Jogador holandês do Timão enviou mensagem ao rapper pelas redes sociais Corinthians, CNN Esportes, Futebol brasileiro, Memphis Depay, Oruam CNN Brasil
O atacante Memphis Depay, do Corinthians, enviou uma mensagem de solidariedade para o rapper Oruam após a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro na terça-feira (28), que matou mais de 120 pessoas.
Nas redes sociais, Oruam compartilhou o print de uma conversa com o jogador holandês: “Stay strong in these stressful times. The kids and new generation you can safe them” (“Fique forte nesses tempos difíceis. As crianças e a nova geração, você pode salvá-las”).
O rapper já havia feito algumas publicações com duras críticas à operação da Polícia Civil.
“Minha alma sangra quando a favela também tem família, se tirar o fuzil da mão existe o ser humano”, escreveu Oruam.
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1 de 17Corpos enfileirados em rua do Rio de Janeiro após operação policial mais letal da história da cidade • REUTERS/Ricardo Moraes
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2 de 17A Operação Contenção foi uma megaoperação conjunta das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, realizada na terça-feira (28) • Arquivo pessoal: Bruno Itan
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3 de 17Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e o Governo do Estado, o objetivo principal era combater a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) • CNN
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4 de 17A Operação Contenção se tornou a mais letal da história do estado do Rio de Janeiro • CNN
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5 de 17O saldo final incluiu 60 suspeitos de crimes e 4 policiais mortos (dois policiais civis e dois policiais militares do Bope) • CNN
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6 de 17Além das fatalidades, 81 pessoas foram presas incluindo Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como Belão, que é apontado como o operador financeiro do CV no Complexo da Penha e braço direito do chefe do Comando Vermelho, Edgar Alves de Andrade, vulgo “Doca” ou “Urso” • CNN
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7 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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8 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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9 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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10 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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11 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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12 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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13 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
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14 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO
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15 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO
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16 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO
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17 de 17Moradores do Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, levam ao menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no início da manhã desta quarta-feira, 29, após a megaoperação mais letal da história do Estado. O ativista Raull Santiago, do Instituto Papo Reto, afirmou que os corpos foram encontrados em uma área de mata na Serra da Misericórdia. • PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO
A Polícia Civil do Rio de Janeiro atualizou para 121 o número total de mortos na megaoperação feita nos complexos do Alemão e da Penha, zona Norte da cidade.
A informação foi atualizada na manhã desta quinta-feira (30), após os registros da chegada de corpos no IML (Instituto Médico Legal) Afrânio Peixoto, na região central do Rio.

