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Zambelli, Maluf, Genoino: veja deputados alvo de prisão no mandato 

Última atualização: 4 de junho de 2025 21:27
Published 4 de junho de 2025
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De acordo com o Artigo 53 da Constituição Federal, mesmo protegidos pela imunidade parlamentar, parlamentares podem ser presos na hipótese de flagrante de crime inafiançável  Política, Deputados, Mandato, Prisão CNN Brasil

Contents
Leia MaisRecado de Câmara ao STF pode favorecer Zambelli, avaliam líderesComparação de Zambelli com Eduardo incomoda BolsonaroFreire Gomes diz ao STF que “minuta do golpe” previa prisão de autoridadesDaniel Silveira Chiquinho Brazão João RodriguesFlordelisPaulo MalufCelso JacobEduardo CunhaLuiz ArgôloJosé GonoinoNatan Donadon

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) teve sua prisão preventiva determinada nesta quarta-feira (4) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela deixou o país após ter sido condenada a dez anos de prisão pela invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Entretanto, outros parlamentares em mandato já tiveram determinações do tipo.

De acordo com o Artigo 53 da Constituição Federal, mesmo protegidos pela imunidade parlamentar, congressistas podem ser presos na hipótese de flagrante de crime inafiançável.

Leia Mais

  • Recado de Câmara ao STF pode favorecer Zambelli, avaliam líderes

    Recado de Câmara ao STF pode favorecer Zambelli, avaliam líderes

  • Comparação de Zambelli com Eduardo incomoda Bolsonaro

    Comparação de Zambelli com Eduardo incomoda Bolsonaro

  • Freire Gomes diz ao STF que "minuta do golpe" previa prisão de autoridades

    Freire Gomes diz ao STF que “minuta do golpe” previa prisão de autoridades

A CNN lista alguns desses casos. A análise inclui ocorrências desde a Constituição de 1988.

Daniel Silveira 

Em fevereiro de 2021, Silveira foi preso pela primeira vez por ameaças ao Estado Democrático de Direito e a incitação à violência contra ministros do STF.

Posteriormente, ele foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão e, atualmente, cumpre pena em regime semiaberto.

Chiquinho Brazão 

Acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em 2018, Brazão foi preso preventivamente na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso, em março de 2024.

Em 11 de abril deste ano, o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prisão domiciliar para ele, atendendo a um pedido da defesa, que alega problemas de saúde.

João Rodrigues

Em fevereiro de 2018, o ex-deputado e atual prefeito de Chapecó, em Santa Catarina, foi preso no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), acusado de tentar fugir para o Paraguai.

Na ocasião, o STF determinou a execução imediata da pena, na qual Rodrigues foi condenado a cinco anos e três meses de reclusão em regime semiaberto por fraude e dispensa de licitação, quando assumiu por 30 dias a prefeitura de Pinhalzinho, no Oeste catarinense.

Em junho do mesmo ano, Rodrigues reassumiu o mandato na Câmara, após liminar do ministro Luís Roberto Barroso.

Flordelis

No exercício do mandato, Flordelis foi condenada a mais de 50 anos de prisão pelo homicídio de seu marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019.

Ela foi acusada pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, além uso de documento falso e associação criminosa armada.

Na sentença, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce mencionou que Flordelis era ré-primária, no entanto, sua culpabilidade se mostra acentuada “com alto grau de reprovabilidade e censurabilidade, posto que, tendo ciência inequívoca da ilicitude de sua conduta, não se intimidou com a prática do crime, com a audácia extremamente reprovável, planejando a execução brutal e fria da vítima, com diversos disparos, conforme de depreende do esquema de lesões e laudos acostados aos autos”.

“A ação criminosa evidencia, portanto, verdadeira e bárbara execução, caracterizando uma demonstração explícita de ódio. Os diversos disparos efetuados contra a vítima, de 42 anos de idade, concentraram-se em regiões vitais como crânio, tórax e abdome”, disse outro trecho da sentença.

Paulo Maluf

Em dezembro de 2017, o STF determinou a prisão de Paulo Maluf, que então cumpria seu quarto mandato como deputado federal.

Maluf foi condenado pela Corte em maio do mesmo ano a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro no período em que ele foi prefeito de São Paulo – entre 1993 e 1996.

Celso Jacob

Também em 2017, o Supremo ordenou a prisão do deputado Celso Jacob, condenado a sete anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, por fraudes em licitações quando foi prefeito de Três Rios (RJ).

A pena permitia trabalho durante o dia, de forma que, dias após sua prisão, Jacob retornou ao trabalho na Câmara, em rotina na qual seguiu dormindo na prisão.

Eduardo Cunha

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha foi investigado e preso preventivamente durante a Operação Lava Jato em 2016.

Cunha foi alvo de mais de dez operações da Polícia Federal e foi acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Em 2020, a pena foi convertida em domiciliar por conta da pandemia de Covid-19. Já em 2021, a prisão foi revogada e ele ficou livre.

Luiz Argôlo

No âmbito da Lava Jato, Luiz Argôlo foi preso em 2015. Em 2016, a Segunda Turma do STF manteve a prisão preventiva, e ele foi condenado em primeira instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

José Gonoino

Ex-presidente nacional do PT, José Genoino foi preso em 2013 para cumprir pena de 4 anos e 8 meses por corrupção ativa em regime semi-aberto. Posteriormente, ele renunciou ao mandato.

Natan Donadon

Em 2013, Donadon foi o primeiro deputado federal a ser preso durante o exercício do mandato após a Constituição de 1988. Condenado por peculato e formação de quadrilha, sua prisão foi determinada pelo STF.

*Com informações de Rebeca Borges e Renata

 

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