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Vídeo: Empresário foi preso fugindo em lancha durante operação contra PCC 

Última atualização: 1 de setembro de 2025 10:33
Published 1 de setembro de 2025
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Suspeito foi detido em Bombinhas (SC) durante a Operação Tank, que mirou organização criminosa por esquema de lavagem de R$ 1 bilhão e adulteração de combustíveis  Santa Catarina, -agencia-cnn-, Fraudes, PCC (Primeiro Comando da Capital), PF (Polícia Federal) CNN Brasil

Contents
Veja vídeo do momento da prisão:Leia MaisEstratégia para enfraquecer PCC foi cortar fluxo de dinheiro, diz promotorPCC e postos: inquérito começou com distribuidora e abertura de fintechEsquema do PCC: veja como funcionava lavagem de dinheiro na Faria Lima“Núcleo Financeiro” e a lavagem de bilhõesMegaoperação, foragidos e possível vazamento

O empresário Rafael Renard Gineste foi detido pela PF (Polícia Federal) após uma tentativa de fuga em uma lancha de luxo ancorada em Bombinhas, no litoral de Santa Catarina. A prisão ocorreu na última quinta-feira (28) durante a deflagração da “Operação Tank”, que tem como alvo uma organização criminosa aliada ao PCC (Primeiro Comando da Capital), suspeita de lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis.

Gineste, que estava a 250 quilômetros de sua residência em Curitiba, foi rendido pelos agentes enquanto tentava descartar um celular no mar.

Veja vídeo do momento da prisão:


https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/09/ED_LIVE_010925_IL_PRENDE_EMPRESARIO_PCC._.mp4

Rafael Renard Gineste já possuía um histórico judicial anterior. Ele havia sido condenado a quatro anos e oito meses de prisão por corrupção ativa na primeira fase da Operação Publicano, conduzida pelo Ministério Público do Paraná.

A CNN tenta contato com a defesa do empresário.

Leia Mais

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“Núcleo Financeiro” e a lavagem de bilhões

Considerado pelos investigadores como um “integrante do núcleo financeiro” da organização criminosa, Rafael Gineste é sócio-administrador da F2 Holding Investimentos.

O papel do empresário era considerado crucial na movimentação de grandes volumes de recursos ilegais, utilizando uma complexa rede que envolvia empresas de fachada e holdings.

A estratégia para dar aparência de licitude aos valores obtidos criminalmente incluía o uso de postos de combustíveis e fundos de investimento. A investigação apurou que esse elaborado esquema injetou, no mínimo, R$ 1 bilhão em espécie em 46 postos de combustíveis localizados na capital paranaense.

Megaoperação, foragidos e possível vazamento

A “Operação Tank” foi uma megaoperação conjunta da Polícia Federal e da Receita Federal, com o objetivo de cumprir 14 mandados de prisão. Contudo, oito alvos de alta relevância conseguiram fugir. 

Entre os foragidos estão Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo” – apontado como o “epicentro” e líder do esquema –, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, considerado “colíder” da organização. Seus nomes foram incluídos na Difusão Vermelha da Interpol, tornando-os foragidos internacionais procurados em 196 países.

Veja imagens da “Operação Tank”


  • 1 de 17

    A PF (Polícia Federal) deflagrou uma segunda operação contra o envolvimento do crime organizado em postos de combustíveis nesta quinta-feira (28). • Divulgação/Polícia Federal


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    Batizada de “Tank”, a ação tem como foco o desmantelamento de uma das maiores redes de lavagem de dinheiro já identificadas no estado do Paraná. • Divulgação/Polícia Federal


  • 3 de 17

    Estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. • Divulgação/Polícia Federal


  • 4 de 17

    A operação também conseguiu bloqueio de valores de 41 pessoas físicas e 255 jurídicas, totalizando uma constrição patrimonial superior a R$ 1 bilhão. • Divulgação/Polícia Federal


  • 5 de 17

    Apesar de terem o mesmo foco, essa operação não tem relação com a deflagrada pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo) também nesta quinta-feira. • Divulgação/Polícia Federal


  • 6 de 17

    A ação também é diferente da Operação Quasar, deflagrada pela PF e que cumpre mandados inclusive na Faria Lima, principal centro financeiro do país. • Divulgação/Polícia Federal


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    A PF diz que o grupo criminoso atuava desde 2019 e é suspeito de ter lavado pelo menos R$ 600 milhões, movimentando mais de R$ 23 bilhões por meio de uma rede composta por centenas de empresas. • Divulgação/Polícia Federal


  • 8 de 17

    Ação criminosa inclui postos de combustíveis, distribuidoras, holdings, empresas de cobrança e instituições de pagamento autorizadas pelo Banco Central. • Divulgação/Polícia Federal


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    A estrutura criminosa utilizava diversas táticas para ocultar a origem dos recursos, como depósitos fracionados em espécie (que ultrapassaram R$ 594 milhões). • Divulgação/Polícia Federal


  • 10 de 17

    Além disso, o grupo é suspeito de se valer de brechas no Sistema Financeiro Nacional para realizar transações de forma anônima por meio de instituições de pagamento. • Divulgação/Polícia Federal


  • 11 de 17

    As investigações também revelaram práticas de fraude na comercialização de combustíveis, como adulteração de gasolina e a chamada “bomba baixa”, em que o volume abastecido é inferior ao indicado. • Divulgação/Polícia Federal


  • 12 de 17

    Pelo menos 46 postos de combustíveis em Curitiba/PR estavam envolvidos nessas práticas. • Divulgação/Polícia Federal


  • 13 de 17

    As investigações continuam, com foco na expansão da organização criminosa para outros estados. • Divulgação/Polícia Federal


  • 14 de 17

    Entre as táticas da organização é uso de “laranjas”, transações cruzadas, repasses sem lastro fiscal, fraudes contábeis e simulação de aquisição de bens e serviços. • Divulgação/Polícia Federal


  • 15 de 17

    Uma coletiva de imprensa será realizada pelos ministros da Justiça, Ricardo Lewandowski; Fazenda, Fernando Haddad, e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, na manhã de hoje para dar detalhes desse caso. • Divulgação/Polícia Federal


  • 16 de 17

  • 17 de 17

    Investigações continuam com foco na responsabilização dos envolvidos. • Divulgação/Polícia Federal



A Polícia Federal abriu uma investigação para apurar um possível vazamento da operação, após constatar que algumas casas alvo estavam sem computadores e veículos de luxo que seriam apreendidos haviam desaparecido.

(Com informações da Agência Estado)

 

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