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Veja o que já se sabe sobre o documentário de Melania Trump 

Última atualização: 29 de janeiro de 2026 15:33
Published 29 de janeiro de 2026
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Primeira-dama dos Estados Unidos terá produção biográfica produzida pela Amazon  Entretenimento, -cnn-international-, #CNNPop, Documentário, Melania Trump CNN Brasil

Contents
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Por décadas, a regra não escrita da Ala Leste era de que a vida privada de uma primeira-dama americana fosse um presente para os Arquivos Nacionais, trocado por uma produção pós-mandato e talvez uma ala de biblioteca.

Mas, enquanto Melania Trump se prepara para caminhar no tapete vermelho no recém-reformado Centro Kennedy nesta quinta-feira (29), ela está provando que um vislumbre atrás da cortina da vida não é apenas um registro histórico, mas uma mercadoria multimilionária.

Com o documentário “Melania”, ele capturou os primeiros 20 dias de retorno à Casa Branca, a primeira-dama deixou de lado a privacidade que sempre buscou para se tornar uma produtora executiva paga da própria narrativa — uma narrativa que transforma a transição presidencial em um evento cinematográfico sem precedentes.

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“Sou uma pessoa muito reservada e muito seletiva – o que faço, o que não faço, quando falo, quando não falo. E essa é minha escolha, e ninguém manda em mim”, disse Trump durante uma aparição na noite de quarta-feira no programa “The Five” da Fox News, destacando o cálculo que ela fez para contar a história.

“Melania” estreia na quinta-feira (29) para um público selecionado, composto por membros do Gabinete do presidente Donald Trump e algumas celebridades menores, incluindo a família Chrisley, famosa pelo reality show, o rapper Waka Flocka Flame e o “Lobo de Wall Street”, Jordan Belfort. O filme terá exibições simultâneas em 21 cidades, mediante convite prévio.

O negócio de ser primeira-dama, afinal, é bem lucrativo. Melania Trump e a equipe liderada pelo agente e conselheiro sênior Marc Beckman, garantiram um contrato de US$ 40 milhões (cerca de R$190 milhões) com o Amazon MGM Studios, além de um orçamento de marketing de US$ 35 milhões (cerca de R$180 milhões), de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto.

Na sexta-feira (30) o documentário conta com um lançamento em cinemas ao redor do mundo, que testa a significativa curiosidade pública sobre a primeira-dama, e se isso pode atrair fãs — e até mesmo inimigos — para os cinemas em um momento de vendas de ingressos em queda.

O que esperar

O conteúdo do filme de uma hora e 44 minutos tem sido mantido em segredo. Repórteres não receberam cópias antecipadas, embora Maria Bartiromo, da Fox News, e Greta Van Susteren, da Newsmax, estejam entre os convidados esperados para o tapete vermelho no Centro Kennedy, cuja fachada agora também exibe o nome de Donald Trump.

Um resumo do documentário promete “imagens exclusivas que capturam reuniões críticas, conversas privadas e ambientes nunca antes vistos.”

E foi feito com a plena participação e controle editorial de Melania Trump. Ela esteve profundamente envolvida na produção, pós-produção e nas aspectos  promocionais do filme, disse Beckman em uma entrevista para o One America News.

Dirigido por Brett Ratner, o filme marca o primeiro grande projeto desde 2017, quando foi acusado de assédio sexual por várias mulheres, porém negou as acusações.

Ao escolher um diretor para o projeto, Trump disse à Fox News que o mais importante era “que ele passasse a minha ideia, o que eu tenho, e o filme cinematográfico que eu quero alcançar. Então, ele foi o melhor e foi ótimo trabalhar com ele.”

O trailer do filme gerou mais perguntas do que respostas sobre a dinâmica entre o presidente e a primeira-dama. Mas embora se espere que o filme aborde o relacionamento deles, não se espera que a primeira-dama faça grandes revelações — o presidente chamou o filme de “must watch” (deve assistir) no Truth Social ao postar um link para a compra de ingressos.

