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VW T-Cross Extreme: os prós e contras de ser o primeiro carro fosco nacional

Última atualização: 7 de outubro de 2025 17:02
Published 7 de outubro de 2025
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O Volkswagen T-Cross estreia a nova versão topo de linha Extreme, que, mais do que ter detalhes visuais exclusivos, representa uma inovação para a indústria brasileira. Ele é o primeiro carro produzido no Brasil com opção de pintura fosca de fábrica, a Cinza Oliver – na prática, um verde-oliva.

Contents
Cadastro efetuado com sucesso!GWM Haval H9 será mais um nacional foscoComo é o T-Cross Extreme?

Mas, apesar de ser mais resistente e de aparência mais interessante e inovadora, com destaque nas ruas e um bom meio de disfarçar sujeira, o comprador precisará fazer algumas considerações ao escolhê-la, já que ela demanda cuidados e proteções especiais.

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O maior perigo para a pintura fosca é unanimidade entre especialistas de estética e funilaria: a impossibilidade de receber reparos pontuais, sejam eles de polimento (já que, se polida, a lataria ficaria brilhante) ou de pintura. Ou seja, um simples risco ou um ralado mais aparente não poderão ser pontualmente reparados, e será preciso um trabalho na peça afetada por inteiro.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas

O mesmo vale para manchas causadas por chuva ácida, fezes de pássaros, seivas de plantas, insetos, lavagens realizadas sob sol forte ou outros agentes químicos, que precisam ser limpos imediatamente.

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Luís Henrique Aragon, proprietário da estética automotiva 355 Garage, aponta que os modelos foscos precisam ser lavados com produtos neutros e necessitam de proteções, sejam elas químicas ou físicas.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas

No caso de proteções químicas, há revestimentos cerâmicos especiais para pinturas deste tipo. Para SUVs compactos, como um T-Cross, pode custar, em média, R$ 3.000. Eles protegerão contra ações químicas, como as citadas anteriormente, mas o proprietário também precisa fazer a sua parte e limpar o mais rápido possível sujeiras que coloquem a integridade da pintura em risco.

Já a proteção física compreende o PPF, uma película protetora mais espessa do que a própria pintura do veículo – que tem, em média, 150 mícrons, contando com verniz e base, contra até 200 mícrons da película.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
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Com efeitos brilhante, fosco ou acetinado, o PPF protege contra ações químicas e físicas, ou seja, a pintura estará a salvo contra riscos e ralados (materiais de melhor qualidade resistem até a esfregões de pedras). Bastará trocar a película do local atingido. No caso de riscos superficiais, a película tem função autorregenerativa. Para um modelo como o T-Cross, a aplicação do PPF em toda a carroceria pode custar até R$ 20.000.

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Luís faz ainda um alerta para falsas promessas de reparos. “Há quem faça o polimento local e, depois, esfregue uma lixa d’água 5.000 para dar efeito fosco, mas, na prática, a área será coberta por riscos”, afirma.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas

O especialista em funilaria e pintura Fernando Spadrizani diz que o que impede o reparo local da pintura fosca é o verniz. “É possível aplicar a tinta da cor do veículo em uma pequena área para retoque, mas não dá para emendar o verniz como nas pinturas convencionais”, diz Fernando, com a justificativa de que os vernizes têm grandes variações entre as marcas. Por isso, é preciso realizar o processo na peça completa, e sempre atento ao brilho do novo verniz, para que ele não seja mais ou menos brilhante do que o restante da carroceria.

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Não há mudanças no processo de pintura, que acaba sendo até mais simples – enquanto para pinturas convencionais são de duas a três demãos de verniz, a pintura fosca só precisa de uma demão, um pouco mais “carregada”. Porém, o processo exige maior cuidado com isolamento de poeira e outros agentes físicos, já que não há possibilidade de correção por polimento.

Por outro lado, Fernando aponta que o verniz fosco é mais “duro” e resistente a riscos e, até por isso, é utilizado em rodas. Ou seja, apesar de exigir mais cuidados, ela é mais resistente a riscos em relação às convencionais. Basta passar as mãos para sentir a aspereza da pintura.

VW TCROSS Fosco
Contraste da pintura com partes brilhantes cria um interessante efeitoFernando Pires/Quatro Rodas

O manual do veículo oferece diversas informações sobre os cuidados com a pintura fosca do T-Cross. Entre eles, a Volkswagen não recomenda lavagens automáticas, além do uso de produtos abrasivos, cera ou removedor, e lavadoras de alta pressão com jatos circulares. A marca também desencoraja o uso de capas de proteção e recomenda produtos neutros e lavagens semanais, além de limpezas imediatas em casos específicos.

