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Por que o plano de Trump para vender caças a Arábia Saudita é controverso? 

Última atualização: 18 de novembro de 2025 21:32
Published 18 de novembro de 2025
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O acordo deve alterar o equilíbrio de poder na região, fortalecendo Riade como uma potência do Oriente Médio e a primeira nação árabe a receber os caças americanos mais avançados  Internacional, Arábia Saudita, Donald Trump, EUA, Mohammad bin Salman CNN Brasil

Contents
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Durante a visita do príncipe saudita Mohammed bin Salman a Casa Branca nesta terça-feira (18), o presidente dos EUA, Donald Trump, pretendia remodelar o Oriente Médio.

Ao pressionar o príncipe a assinar Acordos de Abraão, Trump buscava normalizar as relações entre Israel e a Arábia Saudita, abrindo caminho para laços com o mundo muçulmano em geral.

Em troca, os sauditas receberiam um pacote de segurança dos EUA que inclui caças furtivos F-35 – aeronaves de quinta geração que consolidariam a relação de Riad com Washington, ao mesmo tempo que abririam um novo capítulo com Israel.

Mas, pelo menos com base nos comentários públicos de Trump até agora, apenas metade desse pacote de acordo provavelmente se concretizará.

O líder republicano anunciou no Salão Oval que a Arábia Saudita receberia os caças que tanto almejava.

“Nós faremos isso. Nós venderemos F-35s”, disse ele, chamando a Arábia Saudita de “grande aliada”. A declaração não mencionou Israel em nenhum momento.

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Reconfiguração de forças no Oriente Médio


Trump mostra a “Calçada da Fama” da Casa Branca com príncipe saudita • Win McNamee/Getty Images

O acordo deve alterar o equilíbrio de poder na região, fortalecendo a Arábia Saudita como uma potência do Oriente Médio e a primeira nação árabe a receber os caças americanos mais avançados.

A venda ainda requer revisão do governo dos EUA e supervisão do Congresso, mas o governo Trump pode tentar acelerá-la nos próximos três anos.

Diversas fontes sauditas disseram à CNN que a Arábia Saudita conseguiu separar as duas questões: a venda dos F-35 não exigia a normalização das relações com Israel, embora o governo Trump tenha afirmado que isso continua sendo um objetivo fundamental de sua política externa.

Embora Trump tenha sinalizado a venda dos caças, ele não ofereceu detalhes específicos – incluindo quais garantias, se houver, deu a Israel.

Antes da guerra em Gaza , o governo Biden acreditava estar perto de finalizar um acordo de normalização entre Israel e a Arábia Saudita.

Mas a guerra, juntamente com a rejeição reiterada do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu à criação de um Estado palestino, inviabilizou o acordo.

Seus parceiros de coalizão de extrema-direita o impediram de reconhecer a possibilidade de qualquer forma de soberania palestina, mesmo num futuro distante e dentro das restrições de segurança israelenses.

Em vez de tentar forçar uma questão que estava emperrada, Trump avançou onde pôde.

Venda de caças F-35


Caça F-35A fabricado nos EUA pousa na Base Aérea de Chungju, na Coreia do Sul, em 29 de março de 2019. • Foto: South Korea Defense Acquisition Program Administration via Getty Images

A Arábia Saudita estava disposta a comprar armas americanas, e o líder americano estava pronto para vender, mesmo sem a normalização dos acordos.

“Trump deixou claro que estava desvinculando as duas coisas”, disse Nawaf Obaid, pesquisador sênior do Departamento de Estudos de Guerra do King’s College. “Ele não ia perder tempo tentando impedir todas essas vendas de armas e outros itens só por causa de Netanyahu.”

Segundo o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo, Riad tem sido o maior comprador de armas americanas há anos. Obaid afirma que a venda dos F-35 era inevitável, um passo natural na relação de defesa entre os dois países. Trump apenas acelerou drasticamente o processo.

Os sauditas não descartam a normalização das relações no futuro, mas ela não estará ligada à venda dos F-35. E certamente não acontecerá agora.

“É preciso um novo governo (em Israel) e um caminho irreversível para um Estado palestino”, disse Obaid à CNN.

Uma fonte de segurança israelense afirmou ser “muito preocupante” para as Forças Armadas que Riad adquirisse caças de quinta geração.

“Por muitos anos, mantivemos um compromisso tácito de garantir que ninguém no Oriente Médio tivesse as mesmas aeronaves e as mesmas capacidades (que Israel)”, disse a fonte à CNN, referindo-se aos F-35. “A gravidade da situação não é exagerada. Não é bom (para Israel).”

Nos últimos meses do primeiro mandato de Trump, os EUA concordaram em vender caças F-35 aos Emirados Árabes Unidos, um acordo que teria tornado o pequeno vizinho da Arábia Saudita o primeiro Estado árabe a possuir os caças de quinta geração.

Em troca, os Emirados Árabes Unidos se tornaram o primeiro Estado árabe em 26 anos a normalizar as relações com Israel – que havia aprovado a venda –, proporcionando a Trump uma importante vitória em política externa.

Mas o acordo acabou fracassando durante o governo Biden devido a preocupações com a crescente cooperação militar entre os Emirados Árabes Unidos e a China.

Os EUA não estavam dispostos a arriscar que a tecnologia por trás de seu caça mais avançado caísse nas mãos de Pequim, e os Emirados Árabes Unidos não estavam dispostos a aceitar o que um funcionário emiradense chamou de “restrições operacionais soberanas” americanas ao seu uso.

Limitações

Daniel Shapiro, ex-embaixador dos EUA em Israel que participou das negociações com os Emirados Árabes Unidos, afirmou que as mesmas preocupações se aplicam também a Riad.

“Ainda não está claro se a Arábia Saudita assumirá os mesmos compromissos de limitar sua cooperação militar com a China. Na minha opinião, isso é necessário para que o programa F-35 seja totalmente compatível com os interesses de segurança dos EUA”, disse Shapiro à CNN.

Cinzia Bianco, pesquisadora do Golfo no Conselho Europeu de Relações Exteriores, disse que os Emirados Árabes Unidos ficariam “bastante decepcionados” com o acordo saudita para a compra dos F-35, mas poderiam tentar “aproveitar o momento” para pedir a Trump que reconsiderasse as condições estabelecidas pelo governo Biden para o seu próprio acordo.

Os EUA também são obrigados por lei a manter a vantagem militar qualitativa (VQ) de Israel sobre outros países da região e a determinar se qualquer venda de equipamentos militares avançados poderia comprometer essa vantagem.

Os EUA ainda terão influência sobre o armamento saudita devido ao significativo apoio de empresas contratadas americanas necessário para operar os sistemas.

Isso pode satisfazer a maioria das preocupações americanas sobre o uso de sistemas avançados, incluindo o F-35, disse Cancian, mas provavelmente não será suficiente para Israel, o país que há muito tempo é o aliado mais próximo dos Estados Unidos no Oriente Médio.

 

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