Ainda assim, presidente dos EUA lamentou o caso; atuação de agentes de imigração tem gerado protestos na cidade Internacional, Donald Trump, Estados Unidos, Imigração CNN Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que o enfermeiro Alex Pretti, que foi morto em Minneapolis pelo ICE (polícia migratória dos EUA), não deveria estar portando uma arma.
De toda forma, ele pontuou que o confronto com agentes do ICE que levou à morte de Pretti é “muito lamentável”.
“Não gosto que ele estivesse armado. Não gosto que ele tivesse dois carregadores cheios. Isso é muita coisa ruim, e apesar disso, digo que foi um incidente muito lamentável”, disse Trump a repórteres no estado de Iowa, onde visitava um restaurante local.
Os comentários do presidente se assemelham a declarações que ele fez mais cedo nesta terça. Em uma delas, ele ressaltou: “Você não pode entrar armado”.
As alegações do governo Trump de que Pretti não tinha o direito de possuir uma arma de fogo e que sua morte foi justificada foram rejeitadas por especialistas jurídicos e criticadas por grupos defensores do direito de armas, geralmente alinhados ao presidente.
Trump desconversa sobre alegação contra Pretti
Ainda durante a visita ao restaurante de Iowa, Trump desconversou quando foi perguntado sobre assessores terem chamado Alex Pretti de “terrorista doméstico”.
Autoridades como a secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, e o assessor Stephen Miller, já haviam acusado Pretti de ser um “terrorista doméstico”.
“Não ouvi isso, mas certamente ele não deveria estar portando uma arma”, disse o presidente.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou na segunda-feira (26) que Trump não caracterizou Alex Pretti como um “terrorista doméstico”, apesar das alegações feitas por integrantes do governo.

