaça, quando o fogo alastrou e começou a cair por cima dele”, lembrou. “Fiquei em estado de choque, muito triste.”

Outro paciente, Luís Araújo do Nascimento, 57, contou à reportagem que o incidente era tragédia anunciada. “Não foi por falta de aviso. “[O local] estava fechado, sem porta de incêndio, sem extintor, sem nenhuma precaução. E nenhum deles [os internos] foi treinado para trabalhar com combate a incêndio”, afirmou.

Assista ao depoimento:

Clínica clandestina

O proprietário e diretor da clínica, Douglas Costa de Oliveira Ramos, 33 anos, confessou em depoimento à PCDF que solicitou o alvará de funcionamento do local, mas a autorização não foi expedida ainda. O instituto também não obteve aprovação de licenciamento do Corpo de Bombeiros, que sequer fez a vistoria nas construções.

A clínica clandestina funcionava no local havia cinco meses, segundo Douglas. O tratamento oferecido consistia na internação de dependentes químicos por seis meses, com visitas mensais e ligações semanais aos familiares. Em 12 de julho do ano passado, a clínica teve uma das filiais interditada pela Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal).

Ainda no depoimento, o dono do local disse que dormia em um quarto do lado de fora da clínica, quando foi acordado pelos internos, e acionou o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) assim que percebeu o incêndio.

Ramos confirmou que a única porta de entrada e saída da clínica estava trancada com cadeado, segundo ele, em razão de furtos anteriores sofridos.

Sergio Rodrigo Gomes, 38 anos, voluntário que trabalha na Liberte-se, também estava na clínica na madrugada desse domingo (31/8). Foi ele quem recebeu a chave de um interno chamado Ronaldo e conseguiu destrancar o cadeado da porta de entrada e saída, segundo depoimento, após muita dificuldade. Ele contou que ajudou a quebrar janelas e grades para salvar as vítimas e que chegou a se queimar porque o fogo se alastrou rapidamente.

Manifestação da Administração

O Instituto Terapêutico Liberte-se havia solicitado à Administração autorização para atuar no local, e o órgão havia concedido a chamada licença de localização na quinta-feira (28/8). No entanto, esse documento não é suficiente para que a clínica opere. Mesmo assim, o Instituto Liberte-se recebia pacientes há, pelo menos, cinco meses.

Para atuar legalmente, a clínica deve solicitar a aprovação de diversos órgãos locais, como reitera a Administração Regional do Paranoá.

“O alvará de funcionamento somente é expedido após a análise e manifestação de diversos órgãos do GDF, conforme a natureza da atividade exercida. Entre eles destacam-se o Corpo de Bombeiros Militar do DF, responsável por vistoriar as instalações e atestar as condições de segurança contra incêndio e pânico; a Vigilância Sanitária, encarregada de avaliar as condições de higiene, salubridade e segurança sanitária; e outros órgãos fiscalizadores específicos, a depender das particularidades da atividade econômica”, pontuou.

Clínica se pronuncia

Após o incêndio, o Instituto Terapêutico Liberte-se divulgou uma nota na qual lamentou o caso e informou que está “em contato com as autoridades competentes”.

“Colocamo-nos inteiramente à disposição para colaborar com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa dos fatos”, afirmou.

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