Alguns dos outros grandes temas podem ser deduzidos pelo elenco do filme: o interesse da primeira-dama por moda parece ser um dos pontos centrais, com os estilistas de longa data Hervé Pierre e Adam Lippes, que desenharam o casaco de Inauguração, recebendo destaque.

Fatores familiares também entram em cena, com o filho Barron Trump, o pai Viktor Knavs e o presidente aparecendo nos créditos. Nenhum dos filhos de casamento anterior.

A aparição das primeiras-damas Brigitte Macron da França e Rainha Rania da Jordânia sugere que a diplomacia também pode ser um tema abordado. É possível que a fé católica de Melania Trump desempenhe um papel, com o monsenhor Joseph LaMorte e o padre Enrique Salvo aparecendo.

Membros da pequena equipe também serão destacados: a chefe de gabinete Hayley Harrison, a diretora do escritório de visitantes da Casa Branca Alexandra Veletsis e o assistente de longa data Justin Caporale.

O fotógrafo Régine Mahaux, o cabeleireiro Mordechai Alvow, a maquiadora Nicole Bryl e o designer de interiores Tham Kannalikham também aparecerão no filme. Kannalikham ajudou Trump a decorar os aposentos privados da Casa Branca durante ambos os mandatos e assistiu com projetos de restauração nas áreas públicas da residência.

“No filme, falo sobre minha paixão por preservação e restauração”, disse Kannalikham em uma postagem nas redes sociais.

Um teste para a Amazon

Embora o filme ofereça um pagamento significativo para a primeira-dama, não está claro se ele trará retorno para a produtora, que ainda não anunciou publicamente uma data de streaming. O Prime Video já se comprometeu a transmitir uma série documental de três partes com imagens adicionais, de acordo com um porta-voz da Amazon MGM Studios.

Os primeiros sinais indicam que o enorme orçamento do documentário provavelmente não será recuperado durante o fim de semana de estreia, que deve gerar entre US$ 2 milhões e US$ 5 milhões (R$ 10 milhões e R$25 milhões, aproximadamente), segundo uma estimativa da Boxoffice Pro, que observa que o filme “aumentou as reservas nos últimos dez dias” e abrirá em aproximadamente 1.500 locais nos EUA.

A decisão da Amazon de fazer parceria com Trump pode também ser um cálculo político — marcando uma, das muitas, tentativas das gigantes da tecnologia de se aproximar da Casa Branca.

“Licenciamos o filme por um motivo e um motivo apenas — porque acreditamos que os clientes vão adorar”, disse um porta-voz da Amazon MGM Studios.

A empresa está apostando que há um público presencial interessado na misteriosa primeira-dama.

“Há sempre uma curiosidade inerente sobre Melania Trump que vai além apenas da base política de Trump gostar dela, admirá-la. Isso colocará pessoas nas cadeiras dos cinemas? Bem, quem sabe?”, disse Kate Bennett, ex-jornalista da CNN, que cronometrou a família Trump e autora de “Free, Melania”.

Ela acrescentou: “Pode ser, mas é um investimento muito pesado para um estúdio da Amazon fazer em uma mulher cuja persona pública é muito, muito raramente vista, mas é efêmera e não tão onipresente quanto Michelle Obama, Jill Biden ou Laura Bush.”

A campanha promocional

A primeira-dama manteve um perfil extremamente baixo durante este mandato em comparação com o anterior, optando por passar a maior parte do tempo em Nova York ou Palm Beach, na Flórida. Ela promoveu várias iniciativas, incluindo crianças em lares adotivos, segurança em IA e a reunificação de crianças ucranianas supostamente sequestradas pela Rússia. Mas a preferência, de acordo com fontes familiarizadas com o pensamento, é não estar publicamente envolvida no retorno do marido ao cargo público.

