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Quem são os afrikaners citados por Trump ao confrontar líder sul-africano 

Última atualização: 22 de maio de 2025 06:30
Published 22 de maio de 2025
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Presidente dos EUA fez alegações de perseguição a brancos na África do Sul, enquanto Ramaphosa rebateu com dados e acusações de distorção
Este conteúdo foi originalmente publicado em Quem são os afrikaners citados por Trump ao confrontar líder sul-africano no site CNN Brasil.  Internacional, África do Sul, Apartheid, Cyril Ramaphosa, Donald Trump CNN Brasil

Contents
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criou uma polêmica nesta quarta-feira (21) ao afirmar que brancos da África do Sul, especialmente os afrikaners, seriam vítimas de perseguição e violência no país.

A declaração foi feita durante uma reunião no Salão Oval com o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, que tentou rebater os argumentos, mas foi interrompido diversas vezes por Trump.

Durante o encontro, o presidente americano exibiu um vídeo compilado com falas de políticos sul-africanos circulando nas redes sociais e alegou que “agricultores brancos estão sendo brutalmente assassinados” e que suas terras estariam sendo confiscadas pelo governo.

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Trump confronta presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, com falsas alegações de genocídio. • REUTERS/Kevin Lamarque

As afirmações, no entanto, foram feitas sem apresentar nenhuma comprovação.

Quem são os afrikaners?

Os afrikaners são descendentes principalmente de colonos holandeses, embora haja também influência de franceses e alemães. Eles se estabeleceram na África do Sul a partir do século XVII, formando uma cultura própria com idioma derivado do holandês.

Até hoje, eles compõem parte da minoria branca sul-africana, que representava cerca de 7% da população em 2022 — uma queda em relação aos 11% registrados em 1996, segundo dados oficiais.

Historicamente, os afrikaners desempenharam papel central no governo do apartheid (1948–1994), sistema de segregação racial que garantiu privilégios políticos, econômicos e territoriais à minoria branca e excluiu sistematicamente a maioria negra do país.

Com o fim do apartheid, o poder foi transferido ao Congresso Nacional Africano (ANC), partido que lidera o país desde então, e que tem promovido reformas para reparar desigualdades históricas — incluindo a polêmica política de expropriação de terras sem compensação em alguns casos.

Primeiros refugiados chegam aos EUA

Na última semana, mais especificamente na segunda-feira (12), os primeiros 59 sul-africanos brancos chegaram aos EUA com status de refugiados, concedido sob ordem do governo Trump.

O grupo foi transportado em um voo fretado de Joanesburgo que aterrissou no Aeroporto Washington Dulles por volta das 12h30 (horário local).

A ação faz parte de uma política mais ampla adotada por Trump, que, embora tenha restringido severamente a entrada de refugiados do restante do mundo — em sua maioria não brancos —, priorizou o acolhimento do grupo com base em alegações de que estariam sofrendo “discriminação racial e perseguição” em seu país de origem.

Segundo a Câmara de Comércio Sul-Africana nos EUA (SACCUSA), cerca de 67 mil sul-africanos já demonstraram interesse em buscar refúgio nos Estados Unidos.

A justificativa do governo americano é a de que haveria um suposto “genocídio branco” em curso — uma alegação que não encontra respaldo nos dados oficiais ou em declarações de partidos e instituições sul-africanas.

Resposta de Ramaphosa

Durante o encontro com Trump, o presidente Cyril Ramaphosa contestou as afirmações de que há um genocídio ou perseguição acontecendo contra brancos. Ele classificou os que buscam refúgio nos EUA como “covardes que se opõem aos esforços de reparação histórica após o apartheid”.

Em fevereiro, a polícia sul-africana emitiu comunicado oficial negando a existência de perseguição racial: “Apenas um agricultor, que por acaso era branco, foi morto entre 1º de outubro e 31 de dezembro”, informou o Serviço Policial Sul-Africano.

“Suposições segundo as quais assassinatos em fazendas equivalem à perseguição de fazendeiros brancos pertencem ao passado”, acrescentou.

Além disso, nenhum dos partidos políticos do país, incluindo os que representam afrikaners e a comunidade branca, reconhece qualquer forma de genocídio.

Disputa de narrativas

Parte do mal-estar entre os governos decorre da Lei de Expropriação, sancionada em janeiro por Ramaphosa, que permite a redistribuição de terras sem indenização em situações consideradas de “interesse público”.

Durante o apartheid, milhões de negros foram expulsos de suas terras em favor de agricultores brancos. Hoje, embora representem mais de 80% da população, os sul-africanos negros são donos de somente 4% das terras privadas, enquanto 72% estão sob controle da minoria branca.

Para o governo sul-africano, tratar os brancos como refugiados políticos é uma “intromissão em questões internas baseada em desinformação”. Ainda assim, Trump reafirmou a decisão, dizendo que “certas classes de pessoas estão sendo tratadas muito mal”.

As declarações de Trump ecoam discursos de grupos conservadores e nacionalistas brancos, que promovem a tese do “genocídio branco” na África do Sul, sem evidências.

Entre os que defendem essa visão está o empresário sul-africano radicado nos EUA, Elon Musk, aliado político de Trump e crítico das políticas de redistribuição de terras.

O episódio marca mais um ponto de tensão entre diplomacia e ideologia, com possíveis impactos nas relações bilaterais e na percepção internacional do processo de justiça histórica conduzido pelo governo sul-africano.

(Com informações da Reuters)

Este conteúdo foi originalmente publicado em Quem são os afrikaners citados por Trump ao confrontar líder sul-africano no site CNN Brasil.

 

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