Em resumo, a pintura fosca pode agradar por ter visual fora do comum, disfarçar a sujeira e ser mais resistente a riscos, mas é preciso ter cuidados extras na limpeza para evitar manchas. Caso o desejo por um modelo assim seja maior do que o tempo disponível, a melhor opção é realizar as proteções para mantê-lo sempre íntegro.

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GWM Haval H9 será mais um nacional fosco

HAVAL H9 Fosco
Grafite Zenith é uma das opções para o SUV da GWMDivulgação/Quatro Rodas

Com sua produção nacional iniciada, o GWM Haval H9 é o segundo modelo feito no Brasil com opção de pintura fosca de fábrica. Trata-se do Grafite Zenith, que precisará seguir os mesmos cuidados apontados. Por ser um SUV de porte grande e sete lugares, os custos para as proteções serão maiores: um PPF completo pode chegar a R$ 24.000.

Como é o T-Cross Extreme?

Nova versão topo de linha do T-Cross, a Extreme fica imediatamente acima da Highline e parte de R$ 196.990. Além da opção de pintura fosca, que custa R$ 3.500, e de outras duas cores exclusivas (Cinza Oliver, o mesmo tom da pintura fosca, mas com brilho; e o Cinza Ascot), a configuração tem como outros diferenciais detalhes em laranja no para-choque dianteiro.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Divulgação

De lado, há um adesivo nas portas dianteiras e um badge na coluna C, ambos alusivos à versão. Há também detalhes em preto, como grade frontal, retrovisores e logotipos, e outros escurecidos, como rodas (de 17 polegadas) e as porções mais baixas dos para-choques. Permanecem os faróis full led (agora interligados por uma barra iluminada na grade) e as lanternas, também totalmente iluminadas por leds.

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O interior do modelo também tem exclusividades visuais, como o nome Extreme em baixo relevo na porção central do painel, à frente do passageiro, nos bancos e nas soleiras das portas. Há também materiais exclusivos, mais escuros, e o mesmo tom de laranja dos detalhes externos nas saídas de ar das extremidades do painel e nas costuras centrais dos bancos.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Divulgação

Mas isso não altera o nível do acabamento do T-Cross, que melhorou na reestilização promovida em 2024, mas permanece simples para o que custa. O painel é totalmente composto por plásticos rígidos, embora disfarce muito bem com uma boa mistura de materiais, brilhos e texturas, e até iluminação ambiente nas versões mais caras. Há um apoio acolchoado para o cotovelo em todas as portas, mas apenas as portas dianteiras têm aplique de tecido próximo aos puxadores.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Divulgação

No espaço, porém, o SUV não decepciona: pessoas de até 1,80 metro podem viajar com conforto no banco traseiro, que tem espaço de sobra para pernas e cabeça. O problema fica para possíveis ocupantes do assento central, já que o túnel central do assoalho é alto e o console invade a área das pernas. O console, vale dizer, abriga as saídas de ar-condicionado (conforto que nem o Jetta GLI tem) e as duas portas USB-C. No porta-malas, a capacidade é de 373 litros, mas pode crescer para 420 litros no modo de carga, com o encosto do banco traseiro em posição mais vertical.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Divulgação

O T-Cross Extreme tem uma boa lista de itens de série, com seis airbags, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, carregador de celulares por indução, faróis full led automáticos, assistente de partida em rampas, monitoramento de pressão dos pneus, pneus Seal Inside, central multimídia de 10,1″ com Android Auto e Apple CarPlay, e quadro de instrumentos digital de 10,25″.

Há ainda frenagem automática de emergência, piloto automático adaptativo e detector de fadiga. Mas ele fica devendo alguns itens: faltam ajustes elétricos ao menos para o banco do motorista, freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado de duas zonas (o atual é digital e automático, mas de apenas uma zona) e mais câmeras além da traseira.

VW T-Cross Extreme
<span class=”hidden”>–</span>Fernando Pires/Divulgação

Além disso, itens como detector de pontos cegos, aletas para trocas de marcha atrás do volante e assistente de permanência em faixa estão presentes em um pacote opcional, chamado de ADAS e que custa R$ 4.210. Já o teto solar panorâmico, custa mais R$ 7.740 extras.

O conjunto mecânico é o mesmo da versão Highline e combina o conhecido motor 1.4 turbo flex de 150 cv e 25,5 kgfm a um câmbio automático de seis marchas. Com ele, o T-Cross levou 9,5 segundos para ir de 0 a 100 km/h em nossos testes, feitos com gasolina. Bom desempenho para a categoria e que reflete o comportamento ágil do SUV no dia-a-dia. As médias de consumo, também com gasolina, ficaram em 12,2 km/l na cidade e 15,5 km/l na estrada.

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