Isso mudou na véspera do lançamento do filme, com a primeira-dama aumentando a agenda pública e concedendo uma entrevista televisiva pela primeira vez em mais de um ano. Trump apareceu na Fox News três vezes esta semana — no “Fox & Friends” de terça-feira (27), no “The Five” de quarta-feira (28) e em uma entrevista gravada para o “Mornings with Maria” da Fox Business.

O lançamento do filme aconteceu em um momento delicado para a Casa Branca. O casal presidencial fez uma exibição privada na Sala Leste no sábado, enquanto a indignação aumentava sobre a maneira como a administração lidou com o tiroteio fatal de Alex Pretti por agentes federais em Minneapolis naquela manhã. Os convidados, incluindo o CEO da Apple Tim Cook e Andy Jassy da Amazon, comeram pipoca em caixas personalizadas do “Melania” e ouviram uma apresentação da “Valsa Melania” no Grand Foyer enquanto americanos protestavam pela morte do enfermeiro de 37 anos.

“Eu sou contra a violência. Então, por favor, se formos protestar, protestemos em paz, e precisamos nos unificar nestes tempos” disse Trump à Ainsley Earhardt da Fox News quando questionada sobre o tiroteio, fazendo um raro comentário sobre eventos atuais.

Na manhã de quarta-feira (28), ela apareceu na Bolsa de Valores de Nova York, tocando o sino diante de placas do “Melania” ao lado de dois executivos da NYSE.

A campanha promocional se estendeu para comerciais na TV (inclusive durante os muito assistidos jogos de playoffs da NFL), em outdoors, estações de metrô, ônibus por todo o país e até mesmo na esfera de Las Vegas.

O considerável orçamento de marketing, de acordo com o cineasta documentarista Stefano Da Frè, provavelmente foi reforçado pela crença de que o filme será um sucesso nos cinemas e no streaming. Da Frè, que não esteve envolvido no projeto, já dirigiu vários filmes transmitidos na Amazon e outras plataformas.

A Amazon, disse ele à CNN na semana passada, “não simplesmente escolheu esse valor aleatoriamente. Eles acreditam, através das métricas, que vale esse valor.”

É tão ruim assim quebrar a tradição?

É, em grande parte, sem precedentes para uma primeira-dama em exercício lucrar ativamente com a posição. Muitas das antecessoras de Trump escreveram livros ou se lançaram no circuito de palestras — mas sempre depois de deixar o cargo.

Michelle Obama e Hillary Clinton, por exemplo, esperaram até depois de sair da Casa Branca para publicar memórias, com o livro de Obama “Becoming” agora sendo a biografia mais vendida de todos os tempos.

Jill Biden manteve o trabalho enquanto servia como primeira-dama. Ela lecionava inglês em uma faculdade comunitária local e ganhou US$ 85.985 (aproximadamente R$447 mil na cotação atual) em 2023, segundo declarações de impostos.

Eleanor Roosevelt, que escrevia colunas de conselhos para jornais sindicados, pode ser a comparação mais próxima. Em 1937, ela vendeu os direitos da autobiografia para a revista Ladies’ Home Journal por US$ 75.000 (R$390 mil) — o que equivaleria a cerca de US$ 2 milhões hoje (R$10,4 milhões). Críticos da época “acusaram-na de usar as aparições na mídia para lucrar financeiramente com o papel como primeira-dama”, de acordo com o National Endowment for the Humanities, mas ela também doou grande parte de os ganhos.

A visão do filme de Trump parece diferente, disse Bennett. “Estamos assistindo alguém com talvez uma das maiores plataformas globais do mundo escolher usá-la principalmente quando tem um empreendimento promocional.”

Mas ela acrescentou: “Mas a pergunta que você tem que fazer é: isso é tão ruim assim? O papel de primeira-dama é tão estranho, antiquado. As mulheres colocam suas vidas em espera, suas rendas em espera, apenas porque seus maridos foram eleitos. E será que chegou a hora, em 2026, de pensar sobre o papel de forma diferente?”

Quem são as filhas de Gloria Maria, presentes em documentário especial

 

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