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Quem é o major da PM condenado pelo STF por liderar acampamento no QG

Última atualização: 6 de agosto de 2025 16:19
Published 6 de agosto de 2025
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Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos líderes do acampamento golpista que se instalou em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, o major da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Cláudio Mendes dos Santos usava o título da corporação para ganhar notoriedade entre os bolsonaristas do QG.

Contents
Máfia do Pix e táticas de guerrilha“Encher a Esplanada”Zambelli como defensoraOcorrências

O major ficou 60 dias no acampamento conforme o Metrópoles acompanhou. Ele acabou fugindo depois dos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro e chegou a comemorar, em mensagem de WhatsApp: “Ainda não ‘tô’ preso”, como mostrou a reportagem em 29 de janeiro. Cláudio acabou detido na Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal, em 23 de março.

3 imagensPreso após 8 de janeiro, major da PM Cláudio Santos, que faltou CPI, citou Carla Zambelli como defensoraPassagem pelo Exército e pela PMDF eram citadas pelo major no QG para gerar credibilidade entre manifestantesFechar modal.1 de 3

Major da PM, Cláudio Mendes dos Santos liderou atos no QG e fugiu de Brasília após ataques de 8 de janeiro

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Preso após 8 de janeiro, major da PM Cláudio Santos, que faltou CPI, citou Carla Zambelli como defensora

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Passagem pelo Exército e pela PMDF eram citadas pelo major no QG para gerar credibilidade entre manifestantes

Reprodução/Redes Sociais

Em resposta à decisão do STF, a defesa do major nega que o oficial aposentado frequentou o acampamento do QG depois de dezembro de 2022, e disse que sequer estava presente em Brasília no dia 8 de janeiro, quando os manifestantes depredaram as sedes dos Três Poderes.

Na época do acampamento, o Metrópoles já mostrava que o militar era um dos líderes que mais discursava no palco improvisado montado em um caminhão no QG de Brasília e chegou a levar o filho de 8 anos para o acampamento. Ele se apresentava como major Cláudio Santa Cruz e se vangloriava por ter sido do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Máfia do Pix e táticas de guerrilha

Fontes ouvidas pela reportagem da época denunciaramm ainda que o oficial ganhava dinheiro com os atos bolsonaristas, na chamada “máfia do Pix”.

No dia da posse de Lula (PT), Cláudio foi figura central de uma discussão entre os próprios apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que reclamaram de mais um pedido de dinheiro feito pelo major e o chamaram de covarde. “Só quer saber de Pix”, acusou um homem. Relembre:

No Instagram, que ele excluiu depois dos ataques bolsonaristas na Praça dos Três Poderes, o militar ainda informava que era instrutor de tiro. Depoimentos colhidos pela CPI do DF apontam ainda que o major da reserva ensinava táticas de guerrilha no acampamento golpista.

“Encher a Esplanada”

Dias antes do atentado, ele esteve em um programa de uma rádio comunitária fazendo convocações e pedindo cumplicidade de policiais contra manifestantes.

“Quero fazer um apelo aos meus colegas policiais. Eu sou um comandante policial, um major policial, estou na reserva, mas pelo amor de Deus. Polícia Federal, vocês contam com nosso respeito, não se vendam, não deixem alguém fazer vocês rasgarem a Constituição, não pratiquem prisões desleais. Da mesma forma a Polícia Civil.”

Durante a participação no programa, ele ainda diz que “o presidente foi bem claro ao dizer que as Forças Armadas estão nos apoiando”, e instiga cada pessoa que votou em Bolsonaro a “encher o QG, encher a Esplanada”. A rádio fomentou discursos golpistas por mais de uma hora, pedindo até Pix para Renan Sena, bolsonarista que viria a ser preso semanas depois pela Polícia Federal por participação nos ataques à democracia.

Na CPI do DF, o major disse que o acampamento no QG tinha reza e que “curava doenças”.

Zambelli como defensora

Em outro episódio no acampamento, o major da reserva chegou a citar a deputada Carla Zambelli (PL-SP) como defensora do movimento. Cláudio Mendes dos Santos comentou, em vídeo gravado dentro do QG, sobre ter aberto o espaço do carro de som principal do local para alguns políticos.

“Abrimos algumas exceções para pessoas que sofreram. Porque nós temos também ao nosso lado. Temos aqueles também que nos defendem. O deputado [Daniel] Silveira, a própria Carla Zambelli. São pessoas que também estão sofrendo muito com perseguição, e outros aí”, afirmou o golpista, em vídeo de 27 de novembro de 2022.

Bolsonarista assumido, Cláudio usava as redes sociais para convocar mais “patriotas” para atos contra o resultado das urnas. “Vem para rua, vem para Brasília, vamos lotar tudo. Agora é QG, é rua, é rampa… Vai ter brasileiro subindo em pé de árvore, vai ter que ser assim”, convocou, em um dos vídeos. Em outro, afirmou que “o Brasil está em combate, está em luta”, e chamou “milhares de pessoas” para ocupar as ruas da capital.

Em plena pandemia, em 2020, ele também se gravava saindo de casa, fazendo exercício físico na rua, em meio ao lockdown, e elogiando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Essa corja de canalhas não vai levar o país no grito, chefe. O país precisa trabalhar, o senhor está certinho. Força, presidente!”.

Ocorrências

Cláudio Mendes dos Santos é nome comum em ocorrências de violência contra a mulher no DF. Impedido por medida protetiva de se aproximar de uma ex-esposa, ele já foi investigado por descumprir a medida, perseguir a mulher e até divulgar um vídeo com cenas sexuais dela, para familiares e filha, menor de idade.

Um dos registros na Polícia Civil informa que ele chegou a ter a arma recolhida em uma ocasião. De acordo com uma pessoa do núcleo familiar do militar, ouvida em sigilo pela reportagem, ele também já foi alvo de “várias denúncias” na Corregedoria enquanto estava na ativa da PM, mas “sempre acabava se safando”.

Apesar da condenação, a pena definitiva ainda será publicada na proclamação do resultado do julgamento.

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