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Por que os juros no Brasil seguem altos enquanto vizinhos já cortam taxas 

Última atualização: 1 de novembro de 2025 05:00
Published 1 de novembro de 2025
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Endividamento elevado, indexação da economia e estrutura estatal explicam cenário distinto  Macroeconomia, Brasil, CNN Brasil Money, Juros, Selic CNN Brasil

Contents
Leia MaisBC: Dívida bruta do governo geral sobe para 78,1% do PIB em setembroSem grande pressão sobre BC, corte da Selic pode vir em março, diz KanczukJuros altos travam o crescimento do Brasil

A taxa básica de juros do Brasil está atualmente em 15% ao ano, um patamar significativamente mais alto do que o observado em países vizinhos, como Chile, onde os juros giram em torno de 4% ao ano.

Segundo especialistas ouvidos pelo CNN Money, o principal fator que mantém o Brasil na contramão da região é o elevado nível de endividamento público.

Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, aponta que, em países grandes e em desenvolvimento, como o Brasil, a demanda por gastos públicos é alta, e a taxa de juros acaba sendo consequência direta da política fiscal.

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“Quanto maior o Estado, maior o custo. Ou seja, ele gasta mais do que arrecada e acaba tendo que recorrer ao mercado de títulos, o que eleva o risco para os investidores”, afirmou.

“Se o governo gasta mais do que arrecada, cria excessos monetários. O problema de ter um Estado inchado e ineficiente é que a economia não gira em torno de si, mas do próprio Estado.”

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Nesta sexta-feira (31), o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público — que inclui o governo federal, o INSS e os governos estaduais e municipais — subiu para 78,1% do PIB em setembro.

Rafael Arantes, da consultoria global Country Manager, acrescenta que, além da dívida, a indexação da economia também pressiona os juros.

Segundo ele, cerca de 35% dos contratos no Brasil ainda possuem indexação formal, como aluguéis atrelados ao IGP-M, tarifas públicas reajustadas por índices oficiais e planos de saúde corrigidos pela inflação passada.

“Essa indexação cria uma inércia inflacionária que exige juros mais altos para ser contida”, explicou.

Ao comparar com os vizinhos latino-americanos, a diferença é clara: a Colômbia opera com taxa de juros de 9,25% ao ano, o Peru com 7,50%, o Chile com 4,75% e o México com 4,25%.

Além disso, todos esses países apresentam indicadores de dívida/PIB inferiores ao brasileiro: 61% na Colômbia, 33% no Peru, 44% no Chile e 57% no México.

A estrutura econômica também ajuda a explicar a divergência. Enquanto o Brasil possui uma economia mista, com forte presença estatal, o Chile adota um modelo mais liberal, e o México tem uma economia industrializada e altamente integrada aos Estados Unidos.

“A Colômbia é uma economia menor, e economias menores dificilmente têm taxas de juros elevadas. O Chile é um caso à parte, com uma economia liberal e forte relação com os EUA. Já o México se beneficia da proximidade e semelhança com a economia americana”, disse Vieira.

Apesar dos juros altos aumentarem a atratividade do capital estrangeiro, especialistas alertam que esse capital é, em grande parte, destinado à compra de títulos públicos, o que ajuda a financiar o governo, mas não necessariamente a economia real.

“Tem mais dinheiro girando no Brasil, mas não de verdade”, resumiu Vieira.

Historicamente, o Brasil sempre operou com juros elevados, com exceção do período da pandemia, quando a taxa chegou a 2% ao ano. Ainda assim, o país mantém vantagens estruturais em relação aos vizinhos: uma economia e população grandes, além de relevância logística, comercial e política na região.

“Nosso tamanho, seja geográfico, populacional ou econômico, nos torna automaticamente atrativos. Hoje, o Brasil é relevante para a América Latina em termos logísticos, comerciais e políticos”, concluiu Arantes.

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