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RJ: 7 em cada 10 discordam que megaoperação foi “desastrosa”, diz pesquisa 

Última atualização: 6 de novembro de 2025 08:30
Published 6 de novembro de 2025
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Cerca de 74% dos entrevistados do levantamento do instituto Real Time Big Data não concordou com fala do presidente Lula (PT); ação deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha  Rio de Janeiro, -agencia-cnn-, Comando Vermelho, Instituto Real Time Big Data, Megaoperação CNN Brasil

Contents
Leia MaisMegaoperação: após uma semana, nomes dos detidos ainda não foram reveladosOperação prende 20 traficantes ligados ao Comando Vermelho no ESMegaoperação: governos realizam primeira reunião do Escritório EmergencialPerfil dos entrevistadosNomes de detidos ainda não reveladosMegaoperação

Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (6) aponta que sete em cada dez pessoas (cerca de 74%) não concorda com a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que a megaoperação no Rio de Janeiro, na última semana, foi “desastrosa”.

A ação das forças de segurança cariocas deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha; entre eles, quatro policiais.

A fala do presidente aconteceu na última terça-feira (4) em uma entrevista a agências internacionais. Segundo Lula, “a ordem do juiz era para que fossem cumpridos mandados de prisão, não para uma matança — e, no entanto, houve uma matança.”

O levantamento ainda aponta que 45% das mil pessoas entrevistadas acreditam que o Governo Federal pode abrir uma investigação paralela sobre a megaoperação e que, “se tiver algo de errado, que se cumpra a lei”. Outras 28% consideraram que o governo “está querendo proteger bandidos”.

Já outros 17% das respostas apontaram que o governo deve investigar a megaperação, uma vez que “a polícia foi abusiva” e houve a aprovação do governador do estado para que a ação acontecesse. A pesquisa aponta que 10% das pessoas não têm opinião formada sobre o assunto.

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Em uma última pergunta da pesquisa, o instituto questionou aos entrevistados quem deveria receber auxílio financeiro após a operação. Cerca de 55% das respostas afirmaram que a ajuda deveria ser destinada às famílias dos policiais mortos, enquanto outros 37% apontaram que nenhuma das famílias deveria receber o suporte financeiro.

Apenas 6% apontaram que o auxílio deveria ser atribuído às famílias dos suspeitos mortos e 2% alegaram que o suporte teria que ser destinado a ambas as famílias.

Perfil dos entrevistados

Segundo o instituto, a pesquisa foi feita por telefone e, em sua maioria, com mulheres (52%). Entre as pessoas entrevistadas estão moradores do estado do Rio, e que 44% têm entre 35 e 59 anos, 41% estão entre 16 a 34 anos e 15% têm 60 anos ou mais.

Entre os entrevistados, 43% possuem nível de formação até o Ensino Médio Completo e 41% até o Fundamental Completo. Já os outros 16% possuem Superior Incompleto ou maior nível.

O institudo aponta que a pesquisa foi feita com moradores das seguintes cidades: Rio das Ostras, Cabo Frio, Araruama, Saquarema, Santa Maria Madalena, Trajano de Moraes, Nova Friburgo, Bom Jardim, Três Rios, Paraíba do Sul, Sapucaia, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Duque de Caxias, Niterói, Belford Roxo, Magé, Itaboraí, Nilópolis, Tanguá, Petrópolis, Teresópolis, Paracambi, Vassouras, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Itaguaí, Santo Antônio de Pádua, Itaperuna, Varre‐Sai, Campos dos Goytacazes, Macaé, Angra dos Reis, Paraty, Volta Redonda, Barra Mansa e Piraí.

Nomes de detidos ainda não revelados

Após mais de uma semana da megaoperação, ainda não foram divulgados os nomes dos detidos. Nenhum dos mortos estava na lista de denunciados da ação, segundo trecho da denúncia inicial do Gaeco (Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado).

Ainda não se sabe quem são os presos. A quantidade divulgada pelo governo estadual à imprensa, apontava para 113 pessoas, porém a CNN Brasil teve acesso ao documento oficial enviado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, que afirma que na verdade foram 99 presos.

“Tribunal do CV”: quem são faccionados que torturam moradores da Penha (RJ)

Ainda segundo o mesmo relatório, apenas 17 foram presos por mandado e 82 por flagrante combate. Entre os detidos, dez são menores de idade. Também foi divulgada a apreensão de 118 armas (91 fuzis, 26 pistolas e um revólver), 14 artefatos explosivos e uma quantidade de drogas ainda em “fase de pesagem”.

Megaoperação

A megaoperação policial “Contenção” foi realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira (28). A ação conjunta das Polícias Civil e Militar, que utilizou cerca de 2.500 agentes, visava combater a expansão territorial do CV (Comando Vermelho) e cumprir aproximadamente 100 mandados de prisão contra lideranças, incluindo 30 de outros estados.

A operação resultou no saldo de 121 mortos, superando o Massacre do Carandiru e tornando-se a mais letal da história do país. Entre os 113 presos, estava Thiago do Nascimento Mendes, o “Belão”, braço direito do líder do CV, “Doca”. Foram apreendidas 118 armas, sendo 91 fuzis.

O dia da operação foi marcado por intensos confrontos e “caos” na cidade, com o fechamento de escolas e desvios de transporte público.

Segundo o governo, mais de 95% dos identificados tinham vínculo comprovado com o Comando Vermelho, e 54% não eram do Rio de Janeiro. A lista também não divulga nenhum nome feminino que estivesse entre os mortos.

Todos os corpos foram liberados e a perícia do Instituto Médico-Legal (IML) foi oficialmente encerrada. Entre as vítimas, estão nove chefes do Comando Vermelho de outras regiões que estavam na Penha no momento da operação.

Nesta semana, MPF (Ministério Público Federal) requisitou ao estado do Rio de Janeiro e à União informações sobre a utilização de verbas federais durante a megaoperação.

A operação foi a mais letal da história, superando o Massacre do Carandiru.

Imagens mostram “zona de guerra” em megaoperação contra o CV no RJ

 

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