Presidente da Comissão Europeia também afirmou estar em contato com os Estados-Membros da União Europeia para garantir que os cidadãos do bloco econômico “possam contar com o apoio total” Internacional, Estados Unidos, União Europeia, Ursula von der Leyen, Venezuela CNN Brasil
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou solidariedade ao povo venezuelano nas redes sociais neste sábado (3). A publicação foi feita após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela nesta madrugada.
“Acompanhamos de perto a situação na Venezuela. Manifestamos nossa solidariedade ao povo venezuelano e apoiamos uma transição pacífica e democrática. Qualquer solução deve respeitar o direito internacional e a Carta da ONU”, escreveu ela no X.
Von der Leyen também afirmou estar em contato com os Estados-Membros da União Europeia para garantir que os cidadãos do bloco econômico “possam contar com o apoio total” deles.
Following very closely the situation in Venezuela. We stand by the people of Venezuela and support a peaceful and democratic transition. Any solution must respect international law and the UN Charter.
With HRVP @kajakallas and in coordination with EU Member States, we are…
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) January 3, 2026
O presidente Donald Trump confirmou a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar de grande escala realizada em território venezuelano nesta madrugada.
O senador republicano Mike Lee afirmou conversar com o Secretário de Estado Marco Rubio, que a finalidade da operação militar e da captura foi justamente garantir que Maduro responda por esses crimes em solo americano.
Acusações criminais e extradição
Maduro possuía uma recompensa de 50 milhões de dólares oferecida pelo governo americano por informações que levassem à sua prisão.
Autoridades dos EUA informaram que a ação teve como objetivo executar mandados de prisão pendentes e que Maduro já foi retirado da Venezuela para ser julgado em solo americano.
Detalhes da operação militar
A missão, descrita por especialistas como de “velocidade impressionante”, teria sido executada pela Força Delta do Exército com apoio da polícia dos EUA e rastreamento da CIA. Os ataques começaram por volta das 3h (horário de Brasília) e atingiram alvos em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Testemunhas relataram explosões e a presença de helicópteros e aeronaves de elite por cerca de 90 minutos. Em resposta, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa, embora a vice-presidente Delcy Rodríguez tenha admitido que o paradeiro de Maduro era desconhecido pela gestão local após a incursão.
Reações internacionais e cenário político
A intervenção militar dividiu a comunidade internacional:
- Aliados: Rússia e Cuba condenaram o ato, classificando-o como “agressão armada” e “ataque criminoso”;
- Apoio: O presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou a captura com a frase “A liberdade avança”;
- Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Itamaraty para analisar o impacto regional da operação.
A União Europeia pediu moderação e respeito ao direito internacional, reiterando que Maduro carece de legitimidade. Na Venezuela, a oposição política, liderada por Edmundo González e María Corina Machado, monitora a situação diante de uma possível transição de poder.
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